sábado, 24 de março de 2018

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 32)











Velotroz

Sob forte influência da música brasileira dos anos 70, do rock’n’roll e dialogando com as tendências musicais contemporâneas a VELOTROZ é uma banda única naquilo que se propõe fazer. Desde o seu início, em 2007, a banda vem conquistando sua própria sonoridade ousada, atemporal, energética, madura, diversa, que remete a suas influências, porém com seu colorido timbrístico e identidade e atitude interpretativa singular.

As letras da VELOTROZ tratam de relações entre pessoas, da natureza, da liberdade, da tecnologia, do tempo, do cotidiano, tudo de modo particular (com uma perspectiva particular / com um olhar particular). Apresentam tais temas à luz do século XXI, inseridos no contexto atual com todas as suas problemáticas e dúvidas, todo espanto e revelação daquilo que ainda estamos descobrindo como lidar, com os novos modos de sentir e entender.

Vencedora por unanimidade de júri do Desafio das Bandas em 2011, promovido pelo Jornal A Tarde, a banda se destacou pelo seu trabalho e tem participado de importantes projetos locais, como o Encontro de Compositores, o festival Sanguinho Novo (liderado pela banda Cascadura), o Vila do Rock  (homenagem do Teatro Vila Velha ao mês do rock em 2011) e o Vila da Música (desdobramento do Vila do Rock).














Em 2007 a banda gravou seu primeiro disco demo, o “Duas e Meia”, seguido pelo disco “Parque da Cidade” (2009). Em 2012 lançou o EP “A Banda do Futuro apresenta: Espelho de Sharmene”, gravado pelo produtor musical Jorge Solovera. O prêmio conquistado pelo festival Desafio das Bandas, proporcionou a VELOTROZ a gravação de um disco produzido pelo experiente produtor musical Tadeu Mascarenhas, no estúdio Casa das Máquinas, com lançamento previsto para o final de 2012. O projeto simboliza a fase mais madura da banda.

A banda é formada pelos viajantes Giovani Cidreira (voz e violão), Tássio Carneiro (guitarra e teclado), Silvio de Carvalho (guitarra), Caio Araújo (contrabaixo), Maicon Charles (bateria) e Filipe Castro (percussão), chamando atenção do público e dos críticos com seus shows sempre frenéticos e contagiantes.

A banda Velotroz é de Salvador (BA) e foi formada em Janeiro de 2007. Após algumas mudanças, atualmente compõe a banda Tássio Carneiro, Giovani Cidreira, Caio Araújo, Felipe Cerqueira e Maicon.















INICIO
De acordo com Tássio, a banda teve vários "cabeças", pois segundo ele o inicio foi uma convergência de idéias, na verdade nem todos se conheciam e por acaso acabaram se reunindo e criando a banda Velotroz.

- O que nos uniu foram amigos em comum. Por exemplo, eu tinha a idéia de dar início a um projeto com Eric (ex-tecladista da banda), que simultaneamente tinha uma banda com Jeferson e Danilo (ex-baterista e ex-guitarrista, respectivamente). Danilo tinha a idéia de começar outro projeto com Giovani. Por fim, acabamos nos juntando. Meio confuso, né? – Conta Tássio.

O NOME
Tássio explica que o nome Velotroz foi inspirado em uma lembrança dele, uma aula em que o professor contava alguma história e menciona que tinha um velotrol. Foi então que o nome Velotroz surgiu na imaginação de Tássio, que anotou a palavra no fundo do caderno.

INFLUÊNCIAS
Perguntado sobre influências e o estilo musical da banda, Tássio diz que eles escutam de tudo um pouco, mas ressalta que a maior influência é a MPB dos anos 1970 e o rock inglês.

- A gente sempre se perde na definição do "estilo" da banda, porque ouvimos tanta coisa e tem tanto a ser agregado ao som, que seria um desperdício se limitar nesse sentido. É quase rock, quase MPB. – Explica Tássio.

PROCESSO DE CRIAÇÃO
Segundo Tássio, não há um processo de criação padrão na banda, normalmente cada integrante apresenta uma melodia ou o esboço dela e a partir dessa idéia os demais vão trabalhando a musica em conjunto.

- A nossa inspiração vem do cotidiano, das coisas que a gente observa que estão acontecendo ao nosso redor, na cidade. Salvador é uma fonte inesgotável para temas de canções. Também a relação entre as pessoas, enfim. – Conta Tássio.

TRABALHOS GRAVADOS
A banda Velotroz tem um EP, que foi lançado em agosto de 2009, intitulado "Parque da Cidade" com oito músicas. Atualmente eles estão gravando algumas músicas novas que farão parte de um novo disco, que pretendem lançar ainda neste ano.
Fonte: http://www.jorps.net/

História do Tempo é o mais recente álbum da banda Velotroz. Com uma sonoridade única, o grupo liderado por Giovani Cidreira.

Discografia

Parque da Cidade (EP) - 2009
Banda do Futuro Apresenta: Espelho de Sharmene (EP) - 2012
História do Tempo (2015) 








Nevilton 




























Banda brasileira da cidade de Umuarama, PR, Nevilton foi formada em 2007 por Nevilton de Alencar (guitarra - voz) e Tiago Lobão (baixo - voz), após ambos passarem alguns meses em Los Angeles (EUA). Com o baterista Éder Chapolla, o trio apareceu sob influências de bandas como Beatles, Graforréia Xilarmônica, Pixies, Cake, Los Hermanos, Foo Fighters e Pavement.Em 2011, o Nevilton lançou 'De Verdade', o primeiro álbum completo do trio, que passou a se apresentar com um novo baterista, Flipi Stipp. 'Sacode!', o segundo álbum, saiu em 2013.

