terça-feira, 29 de setembro de 2015

CANÇÃO INACABADA

Não quero mais sangrar
desejos a sós no vazio
meu desespero aparente
no espelho me refletindo

as horas dos dias que voam
nas madrugadas insones
nos diálogos que não cessam
entre o eu comigo!

supor uma outra realidade
no andar da carruagem
agora me parece muito tarde
não sei como é que eu fico!

Foram tantos tropeços
viver é caminhar caindo
a cada ato um preço
o segredo é continuar seguindo!

A verdade sempre incomoda
não serve aos covardes
a audácia em rever conceitos
é como não vestir velhos trajes

e se dispor ao desconhecido
a ter com o fim de pré-conceitos
talvez a sua melhor estratégia
seja se por no lugar do inimigo!

Não quero teu perdão
nem quero o teu castigo
a paixão me foi um refrão
inacabado da canção que não digo!

entre nuvens o sol ainda reina
e a luz só ilumina na escuridão
palavras podem compor um poema
mas só o amor um coração!

Igor Motta
2015







sábado, 26 de setembro de 2015

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 7) HELLBENDERS















Ontem fui no evento Showcase Festival Bananada no centro de São Paulo, principalmente para ver as bandas Carne Doce, Boogarins & O Terno juntos mas, acabei tendo uma grata surpresa com um outro nome do show, os meninos do Hellbenders de Goiânia, o show deles foi simplesmente impecável, um peso e uma dinâmica recheados de ótimas harmonias e riffes matadores e não podia deixar de escrever um pouco sobre eles aqui nas minhas dicas do cenário do rock independente nacional.

O quarteto surgiu da cena underground de Goiânia e mistura elementos diversos do punk, stoner e hard rock setentista para criar uma identidade sonora própria. Como resultado tem-se um som marcado por extremos: grooves rápidos e explosivos, riffs quebrados e melódicos.













Em 2011, foi convidada para ser a banda de abertura do show único da turnê de volta do Kyuss Lives! no Brasil - lendária banda americana tida como precursora do Stoner Rock no mundo. Após isso, dividiu palco com outras atrações internacionais renomadas, entre elas: Exodus, Truckfighters e Nashville Pussy.

















Através de seu primeiro disco “Brand New Fear”, produzido por Carlos Eduardo Miranda (Sepultura, Nação Zumbi, O Rappa, Skank…) o Hellbenders alcançou notoriedade, tendo participado de grande parte dos principais festivais de música brasileiros: Abril Pro Rock, Bananada Festival, Festival Dosol, Goiânia Noise Festival, entre outros. A banda já passou por mais de 15 estados brasileiros.



Já em 2014, o Hellbenders foi selecionado para participar do South By Southwest, um dos principais festivais de bandas independentes do mundo, sediado em Austin, Texas. Após uma sequência de shows pelo estado norte-americano, David Catching (Eagles Of Death Metal) convidou a banda para gravar seu segundo disco em seu lendário estúdio, Rancho de La Luna, por onde já passaram artistas como: Foo Fighters, Queens Of The Stone Age, Kyuss, Mark Lanegan. O disco que é assinado por David Catching e Mathias Schneeberger (Masters Of Reality).

Integrantes:
Diogo Fleury: Voz/Guitarra
Braz Torres: Voz/Guitarra
Augusto Chita: Baixo
Rodrigo Andrade: Bateria

Fonte: http://hellbenders.tnb.art.br/

terça-feira, 22 de setembro de 2015

CANÇÃO DE MÃE

Mãe a nossa morada
nossa senhora amiga
a força que anima
a luz no escuro

Sua palavra nos basta, mãe
seu eterno rosto de menina
labuta nenhuma é muita
em sua casa que prospera 

de qualquer dor nos cura
seu alimento nos tempera
tuas lágrimas minha única culpa
mas tua felicidade é nossa festa

Me sinto forte agora, mãe
em minha mente não há mais trevas
só a alegria que é sua
longe foi toda tristeza

Sou ainda teu menino de infância
e sou o homem, o teu poeta
dos caminhos que trilho desde criança
os que levam a tua ternura me recompensa

Igor Motta
2015




quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O NOME DO FILHO (IL NOME DEL FIGLIO) - DICA DE CINEMA


Hoje, uma quarta feira, um dia nublado e sem graça, uma noite de neblina, frio e futebol na TV, nessas horas saio procurando na internet alguma coisa para assistir e me deparo com o filme Il nome del figlio, um filme italiano que acabou de sair, ao ler a sinopse vi que se tratava de uma comédia, confesso nunca ter visto nenhum filme italiano, sei da fama e da tradição de bom cinema daquele país, já ouvi falar muito de Antonioni e Fellini mas nunca vi nenhum filme deles. Devo imediatamente corrigir isso, não há muitas salas de cinema nos bairros de periferia e em geral em São Paulo, que passem filmes estrangeiros além de Hollywood, ainda bem que existe a internet. 

