sábado, 28 de outubro de 2017

SOUL CONTEMPORÂNEO (PARTE 7) - MAIS TRÊS GRANDES NOMES DO ESTILO NA ATUALIDADE





























Michael Kiwanuka
Michael Samuel Kiwanuka (nascido em 3 de maio de 1987) é um músico de Soul inglês do selo  Communion Records. Ele foi comparado a Marvin Gaye, Curtis Mayfield, Bill Withers, Randy Newman, Terry Callier e Otis Redding, bem como Van Morrison and the Temptations. Em janeiro de 2012, ele ganhou concurso da  BBC's Sound of 2012.

Kiwanuka cresceu em Muswell Hill, Londres , filho de pais ugandeses que escaparam do regime de Amin. Ele frequentou a Fortismere School, se formando em 2005. Ele passou a estudar na Escola de Mídia, Artes e Design da Universidade de Westminster.






















Em 2011, ele assinou um acordo com a Polydor Records. Ele foi incluído na sondagem da BBC Sound of 2012 e foi nomeado vencedor em 6 de janeiro de 2012. Em junho de 2012, ele foi ilustrado em um artigo da BBC sobre a Espanha em relação a Uganda durante a crise da zona do euro; sua suposta homenagem foi a atriz Penélope Cruz.


























Em julho de 2016, ele se apresentou no British Summer Time Festival em Hyde Park no mesmo dia que Carole King e Don Henley .

O quinto prestigiado HiPipo Music Awards homenageará Michael Kiwanuka com o prêmio de "Best Global Act" em reconhecimento e celebração do sucesso do álbum "Love & Hate" e realizações musicais desde o álbum de estréia de 2012 "Home Again".
























Sua música "Cold Little Heart" serve como o tema de abertura para a minissérie HBO Big Little Lies. 

Kiwanuka reconheceu influências de músicos como Jimi Hendrix, Bill Withers, Otis Redding, Jack Johnson, Pops Staples, The Band, Joni Mitchell, Bob Dylan, Eric Bibb, Tommy Sims, Wham!, Richie Havens e Funkadelic. Ele tocou com James Gadson, percussionista de Bill Withers.
Fonte: Wikipedia, the free encyclopedia

Discografia

Home Again (2012)
























Love & Hate (2016)






























St. Paul e The Broken Bones





















St. Paul e The Broken Bones é uma banda de Soul de Birmingham, que se formou em 2012.  A banda é composta por Paul Janeway (vocal), Browan Lollar (guitarra), Jesse Phillips (baixo), Andrew Lee (bateria), Al Gamble (chaves) e Allen Branstetter (trompete). Eles lançaram dois álbuns e dois EPs enquanto viajavam internacionalmente.

O vocalista Paul Janeway e o baixista Jesse Phillips se encontraram em meados dos anos 2000 enquanto tocavam em Birmingham como parte dos músicos da banda alternativa The Secret Dangers. Em 2012, Jesse e Paul se encontraram em Ol 'Elegante Studios em Birmingham para iniciar um novo projeto. Janeway diz sobre o projeto com Phillips, "Ele seria o nossa última tentativa" antes de se concentrar em outras carreiras", mas então algo clicou e nós saímos daqui com algo". Quando os dois começaram a trabalhar em torno da voz de Janeway, eles perceberam que estavam formando uma banda de Soul. Com a banda pronta gravaram seu primeiro EP, Greetings from St. Paul and The Broken Bones antes de tocar ao vivo.

Depois de lançar Greetings from St. Paul and The Broken Bones, a banda ganhou atenção de empresários. Em janeiro de 2013, eles começaram a gravar seu primeiro álbum completo, Half the City, no Nutthouse Recording Studios Sheffield, Alabama e Fame Studios em Muscle Shoals, Alabama. Ao gravar o álbum, a banda trouxe Al Gamble para tocar junto com eles. Gamble continuou a tocar com St. Paul e The Broken Bones e tem sido membro de tempo integral desde janeiro de 2014. A metade do álbum foi produzido por Ben Tanner, do Alabama Shakes.

















Em fevereiro de 2013, St. Paul e The Broken Bones ganharam a atenção de Traci Thomas of Thirty Tigers, que assinou como seu empresário.

Em 18 de fevereiro de 2014, o LP foi lançado sob Single Lock Records, uma gravadora de Florence, AL possuída por Ben Tanner, Will Trapp e John Paul White of The Civil Wars. Imediatamente, gravaram o álbum Half the City que recebeu elogios da crítica de muitos estabelecimentos jornalísticos nacionais, incluindo a revista Paste, Garden and Gun, Southern Living, Rolling Stone e NPR. Na sua primeira semana de vendas, Half the City atingiu o número 62 nas paradas Billboard 200. Depois de grandes histórias da NPR Morning Edition e uma estréia na televisão nacional em CBS This Morning: Saturday. O álbum de estréia de St. Paul e The Broken Bones alcançou o # 56 no Billboard 200 . Além de sua própria turnê, a banda abriu para a turnê do Zip Code de The Rolling Stones em Atlanta, na Geórgia, em 9 de junho de 2015 e em Buffalo, Nova York, em 11 de julho de 2015. Eles tocaram "All I Ever Wonder" ao vivo na BBC2 do Glastonbury Festival em 25 de junho de 2016. Tocaram também no Celtic Connections festival em janeiro 2017.