Nevilton lançou em fevereiro de 2010 o EP 'Pressuposto', trabalho muito bem comentado no cenário independente brasileiro, no qual a banda se estabeleceu fazendo shows em diversas cidades.  'Pressuposto' teve como destaque a faixa "O Morno", eleita pela revista Rolling Stone Brasil como a 2ª Melhor Música Nacional do ano de 2010.





























Em 2011, o Nevilton lançou 'De Verdade', o primeiro álbum completo do trio, que passou a se apresentar com um novo baterista, Flipi Stipp. 'Sacode!', o segundo álbum, saiu em 2013.


























Em 2017, a banda lançou 'Adiante', álbum que traz a formação da banda composta por  Nevilton, Tiago Lobão (baixo) e André Dea (bateria) e participações de Esdras Nogueira (Ex-Móveis Coloniais de Acaju), Thadeu Meneghini (Vespas Mandarinas) e Jajá Cardoso (Vivendo do Ócio).
Fonte: http://www.muzplay.net













Discografia

Pressuposto (2010)
De Verdade (2011)
Sacode! (2013)
Adiante (2017)








Mário Ghanna























Após concorrer ao Grammy Latino, ao prêmio Multishow, prêmio de Música Catarinense e conquistar a estatueta de ‘Melhor Álbum Latino’ e ‘Melhor Artista Latino”, no The Akademia Music Awards, prêmio americano voltado à música independente, Mario Ghanna apresenta suas composições e o som que vem lhe destacando. 

Depois de 'Manual de festa do rei do traje invisível', álbum lançado em 2017, Ghanna traz seu disco ao vivo 'Meio blues, meio samba - ao vivo em Curitiba'. 


























Suas influências de blues e música brasileira se destacam no show, que vem também em DVD a ser lançado nas redes sociais. "É blues na veia e música brasileira na alma", afirma Mario.

Com a a estatueta de ‘Melhor Álbum Latino’, pelo CD "Lírios", no The Akademia Music Awards, prêmio americano voltado à música independente, o cantor mostra que é sucesso de crítica. A faixa que carrega o mesmo nome do álbum vencedor, atualmente já é tocada em mais 45 cidades espalhadas pelo mundo, em rádios de Tóquio (JXFM), no Japão, Los Angeles (KMIX), Nova Iorque (WNYR) e Chicago, nos Estados Unidos e também no Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, aqui no Brasil, o que faz com que ele seja considerado uma aposta certa para o cenário brasileiro atual.
Fonte: Site Oficial


























Discografia

Manual de Festa do Rei do Traje Invisível (2017)
Meio blues, meio samba - ao vivo em Curitiba (2018)

sexta-feira, 9 de março de 2018

TERRENO BALDIO - MOZART MELLO & JOÃO KURK (HISTÓRIAS DO ROCK NACIONAL)



























Considerado por muitos como o Gentle Giant brasileiro, o Terreno Baldio é um dos mais importantes grupos nacionais no estilo. Formado no início dos anos 70, o grupo estréia em 1975 com "Terreno Baldio", que sai pela gravadora Pirata em tiragem de 3000 cópias. O grupo lançaria ainda mais um álbum, "Além das Lendas Brasileiras", antes de debandar, em 1978. Um trabalho mais brasileiro dentro do Rock Progressivo. A formação era ligeiramente diferente com Ayres Braga (ex- Joelho de Porco) no lugar de Ascenção. O Terreno voltaria a se reunir em 1993 para regravar o primeiro LP, dessa vez em inglês, para um (re)lançamento pela Progressive Rock Worldwide (com direito a faixas-extras). Ou seja, trata-se na verdade, de um terceiro disco do grupo. Depois de mais de três décadas de seu lançamento original, em 1976, e após um processo de produção de praticamente dois anos entre pesquisa, design de encarte e masterização, a gravadora niteroiense Rock Symphony e o grupo paulista Terreno Baldio relançam o primeiro disco que ainda era inédito em CD. O som foi remasterizado na Itália pelo produtor original dos dois LP's da banda, Cesare Benvenuti. Também ficou internacionalmente conhecida por reportagens no Japão, Europa, EUA, etc. A nova formação do Terreno é Kurk nos vocais, Mozart na guitarra, Lazzarini nos teclados,(integrantes da formação original), Edson Ghilardi na bateria, Geraldo Vieira no contrabaixo e Cássio Poleto no violino. É um ícone do Rock Progressivo que volta a tocar muitos anos depois. 
Fonte: http://www.terrenobaldio.com.br/



























Em 1973, João Kurk (vocais e flauta), Roberto Lazzarine (teclado) e Joaquim Correia (bateria) - ex companheiros de Islanders (cover de bandas de sucesso - 1966/1971), convidam Mozart Mello (guitarra) e João Ascenção (baixo) para formarem o Terreno Baldio, grupo de progressivo com forte inspiração na banda inglesa Gentle Giant. Sua primeira apresentação notável ocorreu na noite de 28 de agosto de 1974, numa estrutura geodésica montada no Parque do Ibirapuera, especialmente para o evento “Festival do Cometa”, que reuniu várias bandas de rock, entre elas a Jazzco.



