O filme em questão que em português vocês podem achar como "O nome do filho" é uma comédia inteligente, possui uma leveza e trata de amizade acima de tudo, trata da família, os diálogos entre os personagens são incríveis, prende a atenção. Assuntos como política, lealdade e confiança são postos na mesa literalmente por um grupo de amigos e parentes que se conhecem desde a adolescência, uma pitada de drama com bom humor dá o tom da história e segredos vão sendo revelados com uma graça que não via a muito tempo dentro de um filme. 



Recomendo para as pessoas, principalmente aquelas que vivem se alfinetando entre amigos por questões de política e de moral, coisas como direita e esquerda quem tem razão? discussões que estão em pauta hoje em nosso país e que fizeram amigos se distanciarem, isso aconteceu comigo e com muita gente que conheço, esquecemos que a amizade é maior do que essas besteiras, que as vezes não nos levam a nada a não ser ficar chateados, mas são coisas que fazem parte. Coisas de nosso cotidiano que nos levam a aprendizagem e a tão falada maturidade.

Eu separei abaixo a sinopse do filme e um trailer, se vocês buscarem na internet vão achar, não sei se o filme está em cartaz em algum lugar, não achei nada na rede.     



Sinopse:
Paolo Pontecorvo (Alessandro Gassman), é um agente imobiliário extrovertido e brincalhão, Simona (Micaela Ramazzotti), uma bela moça da periferia e autora de um best-seller, os dois são casados e esperam o primeiro filho. Durante um jantar na casa de Betta (Valeria Golino) e Sandro (Luigi Lo Cascio), irmã e cunhado de Paolo, e que também conta com a presença de Claudio (Rocco Papaleo), um grande amigo da família, Paolo comunica com ênfase e convicção o nome escolhido para o bebê que está prestes a nascer. A família não reage bem ao nome pesado e que remonta a um período dramático vivido pela nação. Debates e trocas de ideias acabam virando discussões e ofensas. Cada um deles têm um pequeno ou grande segredo escondido relacionado com os outros e que poderia comprometer os relacionamentos, mas às vezes o amor pode fazer milagres e pôr ordem no caos dos afetos.

Direção: Francesca Archibugi 
Com: Alessandro Gassmann - Micaela Ramazzotti - Valeria Golino - Luigi Lo Cascio - Rocco Papaleo - Raffaele Vannoli 
Ano de lançamento: 2015

 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

SOUL CONTEMPORÂNEO (SEIS GRANDES NOMES DO ESTILO NA ATUALIDADE)
















1 - Alabama Shakes












Alabama Shakes é uma banda de Soul com influências de southern rock e blues-rock formada em Athens, Alabama em 2009. O grupo é composto pela vocalista e guitarrista Brittany Howard, pelo guitarrista Heath Fogg, o baixista Zac Cockrell, tecladista Ben Tanner e baterista Steve Johnson. A banda recebeu três indicações para o Grammy Awards 2013, de "Melhor Performance de Rock" para o single "Hold On" e do prémio de "Melhor Gravação" do seu primeiro álbum, Boys & Girls.

Quem são os Alabama Shakes?

O som do Alabama Shakes mexeu com muita gente. De uma banda formada simplesmente por pessoas que queriam tocar o que gostavam por brincadeira, eles se tornaram o grande novo sucesso mundo afora. Com pegada, sonoridade bem crua e de mãos e pés enfiados no bom e velho rock and roll, o primeiro disco desse quarteto americano de Athens, Alabama, veio como uma bomba.















Estamos falando do álbum Boys & Girls, lançado em 2012 (no Brasil, pela LAB 344). Com ele, a banda conseguiu garantir um burburinho internacional, entrando nas mais variadas listas de sucessos, revelações do ano e hypes da vez. Eles também conseguiram conquistar atenção de importantes músicos, como Alex Turner (do Arctic Monkeys), Jack White e Jarvis Cooker.

Além do som direto e cru, outro fator que contribui para essa inesperada explosão pode estar diretamente relacionado à poderosa voz de Brittany Howard, de 23 anos, considerada uma das 10 melhores novas vozes pela revista Paste. Ela nos faz lembrar quase que diretamente de Aretha Franklin, Janis Joplin, Tina Turner e também Etta James.

Formado também por Heath Fogg (guitarra), Zac Cockrell (baixo) e Steve Johnson (bateria), o Alabama Shakes mistura o gosto musical de todos seus integrantes, mas sem abandonar o rock. Tanto que, antes do sucesso e de suas músicas próprias, ainda com o nome The Shakes, seus shows eram regados a covers de Led Zeppelin, AC/DC, James Brown e Otis Redding.














Foi buscando saber mais sobre a banda que o SaraivaConteúdo entrevistou a vocalista Brittany. Acompanhe:

Como surgiu o Alabama Shakes?

Brittany Howard. O tédio certamente foi a grande contribuição para que nós começássemos a fazer música. Não há muito o que fazer em Athens, Alabama. Apesar de sermos quatro pessoas realmente diferentes, há muita semelhança no tipo de som que escutamos e também que nos influenciou.

Quando conheci Zac na escola, ele me apresentou uma tonelada de R&B dos anos 60 que, francamente, eu não estava tão familiarizada. Heath também desenterrou muitas coisas desse tipo, mas quando eu o conheci, ele me mostrou muitos sons Country das antigas, de raiz, que eu também não conhecia. E Steve é apenas uma máquina realmente viciada em rock and roll.