Seu segundo álbum, Sea of ​​Noise, foi lançado em setembro de 2016.
Fonte: Wikipedia, the free encyclopedia

Discografia

Half the City (2014)
























Sea of Noise (2016)































The Excitements























De todas as bandas da última década da chamada onda de revitalização do Soul e R'n'B, poucas - se houver - alcançam o nível de energia e a autenticidade que The Excitements entrega tanto no palco quanto nas gravaçõesa. Os herdeiros espirituais da era dos shouters rollicking e das balladeers profundas do soul, a banda entregou consistentemente uma série de Shows e Lps, e embarcou em turnês incrivelmente longos em toda a Europa.

Não é mais um nome conhecido apenas para conhecedores, eles são um grupo que, como os grandes, não recria, mas é o verdadeiro negócio. Conhecida como uma máquina rápida e gordurosa de Ritmo e Blues, eles também cuidam do Soul e seu show enérgico oferece uma mistura de ritmos furiosos e momentos lentos.


























Lentamente, construíram um enorme reconhecimento desde 2010, eles fizeram seu estilo de escola antiga R'n'B e Soul, deixando o público se perguntando como uma banda de Barcelona (Espanha) é capaz de canalizar a ferocidade e a classe de tais clássicos como Wilson Pickett, Etta James, Ike & Tina Turner, ou qualquer ato de sair de Memphis, Detroit ou New Orleans no final dos anos cinquenta e sessenta.





















Os festivais, grandes e pequenos, locais, shows e festas ao ar livre nas quais a banda tocou são muito numerosos para contar. A banda - fundada e liderada por Adrià Gual (guitarra rítmica) e Daniel Segura (baixo), e liderada pelos voces explosivos de Koko-Jean Davis - trouxe seu conjunto poderoso para uma grande quantidade de macro festivais como: Festival de Paleo (Suíça), Garorock (França), Shambala Fest (Reino Unido) e Couleur Cafe (Bélgica), os festivais mais importantes da mostra, como o Festival MaMA (Paris, França) ou Eurosonic Noorderslag fest (Países Baixos), blues e festivais de jazz como Cognac Blues Fest (França), ou o Festival Jazzaldia de São Sebastião (Espanha), o BAM - Festival La Mercé da sua cidade natal (Barcelona, ​​Espanha) e alguns dos mais importantes festivais espanhóis como Enclave de Águas (Soria, Espanha), Festival de Peralada (Girona , Espanha) e festivais internacionais especializados de época, como Real (Logroño, Espanha), Euroyeye (Gijón, Espanha), Purple Weekend (León, Espanha), Beat Festival (Itália), Hangar Rockin (Suíça), Stompin 'Festival (Finlândia ) e Funtastic Festival (Benidorm, Espanha), enquanto que Trabalhando fortemente os circuitos do clube na maioria dos países da Europa (incluindo várias aparições no Royal Albert Hall e O2 em Londres).


























A força central do The Excitements é completada, além de Koko-Jean Davis (voz) , Adrià Gual (guitarra rítmica) e Daniel Segura (baixo): as 6 cordas de Albert Greenlight na guitarra principal ; a batida trovejante de Jose Luis Garrido (bateria) , e por último, mas não menos importante, os sons emocionantes de Nico Rodríguez Jauregui no saxofone barítono e Jordi Blanch no tenor.


























Outro segredo entre conhecedores, o rótulo independente Penniman Records (Barcelona) , é a empresa que desencadeou sua meia dúzia de 7 polegadas e 3 Lps até agora (todos produzidos pela rapper da legenda do rei Mike Mariconda), dos quais "Breaking the rule" ( Penniman Records, 2016) é a sua última marca registrada de Soul cru e R'n'B, misturando todas as suas influências e estabelecendo mais ambiciosamente do que nunca seu próprio som e estilo.
Fonte: Site Oficial

Discografia

The Excitements – “S/T” (2011)
























Sometimes Too Much Ain't Enough (2013)
























Breaking The Rule (2016)
























quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 30)












Ego Kill Talent























Theo van der Loo (Guitarra/Baixo),Jonathan Correa (Vocal), Raphael Miranda (Bateria/Baixo/Guitarra) e Jean Dolabella (Bateria/Guitarra/Baixo), músicos experientes oriundos de bandas como Sepultura, Reação em Cadeia e Sayowa integram o EGO KILL TALENT.

O nome (redução da frase popular de autor desconhecido “too much ego will kill your talent”) propõe uma reflexão crítica sobre o ego que é um ingrediente sempre presente no universo artístico. Seguindo a ideia de desconstrução do ego os integrantes revezam-se nos instrumentos a cada música e assinam conjuntamente todas composições do grupo, buscando uma identidade coletiva no lugar dos talentos individuais de cada membro. O resultado sonoro do grupo é rock com peso que preenche os ouvidos, sem excessos os arranjos e a qualidade técnica das gravações e mixes são tratadas com atenção aos mínimos detalhes. As letras são compostas e cantadas em inglês.