Em 1975, gravam o primeiro LP - Terreno Baldio, lançado pelo selo Pirata no ano seguinte, com prensagem de apenas 3.000 cópias. Nesse mesmo ano, participam do festival Banana Progressiva, ocorrido no Teatro da GV, em São Paulo. O evento procurou apresentaro o que havia de progressivo na música brasileira como os grupos Vímana, Os Bolhas, O Terço, O Som Nosso de Cada Dia e Apocalypsis entremeados de outros grupos instrumentais e de vanguarda; tais como Hermeto Paschoal e grupo, Jazzco, A Barca do Sol - incluisive conta com a presença de Erasmo Carlos & Cia Paulista de Rock. Por essa época, a fitas-master de registro do primeiro álbum extraviam-se, inviabilizando novas tiragens.



















O ecletismo sonoro da banda funde elementos eruditos aos jazzísticos e a ritmos e harmonias extraído da música popular e regional brasileira; tais como xaxado, baião, incluindo instrumentos de percussão típicos do nosso folclore. Os elementos poético remetem-se a temas daquele período e citam a liberdade, em oposição ao regime militar, a solidão e a poluição em alusão à vida em grandes cidades, como São Paulo. No próximo registro, Além das Lendas Brasileiras - 1978, o tema conceitual do álbum foi encomendado pela gravadora (Continental/Warner) ao fechar contrato com o grupo. Naquele momento, Ascenção já havia sido substituído po Rodolfo Braga (ex-Joelho de Porco) no contrabaixo (início de 76). O novo repertório incluiu, além de temas do folclore nacional, a canção Passaredo, de Francis Hime e Chico Buarque, num arranjo original - tema vinculado à preservação da natureza. Ao final de 1979, o grupo dissolve-se em função do declínio do progressivo junto às mídias e em função de um novo panorâma que se delineava junto ao universo pop.

































































































Em 1993, o grupo reuniria-se parcialmente (Kurk, Lazzarini, Mello) - incluindo Renato Muniz no baixo e Ricardo Brasa na bateria - para um novo registro do álbum de 76, versão em inglês junto ao selo Progressive Rock Worldwide, visando o mercado europeu. O CD inclui faixas extras e constutiu-se, portanto, no terceiro trabalho a ser gravado. Logo em seguida, a gravadora Rock Synphony, sediada em Niteroi, após longa pesquisa e sofisticada produção, relança o primeiro trabalho em versão CD, remasterizado na Itália pelo seu produtor original - Cesare Benvenuti. No corrente ano (2008) , o grupo reuniu-se novamente para participar da VIrada Cultural, em São Paulo. Apresentou-se na Praça da República com a seguinte formação: Mozart Mello (guitarra), Lazzarini (teclados), Kurk (vocal), Cassio Poleto (violino) Renato Muniz (baixo) e Edson Guilard (bateria) - basicacemente, executou o repertório do primeiro LP - destacando-se “Este é o Lugar” e “Grite”. Com novas apresentações marcadas, essa nova formação seguiu carreira lastreada nos trabalhos da década de 70, de forma esporádica e sazonal. 






















































A Banda ficou em 1° lugar no tópico Melhor Relançamento, do site Rock Progressivo Brasil.
Fonte: https://som13.com.br


























Discografia 


1975 - Terreno Baldio
























1977 - Além das Lendas Brasileiras
























1993 - Terreno Baldio (versão em inglês)





















2003 - Pirata 



Mozart Mello




















Mozart Mello (São Paulo, 20 de julho de 1953 é um guitarrista e professor brasileiro.

Foi professor e diretor pedagógicodo do Instituto de Guitarra e Tecnologia (IG&T). Já lecionou para guitarristas de alto valor do Brasil, como Juninho Afram, Kiko Loureiro, Edu Ardanuy, Rafael Bittencourt, Wanderson Bersani, Vandré Nascimento e tantos outros.

Mozart Mello começou a tocar por influência da família. Seu avô materno era músico e tocava em um coreto. Seu pai tocava vários instrumentos de ouvido, entre eles o violão. A sua mãe tocava acordeão e teclado, mas foram as belas harmonias de bossa nova saído do violão de sua irmã que o inspiraram a se desenvolver no meio musical.

Já atuou no programa de televisão chamado MiniGuarda, onde fazia parte da banda Os Selvagens, em 1967. Foi parte, na década de 1970, da banda de rock progressivo brasileira Terreno Baldio.

A partir de 1967 com o grupo Os Selvagens (TV Bandeirantes - programa Mini Guarda)






