É realmente complicado dizer como nosso som foi formado, mas eu acredito que você pode ouvir muitos desses elementos nele. Primeiro de tudo, rock and roll. Depois, esses outros elementos R&B salpicados no meio. E, claro, com uma levada de punk de garagem.

E esse nome, de onde veio?

Brittany Howard. Anteriormente, nos chamávamos The Shakes, já que era um nome que amávamos e também representava a banda como um todo. Então, percebemos que havia um punhado de bandas com esse nome mundo afora; portanto, precisávamos nos diferenciar. Alabama parecia a palavra mais lógica para adicionar ao nome.

Com certeza vocês têm uma grande influência de rock e soul, mas quais são os principais artistas que influenciaram o som da banda?

Brittany Howard. São tantos: Tina Turner, Sister Rosetta Tharpe, Eddie Hinton, Drive-by Truckers, Chuck Berry, Rolling Stones, Duck Dunn, Booker T., Steve Cropper, AC/DC, Led Zeppelin e muitas, muitas bandas mais.

O que vocês buscavam como banda antes desse sucesso?

Brittany Howard. Honestamente, nós fizemos esse disco para nós mesmos. Nos questionamos se ele chegaria a ver a luz do dia em algum momento, mas deixamos de lado se ele ganharia a exposição que tem conquistado. Nós não nos juntamos e formulamos um plano mirabolante para conseguirmos conquistar o mercado musical. Nós simplesmente nos reunimos porque tínhamos muito em comum musicalmente. Então, escrevemos músicas juntos e começamos a tocá-las ao vivo por ai.















Desde o começo da banda, vocês conseguem listar um show memorável que fizeram?

Brittany Howard. Nós fizemos seis shows com o Jack White em maio, nos Estados Unidos – dois em Nashville, um em Asheville, dois em Nova Iorque e um em Detroit. Foi uma experiência incrível. Jack é um de nossos ídolos, e poder dividir o palco com ele foi absolutamente extraordinário. 

Aprendemos muito nessa turnê em termos de como fazer um show. Eu sinto que estamos melhorando mais e mais ao vivo. Torcemos muito para que, no futuro, possamos fazer mais shows com ele.

Antes mesmo de saber o sucesso que seria o disco Boys and Girls, o que ele representava para vocês?

Brittany Howard. Essas músicas são realmente especiais para todos nós. Meu maior orgulho é ter lançado esse disco. É algo realmente singular, porque tudo isso começou em um quarto vago na minha casa. Nós terminamos o disco em dezembro de 2011. Até este momento, nós trabalhamos nele cerca de um ano. Sabíamos que ele estaria pronto no primeiro semestre e estávamos extremamente animados que ele finalmente iria ver a luz do dia. Começamos a sentir que havia alguma energia em volta dele, mas não fazíamos ideia do que aconteceria em seguida.

Como funciona o processo de criação das músicas?

Brittany Howard. A maioria das músicas são experiências pessoais sobre crescer em uma pequena cidade no Alabama. Muitas pessoas da nossa cidade são do tipo "Eu quero ser diferente, quero ser original, quero ser uma banda eletrônica que mixa isso e isso", em vez de apenas escreverem músicas juntas, como pessoas, e serem sinceras sobre isso.

Como é poder escrever, tocar música e, consequentemente, ser ouvida e entendida por meio dela?

Brittany Howard. É incrível pensar nisso. Há um ano eu estava entregando cartas para o Serviço Postal dos Estados Unidos, sonhando com o dia em que eu poderia me demitir e ir tocar música. Eu achava que seria genial poder fazer turnês pelo Sul ou possivelmente pelo Noroeste. Agora nós estamos recebendo comentários de toda parte do mundo, Ásia, Austrália, Europa, América do Sul, África do Sul. É uma sensação tão incrível que tenho dificuldade de colocar em palavras. Eu fui realmente abençoada.















Alabama Shakes estourou em pouquíssimo tempo, chamando atenção de público e crítica. Vocês têm ideia do motivo desse sucesso repentino?

Brittany Howard. Para mim, é realmente difícil saber o motivo de o disco ter sido tão bem-recebido assim. Nós esperamos muito que seja por conta das músicas e que as pessoas estejam se identificando com elas. Talvez possa ser por conta de o disco ser mais cru e não tão produzido. Deve haver pessoas que não gostam tanto do som cru, mas outras acham isso diferente nesta época de discos muito produzidos. Honestamente, nós nunca imaginamos que tanta gente iria ouvir esse disco.

Vocês acreditam que o som do Alabama Shakes tem alguma influência direta do revival trazido por Amy Winehouse/Mark Ronson?

Brittany Howard. Amy era uma artista e cantora incrivelmente talentosa, e ficamos realmente tristes com sua morte. Não gosto de gêneros e rotulações musicais em uma categoria. Existem pessoas que nos chamam de banda soul ou retro-soul. Não acho que isso seja a real descrição para nossa música. Eu descreveria nossa música mais como rock and roll do que soul.