Principais Eventos: Trabalhou (gravou e/ou acompanhou e/ou participou) dos grupos: Fush, Mona, Terreno Baldio (2 discos + CD lançado no Japão), Joelho de Porco, Trielo (com Alvaro Gonçalves e Faíska), Acoustic Strings (com Cassio Polleto), Trio D'Alma com André Geraissati e Ulisses Rocha (eventos com Cesar Camargo Mariano, João Bosco, Marco Pereira, Zimbo Trio, Festivais Nacionais e Internacionais de Jazz, trilhas para a TV etc.) São Paulo Express (com Albino Infantozzih, Celso Pixinga e Faíska), artistas e músicos como Christian e Half, Fábio Júnior, Pete Dunaway, Eduardo e Silvinha Araujo, Secos e Molhados, João Ricardo (solo), Laura Finokiaro, André Christovan, Grupo Carmina, Elinho de Jesus, Valtel Branco, Carlos Lucena, Carlinhos Vieira, Consiglia Latorre, Ruthe London, Nélson Mota Melo, Grupo AR, Heraldo do Monte, Vitor Biglione, Pixinga, Duda Neves, Luis Melo, Nico Assunção, Dom Beto, Joe Moghrabi, Álvaro Gonçalves, Faíska, Tomatti, Cássio Polleto, Arismar do Espírito Santo, Thiago do Espírito Santo, Manny Monteiro, Geraldo Vieira, Albino Infantozzih, Ximba Uchyama, José Valter Campos, Kiko Moura, Kiko Loureiro, Alfredo Lemos, Rainer Pappon, The Scrutinizer Band (Zappa Cover), Douglas Las Casas, Alaor Neves, Renato Martins, Giba Favery, Jammie Findlay, Nelson Farias, Greg Bizanette (workshop) entre outros.

Como solista desde 1988 (a partir da primeira apresentação em São Carlos no Café com Letras).

Atividades didáticas: Desde 1977 incluindo várias Escolas e Conservatórios, a coordenação didática do IGT (1988), Workshops, Seminários e Cursos por todo o país, cinco livros, grande número de apostilas (produções independentes), 2 vídeo-aulas (Fusion/Blues) e um vídeo show com Albino Infantozzih.

Colaborou com as revistas: Tok pra quem Toka, Cover Guitarra e Guitar Player (ex-editor técnico). Cursos na Faculdade Carlos Gomes e para alunos da FAAM e Santa Marcelina. Cursos nos Conservatórios Souza Lima, Frutuoso Viana e D. Pedro I e atualmente diretor pedagógico e professor do EM&T (Escola de Música e Tecnologia).

Shows / eventos importantes que participou: Free Jazz Festival 85/86, Festival de Inverno de Campos do Jordão 85/86, Festivais de Jazz de Montreal, Quebec, Otawa todos em 86, Guitar Mix (todas as edições), Festival de Jazz de Cascavel, abertura de dois shows para Frank Gambale etc. Já trabalhou para as marcas: Spanish, Harmonic, Tagima (atualmente), Fernandes, Aria Pro II, Oliver, Meteoro, Peavey (atualmente), Alvarez, Samick etc.
Fonte:http://www.mozartmello.com.br/





João Kurk (1950-2017)

























João Kurk cantava, tocava Guitarra, Violão, Gaita e Flauta.

Em 1966, iniciou sua carreira musical com o grupo cover The Islanders.

Em 1974, ajudou a criar o Terreno Baldio, grupo pioneiro de rock progressivo no Brasil.

Com ele, gravou 2 LPs  de  composições  próprias pela Continental, sendo citação obrigatória  em qualquer discografia de rock progressivo brasileiro.


























Em 1981, entrou para o grupo Rock Memory, gravando 3 LPs cover e 1 LP de composições próprias, todos pela Continental/Warner.


























Em 1991, montou a banda Paris Supertramp, especializada em covers da banda inglesa.

Em 1992, somou sua experiência à banda Rockover, na qual atuou até 2009, quando montou a banda Rockstock, da qual participou até 2012.

Ao final de 2012, ajudou a criar a banda Mr. Kurk.

João Kurk fez vários trabalhos para a gravadora Movieplay, da Holanda.

Produziu os CDs de rock progressivo das bandas Nave e Via Lumini, tendo em vista que, nesse último, emprestou também a sua voz.
Fonte: http://mrkurk.com.br/



João Kurk: a morte de um grande artista rock da noite paulista

















Por: Malú Botelho / Fotos: Leandro Almeida
Colaboradores Reduto do Rock
Edição: Álvara Bianca e RR

Entre tantas perdas no meio musical nos últimos tempos, a morte aos 67 anos de João Kurk, no dia 11 de agosto, foi um choque para todos aqueles que acompanham o circuito rock nas noites paulistas.

O músico começou seu trabalho na década de 60, inspirado em bandas como Beatles e Rolling Stones, fazendo parte da banda de covers The Islanders. Em 1971 formou o grupo Utopia, que além de covers já apresentava composições próprias. Mas foi em 1973, juntamente com Roberto Lazzarani, Mozart Mello, João Ascenção e Jô Correia, que Kurk formou a Terreno Baldio, gravou dois discos e, assim como Os Mutantes e O Terço, apresentou o Rock Progressivo para o público brasileiro.






































Dos anos 80 em diante, Kurk tomou gosto pelos covers, passou pelas bandas Rock Memory, Paris Supertamp, Rockover e Rockstock. Já em 2012, juntamente com o amigo e músico Douglas Coronel, formou a Mr Kurk da qual atualmente faziam parte João Kurk (vocais, guitarra, violão e gaita), Douglas Coronel (vocais e teclado), Carlos Zanin (vocais, guitarra e violão), Ed Carvalho (vocais e contrabaixo) e Luciano Gomes (vocais e bateria).

Mais do que um grande músico e compositor que fez história no rock do nosso país, João Kurk lotava casas noturnas, esbanjava energia e simpatia dentro e fora dos palcos, espalhava amigos por onde passava (como pudemos ver pelo número de fotos compartilhadas por fãs nas redes sociais nos últimos dias).


Como amante do rock’n'roll, e frequentadora assídua dos seus shows desde os 18 anos, deixo meu carinho e meu mais sincero agradecimento em nome de todos que, assim como eu, aprenderam tanto com você. Certamente canções como “Candy”, do Iggy Pop, e “Psycho Killer, do Talking Heads, entre tantas outras nunca mais serão ouvidas da mesma forma por nós.
Fonte: http://redutodorock.com.br/


































sábado, 24 de fevereiro de 2018

20 FEET FROM STARDOM - A UM PASSO DO ESTRELATO (DICA DE CINEMA)






































Enfim assisti a "20 Feet From Stardom" ou na versão brasileira "A Um Passo do Estrelato" pela Netflix. Já havia tempo em que eu queria ver e vinha adiando por besteira, é um ótimo documentário. 












Particularmente eu que sou fã de música a tanto tempo, principalmente em se tratando de rock, confesso ter dado mais atenção as vozes femininas depois de velho. Sempre me encantei com o trabalho das(os) backing vocals e por conta delas hoje ouço mais música negra, mais cantoras e música de raiz do que quando mais jovem. Curto muito hoje Soul, R&B, Blues e até Jazz, principalmente as cantoras destes gêneros.

Mas foi no rock que eu despertei para essas deusas da voz que ficam por trás dos palcos, enriquecendo a música pop de uma maneira, diria até épica. Assim foi quando vi e ouvi pela primeira vez "The Great Gig In The Sky" da banda britânica Pink Floyd de um show gravado nos anos 90 do álbum ao vivo: P.U.L.S.E, até hoje me arrepia os pelos a parte em que as backing vocals fazem seu solo (Incrível saber que na versão de estúdio do álbum The Dark Side of the Moon essa canção foi gravada apenas pela cantora, também britânica: Clare Torry). 

Da mesma forma até hoje fico ansioso para ouvir a parte em que a cantora  Merry Clayton canta em Gimme Shelter na gravação original dos The Rolling Stones. Essa história é contatada pelos próprios no documentário e também a importância dos roqueiros, principalmente dos britânicos na ascensão, destes artistas tão pouco valorizados na industria e pelo público. Outra música do rock que me fez abrir os olhos ou as orelhas para o trabalho das(os) backing vocals foi "I Still Haven't Found What I'm Looking For" dos irlandeses do U2, que tem a participação de um coral gospel americano. Um dos meus maiores sonhos é viajar para os E.U.A, participar e assistir de um culto evangélico, com esse tipo de coral mais tradicional gospel, deve ser uma emoção única. 





























Mas falando do filme, só pela trilha sonora já vale a pena ver, a história destes artistas sensacionais e tão pouco valorizados é o ponto forte do filme além de seus talentos. Com depoimentos emocionantes, que em algumas partes quase me fizeram chorar, de artistas consagrados dando o devido crédito para aquelas vozes, que só enriqueceram seus trabalhos, e se eternizaram em fantásticas gravações da música pop, fazem deste filme uma experiência de real valor, o qual mais do que recomendo.


CRÍTICA

Vencedor do Oscar de Melhor Documentário em 2014, este filme mostra o universo dos backing vocals e das lendas que eles apoiam.

Nos shows, os backing vocals ficam ao lado ou um pouco atrás dos artistas que estão se apresentando no palco, sempre ajudando a tornar o espetáculo mais completo e brilhante para o público. Na maioria das vezes, não nos preocupamos com essas figuras, principalmente por estarmos concentrados em ver nossos ídolos tocando as músicas que gostamos. Mas eles estão lá e, mesmo que não os percebamos, são tão importantes quanto os músicos por quem pagamos os ingressos para assistir. E A Um Passo do Estrelato é um documentário interessantíssimo exatamente por trazê-los como seu tema central.

























Incluindo depoimentos de artistas consagrados como Bruce Springsteen, Sting, Mick Jagger, Bette Midler e Stevie Wonder, A Um Passo do Estrelato conta um pouco sobre a vida de algumas cantoras que trabalham como backing vocals (e digo “cantoras” porque o diretor Morgan Neville não chega a mostrar homens que sigam essa carreira). Ao mesmo tempo, o longa busca fazer um retrato da profissão no sentido dela ser, na maioria das vezes, o primeiro passo rumo ao estrelato absoluto.






















Por ter muito o que abordar e várias personagens para acompanhar, como Darlene Love (que muitos cinéfilos devem lembrar como a esposa de Roger Murtaugh, personagem de Danny Glover na franquia Máquina Mortífera) e as “raelettes” Merry Clayton, Mable John e Susaye Greene, A Um Passo do Estrelato demora um pouco para se organizar, pulando de um assunto a outro sem muita lógica. Mas depois que Neville apresenta os elementos do filme, a narrativa transcorre com mais naturalidade, e o trabalho de montagem do trio Douglas Blush, Kevin Klauber e Jason Zeldes traz um ritmo ágil e envolvente ao filme.






































Um detalhe curioso é que, apesar de o público não dar tanta atenção as backing vocals, isso não quer dizer que os artistas a quem elas dão suporte nas canções as tratem da mesma forma. Na verdade, o respeito que astros como Sting e Mick Jagger têm por elas é admirável e até mesmo tocante, uma vez que eles têm plena noção de que estão cantando com pessoas que não só são essenciais para que suas músicas funcionem da forma como desejam, como também são tão talentosas quanto eles, donas de grande potencial para serem cantoras famosas no mundo todo.