Membros
Brittany Howard - vocal, guitarra
Ben Tanner - Teclado
Heath Fogg - guitarra
Zac Cockrell - baixo
Steve Johnson - bateria

Discografia
2015 - Sound & Color
2012 - Boys & Girls

Singles
2012 - "Hold On"
2012 - "You Ain't Alone"
2013 - "I Ain't the Same"

Fontes: http://www.saraivaconteudo.com.br/Entrevistas/Post/48189
Wikipédia, a enciclopédia livre.

   






2 - Charles Bradley














Charles Bradley (5 de novembro de 1948) é um cantor estadounidense de funk, soul e R&B nascido em 1948 em Gainesville, Flórida. Suas performances e estilo de gravação consistem com os padrões revival da gravadora com a qual trabalha, a Daptone Records, celebrando o sentimento da música funk e soul das décadas de 60 e 70. Bradley demonstra claramente as influências de James Brown e Otis Redding, tendo inclusive sido dito que ele ecoa a rendição evocativa de Otis Redding.

Bradley é o assunto do documentário "Soul of America", que teve seu lançamento no South by Southwest em 2012.

As músicas de Charles Bradley foram muito ouvidas durante o seriado americano "SUITS", geralmente por um dos principais personagens, o renomado advogado "Harvey Specter", que tem o LP d Bradley como um dos preferidos de sua coleção dentro de seu charmoso escritório (Pearson Hardman).

















Bradley foi criado por sua avó na Florida até os oito anos, quando conheceu sua mãe que o convidou para morar com ela no Brooklyn em Nova Iorque.

Em 1962, sua irmã o levou ao Apollo Theater para assistir um show de James Brown. Bradley ficou tão inspirado pela apresentação que começou a imitar em casa o estilo de James Brown de cantar e dançar.

Na adolescência, Bradley fugiu de casa e foi morar nas ruas e em metrôs durante dois anos. Algum tempo depois se alistou no Job Corps, que é um programa gratuito de educação e estímulo vocacional do governo norte americano. O Job Corps o levou para o Maine para trabalhar como cozinheiro-chefe. Certa vez enquanto estava trabalhando alguém o disse que ele parecia com James Brown, ainda assim quando questionado se sabia cantar teve medo de admitir. Finalmente superou esse medo e fez cinco ou seis shows com uma banda, que acabou se separando quando os colegas de Bradley foram convocados para a Guerra do Vietnã.

















Bradley continuou no seu trabalho de cozinheiro no Maine por dez anos até decidir se mudar para o oeste, atravessando o pais como caroneiro. Ele morou no norte do estado de Nova Iorque, em Seattle, no Canadá e no Alasca antes de finalmente estabelecer residência na Califórnia, onde trabalhou em empregos temporários e se apresentou em pequenos shows durante vinte anos.

















Em 1996, Bradley recebeu uma ligação de sua mãe que pediu para que fosse morar novamente com ela no Brooklyn. Foi lá que começou a se apresentar em clubes como sósia de James Brown usando o apelido Black Velvet. Durante esse período, experienciou tempos mais difíceis, inclusive quase morreu em um hospital depois de ter recebido uma injeção de penicilina (da qual é alérgico) e acordado com a chegada da polícia na cena do assassinato de seu irmão na rua da casa de sua mãe.

Durante suas apresentações como Black Velvet foi descoberto por Gabriel Roth, co-fundador da Daptone Records. Roth apresentou Bradley ao artista Tom Brennek, que o convidou para os ensaios de sua banda. Bradley disse pra banda ir tocando seus instrumentos enquanto simplesmente ia improvisando letras durante as músicas. Depois de Bradley escrever algumas músicas, a Daptone lançou algumas delas em vinil começando em 2002, dez foram escolhidas para o seu disco de estréia No Time For Dreaming em 2011.


















Na primavera de 2012 foi lançado Soul of America, um documentário dirigido por Poull Brien, que conheceu Bradley quando dirigiu o videoclipe para a música "The World (Is Going Up In Flames)." O filme estreou no festival de cinema SXSW em Austin, Texas e conta a história de Bradley desde sua infância na Flórida, passando por seus dias de mendigo e seus shows como Black Velvet, o filme termina com sua primeira turnê e gravação do disco pela Daptone Records.

O segundo disco de Bradley, Victim of Love, foi lançado em 2 de abril de 2013 ainda pela Daptone Records.

Discografia
No Time For Dreaming (2011)
Victim of Love (2013)

Singles
"Take It As It Come, Pt. 1" / "Take It As It Come, Pt. 2" (2002).
"Now That I'm Gone (Look How You're Crying)" / "Can't Stop Thinking About You" (2004).
"This Love Ain't Big Enough For The Two Of Us" (2006).
"The World (Is Going Up In Flames)" / "Heartaches And Pain" (2007).
"The Telephone Song" (2008).
"No Time For Dreaming" / "Golden Rule" (2010).
"Every Day Is Christmas (When I'm Lovin' You)" / "Mary's Baby" (2010).
"Heart of Gold" / "In You (I Found a Love)" (2011).
"Changes" / "Ain't It A Sin" (2013).
"Take It As It Comes" no álbum The Sugarman 3 Pure Cane Sugar (2002).
"Take It As It Comes" (Afrodisiac Soundsystem Remix) no álbum Daptone Records Remixed (2007).
"Stay Away" (cover do Nirvana) no álbum Newermind da revista Spin, uma coletânea de covers do Nirvana (2011).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.