O que nos traz a Lisa Fischer, cantora com uma voz que deslumbra qualquer um que pare para ouvi-la. Algum tempo depois de começar como backing vocal, ela alcançou o sucesso numa carreira solo, inclusive ganhando o Grammy por seu primeiro disco. Fischer é extremamente elogiada por boa parte das pessoas que aparecem dando depoimentos em A Um Passo do Estrelato. No entanto, não chegou a lançar um segundo disco e voltou a ser backing vocal, o que ilustra um pouco a dificuldade que profissionais da área tem na hora em que deixam de ser coadjuvantes e passam para a  condição de protagonistas. E por Morgan Neville tratar a posição de backing vocal como sendo tão importante quanto a dos outros membros das bandas, é difícil ver a decisão de Fischer como uma espécie de retrocesso em sua carreira, até porque ela continua fazendo aquilo que ama: cantar.




















Embalado por canções empolgantes, como “Gimme Shelter”, dos Rolling Stones, A Um Passo do Estrelato é uma bela viagem pelas carreiras de figuras talentosas e admiráveis. E descobrir um pouco mais sobre as profissionais retratadas ao longo do filme acaba sendo realmente fascinante.
Fonte: https://www.papodecinema.com.br/ 





















SINOPSE 

Este documentário acompanha a trajetória artística das backup singers, que compõem as harmonias e contribuem a algumas das canções mais famosas de todos os tempos, mas quase nunca são conhecidas por seus nomes. O filme retrata como as cantoras são vistas na indústria musical, e porque não conseguiram ou não quiseram brilhar como artistas solo.











terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

SOUL CONTEMPORÂNEO (PARTE 8) - MAIS QUATRO GRANDES NOMES DO ESTILO NA ATUALIDADE










































Bette Smith 





































Nascida e criada em Bedford-Stuyvesant, Brooklyn, Bette Smith reconectou-se com suas raízes musicais em Memphis e Mississippi - e cumpriu uma promessa a seu irmão no processo: Gravar seu álbum no Mississippi. Isso trouxe-a para as raízes do evangelho que ela cantou na igreja e a música soul que ela ouviu no quartel na música de verão quente que crescia na esquina de Nostrand e Fulton. O poderoso 'Jetlagger' sai 29 de setembro no Big Legal Mess, uma subsidiária da Fat Possum. "O sul veio até mim e me agarrou e me puxou para lá. A migração do sul veio e me pegou. Meus vizinhos em Bed-Stuy me influenciaram ", diz ela.

Ela lembra que Bed-Stuy, Brooklyn era um lugar muito diferente quando estava crescendo. "Foi difícil até então!", Exclama ela. "Havia muita atividade de gangues. Um grupo veio depois do meu irmão e meu pai saiu com um tubo de chumbo para protegê-lo. Era muito perigoso. Meu irmão mais velho Junior me protegeu de tudo isso. Ele intimidaria todos os outros caras. "


























Ela deve ainda mais a Junior. Vários anos atrás, em seu leito de morte sofrendo de insuficiência renal, ele prometeu não desistir de uma carreira como cantora. Aqueles últimos dias dele, ela cantou enquanto batia no pé na cama do hospital no Kings County Hospital. "Eu não sabia mais o que fazer para o consolar", lembra. Ele disse a ela: "Eu quero que você cante; não desista "e ela manteve essa promessa, tocando em shows de One Penn Plaza em Nova York para o Boogie Woogie Festival em Bruxelas, na Bélgica, sempre usando amarelo no palco para homenageá-lo. "Tudo é para Junior agora", afirma.

Jimbo Mathus produziu o álbum no Dial Back Sound do Water Valley e enviou para Bruce Watson, que rapidamente assinou Smith para um full-length. Ele se tornou uma arma secreta para Fat Possum e Big Legal Mess Records; Além de ser um artista solo e um membro fundador do Squirrel Nut Zippers, Mathus também produziu Shinyribs, Luther Dickinson, The Seratones e tocou em discos de Valerie June, Buddy Guy e Elvis Costello. "Você excedeu todas as expectativas", Mathus disse a ela.

A viagem também foi o primeiro de Smith ao sul profundo. Ela lembra: "Me tirou da minha zona de conforto. Eu me perdi em um pântano uma vez e fiquei assustada! Eu sou uma garota da cidade quintessencial. "




























"Foi realmente maravilhoso. Tudo foi gravado ao vivo. Senti como se eu fosse Tina Turner e Etta James. Eu faço bem quando estou tocando. Foi uma performance real que nunca foi capturada antes. "Qualquer um que a tenha visto na vida, sabe o quão absorvida ela fica no palco e essas sessões a colocaram no mesmo lugar. Ela continua: "Há Nova York agressividade e paixão. Chego a um passo de febre. Estou fora. Eu não estou mais lá. Algo mais assume o controle. "

Mathus mergulhou profundamente nos sons do soul do Mississipi e Memphis, desenterrando "Flying Sweet Angel of Joy" pelo famoso L. Renfroe, uma música com a qual Smith particularmente se conectou. "Eu acredito em anjos da guarda. Jimbo pegou nisso. Eu sinto que eu estava dando voz para Famous L. porque ele realmente nunca conseguiu uma chance. "Mathus também escolheu" Do Your Thing "de Isaac Hayes, que vibra com o calor de Memphis.






















O soul-rock ruivo de "Man Child", o funk de "Shackles & Chains" e a sensação de Blaxsploitation de "Durty Hustlin" foram todos escritos ou co-escritos por Mathus especificamente para Smith. Ela fica áspera, lutando a pista do título no chão; A música captura as noites atrasadas e a falta de sono inerente à vida de um músico. Os jogadores de chifre de Memphis de primeira chamada Marc Franklin (Robert Cray, Lucero) e Kirk Smothers (Don Bryant, Melissa Etheridge, Cyndi Lauper, Buddy Guy) foram convocados para completar o som do álbum.

'Jetlagger's' mais perto, a "City In the Sky" dos Staples Singers, conectou-a de volta a Bed-Stuy. Ela lembra: "Meu pai era um diretor de coro da igreja. Eu estava cantando desde os cinco anos de idade. Eu levo para a igreja. Eu apenas exploro, comece a falar em línguas. "Ela também ouviu gospel em toda a casa todos os fins de semana. "Minha avó não ouviu nada além de música gospel", lembra ela, citando Mahalia Jackson e Reverendo James Cleveland. "Todos os domingos de manhã, ela levantaria e colocava esses registros enquanto ia se vestindo e louvava o Senhor. O mobiliário estava coberto de plástico. Depois do almoço, foi mais música gospel ", diz ela. As partes do bloco de Bed-Stuy também teriam atitudes do gospel estilo revivalista. "Eu estou mergulhada nisso!", Ela acrescenta. Embora seja uma adventista do sétimo dia quando criança, Smith é agora membro da Igreja de Deus em Cristo.






















Vários anos atrás, enquanto cantavam em Los Angeles, a voz de Bette chamou a atenção de outro artista que surgiu na igreja - Ray Charles, que a convidou para colaborar com ele pouco antes de sua morte. "Foi a primeira noção de que eu tinha grandeza em mim", diz ela.

Os revisores também notaram. Com a força de um EP 2016, a revista Bitch a comparou com Lauren Hill e Erykah Badu, louvando sua "voz impressionante [e] tom poderoso, mas flexível", assim dizendo.
Fonte: Site Oficial









Andrea Marr





















Desde 1999, Andrea Marr vem entregando sua marca na música nos estilos de funk, groove, blues e soul originais de alta energia em toda a Austrália. Através de um árduo trabalho, ganhou um lugar na próspera cena de blues de Melbourne como a artista das mais procurados para tocar ao vivo.

Andrea estabeleceu-se, ganhando uma série de prêmios, incluindo: A Artista Feminina 2002 do VIC / TAS do ano para o álbum "Sassified"
Prêmio 2005 Blues Performer of The Year

Com esses prêmios sob o seu cinto, Andrea passou a se apresentar regularmente no Australian Festival Circuit fazendo pontos principais e tocando ao lado dos melhores da Austrália e do exterior. Com o Prêmio Blues Performer of The Year de 2005, ela conseguiu representar a Austrália no desafio do International Blues em Memphis Tennessee, em 2006, para aclamação da crítica. Seu próximo CD "Watch Me Work It" recebeu o airplay internacional com a faixa-título incluída no CD "National Women In Blues" dos EUA, que promove e lança a nova onda de Blues Women dos EUA. Andrea era a única fêmea não-americana incluída nesta compilação.































Em 2008, ela lançou seu álbum "Little Sister Got Soul". O álbum recebeu críticas favoritas e airplay internacional, além de ganhar o Artista australiano do ano de 2009, o Artista Feminino Blues de 2009 do VIC / TAS e o CD do Ano 2009 do novo álbum de blues de auto-produção VIC / TAS. Em 2010, o "Blue Skunk Music" de blues com sede em Chicago pegou "Little Sister Got Soul" para relançamento nos EUA e o álbum atingiu No.18 no US Living Blues Charts em fevereiro de 2011.

Em 2012, The Andrea Marr Band ganhou a competição MBAS Blues Performer of The Year e foi enviada para representar a Austrália no International Blues Challenge em Memphis Tennessee 'pela segunda vez. A banda chegou às meias-finais, tocando no renomado BB King's Blues Club em Beale Street Memphis.

Andrea então se expandiu para ampliar seu som de funk e Soul e formou "The Funky Hitmen".

A banda é baseada em Melbourne e apresenta uma linha assassina de 8 faixas tocando Soul original de Andrea e músicas funky. O EP "Sass & Brass" foi lançado em 2013 pela gravadora baseada em Chicago Blue Skunk Music e recebeu airplay internacional e aclamação da crítica.

Então, em 2014, Andrea juntou-se aos produtores Damien Reilly e Danny Saber para trabalhar na canção "Summer Love", do escritor Michael Jameson, com sede em Nova York.





























Voltando ao blues, Andrea Marr Band lançou um álbum ao vivo chamado "Live at the MBAS House Of Blues" em julho de 2015. O álbum traçou os 25 melhores The Australian Blues e Roots Charts por 6 meses, recebeu o airplay no Reino Unido e Alemanha e foi apanhado por mais de 160 estações de rádio de blues dos EUA. O álbum foi nomeado para "Álbum do Ano" "Canção do Ano" "Banda do Ano" e "Artista do Ano" nos Prêmios VIC / TAS Blues e também nomeado para "Canção do Ano" para o original de Andrea canção "Who Am I To Judge You" nos Australian Blues Music Awards.