3 - Sharon Jones & The Dap-Kings














Sharon Jones & The Dap-Kings é uma banda de funk/soul da gravadora Daptone Records. Uma das chaves de propulsão foi a participação da banda em metade das faixas do álbum Back to Black de Amy Winehouse, à convite do produtor Mark Ronson. "Amy é um grande talento e fiquei contente que os rapazes tenham contribuído para o sucesso do disco dela", conta, diplomática. "Isso mostra que trabalho com os melhores. Foi proveitoso. Toda essa coisa em relação a Amy foi muito boa para que o meu trabalho e o do Dap-Kings ficasse mais conhecido.".

Nascida em Augusta , Geórgia , Jones, a vocalista, mudou-se para Nova Iorque em uma idade adiantada. Quando criança, ela e seus irmãos tentavam imitar o canto e a dança de James Brown . Jones entrou muitas vezes em shows de talentos apoiados por bandas do funk locais no início de 1970, em seguida, continuou com cânticos de apoio, muitas vezes creditado a Lafaye Jones, mas na ausência de qualquer contrato de gravação como cantora solo, ela passou muitos anos trabalhando como um oficial de correções em Rikers Island e como um guarda carro blindado para Wells Fargo Bank. Em 1996, ela apareceu em uma sessão soul como voz de apoio e profundo da lenda do funk Lee Fields .













A sessão foi organizada por Gabriel Roth e Philip Lehman, proprietário da gravadora francesa Puros Label Pure Records. Jones foi o única das três cantoras que foram chamados para a sessão oficial, pois, Roth e Lehman ficaram devidamente impressionado com sua performance nos testes e gravaram "Switchblade", uma faixa solo com Jones. Essa faixa e "The Landlord" foram incluídos no álbum "Soul Tequila" do "The Soul Providers" , lançado pela Philip Lehman em Pure circa 1996. "The Soul Providers" com os membros vindos do Brooklyn e New York City , a banda "Antibalas" e "The Mighty Imperials" mais tarde passam a formar os "The Dap-Kings", banda atual apoio de Jones.

Lehman e Roth decidiram começar uma nova gravadora com base em Brooklyn chamado Desco Records, agora também extinta. "Soul Tequila"  foi re-lançado como Gimme the Paw , que omitiu "The Landlord", mas manteve "Switchblade". Jones, no entanto, gravou e lançou três singles em 45 para o rótulo Desco, "Damn It's Hot" (parte 1) seguido por (parte 2), "Bump N touch" (parte 1) lastreados em "Hook and Sling Meets the Funky Superfly" (medley cover de Eddie Bo e Bobby Williams faixas), e "You Better Think Twice" apoiada por "I Got a Feeling" (um cover de James Brown).  O próprio selo Desco tinha estabelecido uma reputação firme entre os entusiastas. Desco continuou a lançar singles e LPs também por Lee Fields, The Sugarman , O The Daktaris e "The Mighty Imperials", bem como uma compilação adicional de 45s do funk. Um álbum do "The Mighty Imperials" acabou sendo o último lançamento no selo Desco, e devido a uma diferença de opiniões proprietários do selo Lehman e Roth se separaram em 2000. Lehman começou outra independentes, Soul Fire Records, agora também extinta, enquanto Gabriel Roth passou para começar uma nova gravadora Daptone Records com o saxofonista Neal Sugarman.

















Lançada no ensejo de popularidade da extinta Desco Records, primeiro lançamento da Daptone Records seria uma gravação do álbum de Sharon Jones. A nova banda, "The Dap-Kings", foi formada a partir das cinzas dos "The Soul Providers" e "The Mighty Imperials". Alguns dos músicos passaram a gravar para o selo Soul Fire de Philip Lehman, enquanto alguns formou a banda afro-beat "the Band Budos" . A partir dos "The Soul Providers" originais, Roth (AKA Bosco Mann) no baixo, o guitarrista Cee Binky Griptite, percussionista Fernando Velez, trompetista Anda Szilagyi e organista Earl Maxton se juntaram ao original saxofonista do "The Mighty Imperials Leon Michels e o baterista Homer Steinweiss, além de Neal Sugarman de Sugarman, para formar o The Dap-Kings.
Sharon Jones & The Dap-Kings no Festival Moers de 2007.

Em 2002, sob o nome de Sharon Jones & The Dap-Kings , o grupo lançou um álbum Dap Dippin 'com Sharon Jones e os Dap-Kings para o qual eles receberam atenção imediata e elogios de entusiastas, DJs e colecionadores. Com mais três álbuns com os respectivos títulos: Naturally (2005), de 100 dias, 100 Nights (2007) e I Learned the Hard Way (2010) eles são vistos por muitos como a ponta de lança de um movimento de revival soul e do funk. Eles estão particularmente bem respeitado entre seus fãs e contemporâneos para capturar com sucesso a essência do soul como era no seu auge na década de 1960 e início de 1970.

















Entre as influências de Jones são James Brown , Sam Cooke , Aretha Franklin , Ella Fitzgerald , Thom de Bell , Otis Redding , Ike & Tina Turner , Marva Whitney e todos, da gravadora Motown . Além disso, Jones também cita artistas mais recentemente conhecidos, como Michael Jackson , Prince , Erykah Badu e Beyoncé .

Jones teve um pequeno papel no filme de 2007 The Great Debaters , estrelado por Denzel Washington e Forest Whitaker , como Lila, uma juke joint cantor. Seu desempenho de Lucille Bogan "s" em  "That's What My Baby Likes" é destaque no filme, e Jones está nos adicionais de canções da era 1930 estão incluídas na trilha sonora do filme.

Jones cantou com Phish durante o seu desempenho em 2009 do Dia das Bruxas dos Rolling Stones Exile on Main St. , em Indio, Califórnia no Festival 8 .

Jones fez um dueto de "Beby" (You Got What It Takes) ", com Michael Bublé em seu álbum de 2009 Crazy Love .

Ela já se apresentou em turnê com Lou Reed , embora sua aparição em The Great Debaters tenha causado impacto suficiente para Jones se desligar um período como back-vocals, para show ao vivo do Reed em outono de 2007, construído em torno de seu Berlin álbum, ela executa uma canção de David Byrne - Fatboy Slim collaboration, Here Lies amor .

















Falando por telefone para a revista Rolling Stones Brasil com seu carregado sotaque do sul dos Estados Unidos, Jones reforça que não faz parte de movimento algum. "Bem, falam muito de artistas que estão redescobrindo a soul music, mas eu não me considero parte disso", diz. "Talvez isso seja válido para quem está começando agora. Eu sou autêntica, não faço parte de qualquer tipo de revival. Veja, sempre estive mergulhada na música: quando menina eu já cantava na igreja. Sempre de raiz. Não tive chance de gravar quando era mais jovem e meu nome só veio à tona de uns dez anos para cá.Talvez seja por isso."

Sharon grava no selo Daptone e admite que a pouca estrutura de sua gravadora às vezes atrapalha. "Somos pobres", explica. "Mas eu sei que o pessoal está trabalhando para melhorar a distribuição. Vou passar pelo Brasil sem que meus discos tenham sido lançados aí. Espero que essa situação mude. Também me cobram muito um DVD ao vivo. Isso está nos planos, mas precisamos levantar fundos, já que essas coisas custam muito e, como falei, ainda não temos condições para tanto."

Sharon Jones no Brasil

A cantora foi a terceira é última atração da noite começou aos dez minutos da madrugada de sábado para o domingo no BMW Jazz Festival . No palco, a banda The Dap-Kings (que já gravou com Amy Winehouse), formada por dois saxes, um trompete, percussão, bateria, baixo e duas guitarras. O líder Binky Griptite ensaiou duas frases em portunhol e confessou ser isso o máximo que sabia falar em português. E por 15 minutos comandou o show. Em seguida chamou as duas backing vocals, que também fizeram os seus solos e tomaram os seus lugares. E depois de ele perguntar diversas vezes "Vocês querem Sharon Jones?", finalmente a nova diva da black music entrou no palco. Trajando vestido preto e já dançando, ela falou, em português: "Como estão vocês?". A partir daí, seguiram-se 90 minutos de interação total com a plateia. Sharon não apenas canta: ela dança e conversa com o público o tempo todo, e se arrisca chamando pessoas ao palco. Primeiro, ela chamou um rapaz e cantou para ele, dançando junto; depois, convidou quatro meninas e ensaiou com cada uma delas passos de dança.

Sharon, de 55 anos, faz um show "arrasa quarteirão", com energia de garota. Mas não houve só momentos eletrizantes. O intimismo aconteceu quando ela cantou "Mama Don't Like My Man", um diálogo entre mãe e filha, respondida por uma das backing vocals, e acompanhado só da guitarra no início e depois de percussão e bateria. Logo em seguida, ela chamou mais um rapaz da plateia ao palco, e com ele dançou mais calmamente. O show já corria por uma hora, e quem esperava que fosse acabar por aí viu, boquiaberto, Sharon tirar as sandálias para continuar cantando por mais 30 minutos. As luzes do palco se acenderam e a plateia não arredou pé, até que voltou ao palco uma das backing vocal e começou a incentivar o público a fazer Sharon voltar. Foi a deixa para a volta e para o bis de mais 15 minutos, quando aproveitou para apresentar, um a um, os músicos da banda. Ela saiu convidando o público para o show ao ar livre que aconteceu domingo, 12 Junho de 2011, dizendo não gostar de despedidas.