Uma colaboração com o artista de R & B do Hip / Hop, Markia, criou algo novo para Andrea Marr Fans quando sua música Gospel R & B original "Grateful" foi lançada em 2015. A música recebeu o airplay internacional e traçou o maior programa de música do Sri Lanka YES Home's Home Grown Charts - Ele ficou no top 15 por 26 semanas seguidas, atingindo um público totalmente novo. A música foi então escolhida pela Generation Entertainment e remixada como uma música de soul / house pelo New York DJ Lenny Fontana e também por Sydney DJ Sunset Child - data de lançamento em junho de 2016.


O próximo lançamento de Andrea em 2016 foi uma 'Força da Natureza' com seus Hitman Funky e, em março de 2017, ela lançou uma faixa Roots / Rock chamada 'Sweet Addiction' com o guitarrista Brian Strafford. Em 2016, Andrea também escreveu um livro de musica com musicas composta de "The Songwriters 'Handbook" para ensinar seus alunos a escrever e produzir música original - o livro está disponível em sua na página.

Em 2017, a canção original de Andrea "Grateful" foi finalista no Great American Songwriting Contest e "Force of Nature" ganhou uma Medalha de Prata no Global Music Awards.

O novo álbum 'Natural' de Andrea, foi lançado em outubro de 2017. O álbum é um verdadeiro sabor de Memphis soul / blues e recebeu críticas favoritas na Austrália, EUA, Reino Unido e Alemanha, desde que é lançado em 1 de outubro. Também foi tocado na Austrália, no Canadá, na França e em todo o país.

"Isso tem todo o coração e a alma do Soul clássico, funky o suficiente para fazer James Brown se sentar e tomar conhecimento ... em um mundo cheio de pessoas tentando soar como sua estrela favorita, Andrea Marr é autêntica e original - 100% The Real Deal "- Bill Wilson Revisão dos EUA.

"Como com toda a grande alma que saiu de Stax e do Atlântico naquela idade passada e o que Daptone Records atualmente faz melhor do que qualquer outra pessoa, a Srta. Andrea Marr combina paixão, energia e SOUL com grandes melodias" Rocking Magpie UK Review

"A nostalgia pura da era de Stax e Motown volta à vida neste álbum". 
Fonte: Site Oficial








The Sweet Vandals




























Os Sweet Vandals são uma banda de funk vintage baseada nos sons dos anos 60 e 70 de Madrid. Sua música foi usada em um anúncio de televisão da Fiat Bravo.

























Os Sweet Vandals foram formados em Madrid em 2005. Depois de alguns shows, eles gravaram um 45 rotações contendo a música "I Got You Man" sob o rótulo Funkorama. A música foi um sucesso no mercado underground e a banda assinou com a Unique Records, uma marca da Alemanha. Seu primeiro álbum foi lançado em 2007 e em 2008 foi lançado na França pela Differ-Ant. A banda então visitou extensivamente a Alemanha, França e muito mais.






































Após o anúncio da Fiat, a banda lançou seu segundo álbum "Lovelite". Mais focados no som cru do Soul, eles tocaram uma sessão ao vivo para a BBC em Maida Vale Studios e Rockpalast, um show de música ao vivo do WDR alemão. Eles também tocaram em muitos países como Finlândia, México, Portugal, Itália, Suíça, Holanda, Bélgica, Reino Unido, apenas para citar alguns.

Em 2011, eles lançam seu último trabalho com a Unique Records. Seu terceiro álbum "So Clear", com uma produção mais sofisticada, incluindo um coro gospel, cordas, pianos elétricos, etc. A banda abriu suas influências com mais jazz, alma, psicodelia e blues. Eles visitaram extensivamente a Espanha pela primeira vez.



























Em 2012, eles começaram a trabalhar com seu próprio selo, "Sweet Records" e lançaram vários 45's rotações antes do quarto álbum, "After All", lançado no mundo no início de maio de 2013.
Fonte: Wikipedia, the free encyclopedia








The Meltdown





































The Meltdown, a banda de Melbourne que faz o melhor soul do país, estão encantados de anunciar o lançamento de seu álbum de estréia auto-intitulado em 7 de abril de 2017 através da HopeStreet Recordings. Combinando gospel e soul dos anos 60, o resultado é uma tomada única sobre a música da alma australiana e um recorde cheio de vida, energia e histórias profundas.































Com influências que vão desde o padre John Misty, Tedeschi Trucks Band e Alabama Shakes construídos acima de uma base constante da musica soul do sul, essa coleção de bons músicos estelares criou uma malha de Stax e Motown com uma dose saudável da tradição de composição de Nashville. Fazendo a canção o foco, The Meltdown permanece fiel ao objetivo comum da história e mantenha sua atenção nos tons molhados de mel da incrível voz de Simon Burke.






















Após o sucesso dos dois primeiros singles, 'Colors In The Sky' e 'Do not Hesitate', o álbum de estréia agora é altamente antecipado. Desde o lançamento do EP 2015, "Better Days", a banda aprimorou suas músicas e som no circuito do festival australiano, com aparições no Queenscliff Music Festival, no festival Mullum Music, no Caloundra Music Festival, no AWME e no Summer of Soul. Eles registraram centenas de milhares de sucessos em todo o mundo e são apresentados na trilha sonora do show de cabos dos Estados Unidos, Rosewood. Gravado em Sing Sing, o álbum será lançado digitalmente, bem como em CD e vinil LP e comemorou com um East Coast Tour em maio de 2017.
Fonte:https://themeltdownmusic.bandcamp.com/