Se apresentou no Free Jazz Festival, um marco no circuito de eventos musicais no Brasil e de nome conhecido no mundo todo, deixou de integrar a agenda de festivais do país. Porém, em 2011, grandes artistas do gênero musical voltam a se reunir em solo nacional com o BMW Jazz Festival (que tem em sua organização Monique Gardenberg, que também trabalhou no Free Jazz), que teve sua primeira edição nos dias 10, 11 e 12 de junho, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Na conversa com a imprensa, foram reveladas as atrações principais que farão parte do casting do festival. Estão escalados o saxofonista Wayne Shorter, que ajudou a compor a banda de Miles Davis; Sharon Jones, que canta acompanhada do grupo The Dap-Kings, mais conhecido por ter participado das gravações do álbum Back to Black, de Amy Winehouse; o grupo gospel Madison Bumblebees; a big band nacional Orkestra Rumpilezz, que inova em sua forma de fazer jazz ao misturar ao gênero batidas afro-brasileiras e os italianos do Funk Off Brass Band, entre outros. Dessa lista, duas atrações, Sharon Jones e a Funk Off Brass Band, realizaram um show gratuito no Parque Ibirapuera no dia 12 de junho.

A princípio, a realização do BMW Jazz Festival acontece somente em São Paulo, mas não foi descartada a possibilidade de levá-lo também ao Rio de Janeiro, em anos próximos, e para outras capitais do Brasil. Inclusive, duas atrações do line-up da edição deste ano já garantiram que aproveitam a viagem para ir também ao Rio: Joshua Redman e Sharon Jones.
A cantora também realizou apresentação cantando a música "I Learned the Hard Way" no talk show Programa do Jô em 08/06/2011.
















Sharon Jones e a luta contra o câncer.

Em 2013 Sharon Jones adiou uma turnê e o lançamento de seu novo disco depois que foi diagnosticada com câncer no ducto biliar, segundo a própria cantora revelou. Ela e sua banda, o Dap-Kings, tinham planejado lançamento de Give the People What They Want no dia 6 de agosto, mas a cantora alterou a agenda para fazer cirurgia e se recuperar.

Foi anunciado em 03 de junho de 2013, que Jones foi diagnosticado com câncer do ducto biliar e foram submetidos à cirurgia, o que a obrigou a adiar o lançamento do quinto álbum do grupo, "Give the People What They Want". O diagnóstico foi posteriormente alterado a Segunda Fase do cancro do pâncreas , para o qual Jones foi submetido à quimioterapia.

“Durante as últimas semanas eu não me senti muito bem e não sabia o que estava acontecendo. Nós infelizmente tivemos que cancelar shows enquanto eu passei por uma série de exames hospitalares”, disse Sharon em depoimento. “Acabamos de descobrir que tenho um tumor em fase inicial no meu ducto biliar. Felizmente pegamos uma fase bem inicial e os médicos afirmam que posso operar e me curar!”.

Give the People What They Want é o sexto álbum da cantora, mas ela esteve determinada a retornar assim que pode. “Vou passar pela cirurgia muito em breve e tenho que descansar e me recuperar. Vou permanecer em contato e manter meus fãs e amigos atualizados sobre meu progresso”, disse. “Estou ansiosa para retornar à estrada e dar às pessoas o que elas querem.”

O retorno com o álbum "Give the People What They Want".

A cantora voltou à música depois de uma cirurgia contra um câncer. Ela e a banda Dap-Kings preparavam o lançamento de Give the People What They Want para o dia 6 de agosto, assim como uma turnê, mas tiveram que mudar de planos depois que em junho a cantora foi diagnosticada com um tumor em fase inicial no ducto biliar.

Recuperada da operação, ela e a banda marcaram o lançamento para o dia 14 de janeiro de 2014, e farão um triunfante retorno aos palcos em Nova York, no dia 6 de fevereiro. “Sem dúvida, este álbum será a melhor coisa que já gravamos e estou ansioso para que o mundo escute”, disse o baixista Bosco Mann em nota oficial.

Em novembro de 2013, Sharon Jones & The Dap-Kings anunciou seu retorno ao cenário mundial, com US e turnês europeias, e uma nova data de lançamento do álbum de 14 de janeiro de 2014.
Em 28 de novembro de 2013, Sharon Jones & The Dap-Kings realizada performasse durante a 87 de Macy anual Thanksgiving Day Parade.

Em fevereiro 2015 Jones apareceu no BBC programa de televisão Reginald D Hunter's Songs of the South, apresentado por Reginald D. Hunter cantando " Wade in the Water ".

Álbuns
Dap Dippin' with Sharon Jones and the Dap-Kings (2002)
Naturally (2005)
100 Days, 100 Nights (2007)
I Learned the Hard Way (2010)
Soul Time! (2011)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.









4 - Randa and the Soul Kingdom
Randa and the Soul Kingdom é uma banda de soul/funk australiana. Randa já tocou com Dap Kings como apoio a Sharon Jones. Confiram o primeiro álbum deles, o homônimo Randa and the Soul Kingdom que foi lançado em 2009, groove na veia!

A Austrália tem revelado ótimos nomes do new-funky nos últimos anos. São os casos das bandas The Bamboos, Cookin’ 3 Burners, Lanu, entre outros. O mais novo nome a ser lançado é Randa Khamis. A cantora tem em seu currículo trabalhos com o The Dap Kings, como apoio de Sharon Jones, a banda Speedometer e o cantor Lionel Richie. Agora, acompanhada da banda The Soul Kingdom e com produção de Lance Fergunson, do The Bamboos, Randa lança seu ótimo disco de estréia. Destaque para a session de metais da banda que é cabulosa!


Não encontrei muita informação sobre a banda na internet mas se você procura um som, baseado no Funk e Soul com influências de James Brown com muito swing, Randa And The Soul Kingdom é um prato cheio e com uma cantora sensacional. 







5 - Sister Sparrow & The Dirty Birds















Sister Sparrow & The Dirty Birds, algo como Irmã Pardal e Os Pássaros Sujos, é uma banda formada em Nova York em 2008 tendo com núcleo principal os irmãos Arleigh Kincheloe (vocal) e Jackson Kincheloe (gaita) acrescidos de Sasha Brown (guitarra), Josh Myers (baixo), Dan Boyden (bateria), Phil Rodriguez (trompete), e Brian Graham (sax). Com três álbuns na mala e quatro anos direto na estrada, o septeto vem chamando atenção por onde passa, merecidamente.

Um pouco do mérito vem de “The Weather Below”, seu terceiro álbum, lançado em maio deste ano pelo selo independente Party Fowl Records. Em entrevistas, a vocalista Arleigh, uma garota ruivinha e franzina, mas com um potencial de voz surpreendente, diz que a principal diferença do novo álbum para os anteriores (“Sister Sparrow & The Dirty Birds”, de 2010, e “Pound of Dirt”, de 2012) é que agora ela já descobriu a melhor maneira de encaixar sua voz, poderosa, nas canções da banda.

Nada melhor do que um exemplo visual: em junho, Sister Sparrow & The Dirty Birds mostraram quatro músicas, todas do álbum “The Weather Below”, no programa Audiotree Live, e durante a empolgante execução de “Bordeline”, a canção que abre o disco e a sessão, em certo momento é possível flagrar Arleigh Kincheloe assustando-se com um berro que deu, como se estivesse descobrindo ali a potencia de sua voz. É um momento rápido ali pelos 3 minutos e 20 segundos, mas que diz muito.

A sonoridade do Sister Sparrow & The Dirty Birds é uma junção bem azeitada de soul, blues e funk passados por um irresistível filtro pop. “É alto, divertido e tem que te fazer bem”, avisa Arleigh. Há proximidade com Tedeschi Trucks Band, Joss Stone (que também está com disco novo na praça), Heartless Bastards (que também traz uma vocalista poderosa à frente, Erika Wennerstrom) e Alabama Shakes, principalmente do primeiro disco, ainda que Sister Sparrow seja mais incorpado e dançante. Há algo de Amy Winehouse também.
“The Weather Below”, conta Arleigh Kincheloe, é um disco inspirado em sua família. “Mama Knows”, o primeiro single do álbum, foi composta em Los Angeles, num dia que Arleigh conversava com sua irmã e relembrava a mãe. “It’s so sweet, if you don’t know, you better go ask your mama”, ela canta. A dançante “Sugar” ganhou um clipe divertido em um parque de diversões enquanto em “Bordeline”, minha preferida no momento, ela avisa: “Big brown eyes and he makes me sweat / The boy hasn’t even kissed me yet”.

Desde que lançou o primeiro álbum em 2010 (após cinco meses de residência no Rockwood Music Hall, em Nova York), o grupo tem vivido na estrada viajando mais de 50 mil milhas e atravessando 28 estados norte-americanos para mostrar suas canções em mais de 150 shows. “The Weather Below” é fruto direto da proximidade dos integrantes, mostrando uma concisão impecável em suas 10 canções, e deixando a vontade de vê-los no palco, ao vivo. Enquanto isso não acontece, a gente assiste ao vídeo abaixo. E aguarda (cantando e dançando). (Texto: Marcelo Costa)
Fonte: http://screamyell.com.br/

















Integrantes: 

Arleigh Kincheloe - Vocalista
Jackson Kincheloe - Harmônica
Sasha Brown - Guitarra
Bram Kincheloe - Bateria
Ryan Snow - Trombone
Phil Rodrigues - Trompete
Brian Graham - Saxofone barítono
Josh Myers - Baixo
J.J. Byars - Saxofone alto



Álbuns:
Sister Sparrow & The Dirty Birds(2010)
Pound of Dirt (2012)
Fight (EP 2013)
The Weather Below(2015)













6 - Monophonics












Monophonics é uma banda de San Francisco, formada por Alex Baky (saxofone/flauta), Austin Bohlman (bateria), Colin Brown (teclado), Ian McDonald (guitarra/sitar elétrica), Kyle Middlebrooks (percussão), Myles O’Mahoney (baixo) e Ryan Scott (trompete). A banda ganhou a cena em 2011, através do álbum Into The Infrasounds, lançado em setembro de 2010. O som está enraizado entre o Rock dos anos 60, e o funk/soul dos anos 70. Tudo isso regado a muita psicodelia.
















Os caras são influenciados por muita coisa boa, como Albert King, Baby Huey e Band of Gypsys. Soul e funk dos 60s sendo feito hoje em dia.