Formado em dezembro de 2014 em são Paulo a banda tem como base o estúdio Family Mob onde gravou ao longo de 2015 o material lançado numa série de 3 EPs. Quem assina a produção é o Americano Steve Evett que já trabalhou com artistas como The Cure, Sepultura, The Dillinger Escape Plan entre outros. As mixes foram feitas no Omen Room (California) e a masterização no West Side Music (NY) por Alan Douches (Outkast, Sepultura, Motorhead, etc.). A música Sublimated antecipou o primeiro EP da série, também intitulado Sublimated que foi lançado em novembro de 2015 e é composto também das faixas The Searcher, Same Old Story, e uma “exposed version” da faixa título. O Segundo EP da série intitulado “Still Here” foi lançado em julho de 2016 e o terceiro EP será lançado em janeiro de 2017 completando o álbum de estreia do EGO KILL TALENT. Nos shows a banda executa músicas que integrarão os 3 EPs trazendo uma experiência diferente para o público que tem chance de conhecer antecipadamente canções inéditas. 2016 tem sido um ano bastante produtivo, o EKT foi uma das atrações do Lollapalooza Brasil, do Maximus Fest juntamente com Ramstein, Marilyn Manson e segue em turnê pelo Brasil para divulgação dos 3 Eps. internacionalmente a banda fechou representação com o agente internacional Ian Fintak e já planeja datas para os EUA e Europa para 2017. (Texto: Planeta Atlântida)

Discografia

Sublimated (2015) [EP]
























Ego Kill Talent (2017)








Dona Cislene



























O bom e velho rock and roll nunca deixará de se renovar e de movimentar milhares de jovens enquanto bandas como Dona Cislene estiverem pelos palcos.

Atenta na repercussão e no espaço que o quarteto brasiliense vem conquistando nos grandes palcos do Brasil, a agência de entretenimento Motor Records – “movida pela essência dos motores v8” – agregou a Dona Cislene ao seu casting artístico.

Em 2016, a Dona Cislene abriu o festival Rock Station, em São Paulo, que reuniu 8 mil pessoas e trouxe as lendas do punk/hardcore norte-americano Anti-Flag, Dead Kennedys e The Offspring. Outros grandes festivais como o MADA (RN) e João Rock (SP) também contaram com o quarteto.

A união de Bruno Alpino (vocalista), Guilherme de Bem (guitarrista), Pedro Piauí (baixista) e Paulo Sampaio (baterista) faz bastante barulho desde o lançamento do disco de estreia, Um Brinde aos Loucos (Independente, 2014), que foi financiado e bombado pelos fãs nas mídias sociais.

Os anseios de uma jovem banda de rock se refletem nas letras, cheias de responsabilidades, descobrimentos, reflexões, desilusões, amor... O discurso conectado com sua geração catapultou a Dona Cislene para todo o Brasil: já passaram por São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte...

O quarteto construiu sua fama no underground brasiliense e chamou a atenção dos conterrâneos veteranos. Hoje a Dona Cislene conta com o apoio de gente como Digão (Raimundos), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) e da banda Natiruts.

Em 2015 a Dona Cislene lançou um single com a participação de Dinho e Digão. Firmando a troca de experiências entre gerações do rock calango, saiu a faixa “Ilha”.

Em 2016 foi a vez do clipe de “Multipersona”, dirigido por Luringa. A faixa polemizou ao satirizar os shows musicais e curiosamente, o clipe saiu na mesma semana em que estreou o X-Factor Brasil.

Sempre com muita positividade, a Dona Cislene está conseguindo gritar o mais alto que pode, colocando um sorriso no rosto de quem alcança.


Meninos e Leões

Quando meninos tornam-se leões? Quando a rotina de um garoto cheio de sonhos e medos passa a se transformar em uma luta por sobrevivência, persistência e força?

Esse álbum existe pra responder tais perguntas, em cada elemento de sua essência. Desde cada suspiro cantado aos timbres de cada instrumento gravado em nossa cidade natal, Brasília. "Meninos E Leões" é tudo aquilo que gostaríamos de gritar pro mundo inteiro ouvir.

É a nossa infância, nossa casa e todos aqueles que passaram e nos acompanharam muitas vezes de mãos dadas em nossa caminhada. É o nosso presente, cansativo mas sempre cheio de grandes surpresas que insistem em alimentar nossos corações de bondade e gratidão a tudo isso que rege o mundo. É o nosso futuro, exigindo cada vez mais de nós e cobrando sempre novas responsabilidades.

Nosso novo trabalho é atemporal, não faz sentido com nenhuma época ou fase especifica, e sim com todas elas... As que passaram, a que estamos vivendo e as que ainda virão. É quase como um diário em forma de música. Cada uma delas retratando diferentes sentimentos em cada momento e singularidade.

Histórias inspiram músicas E músicas inspiram histórias. Histórias diferentes na imaginação de cada um de vocês que as escutarão. Em diferentes interpretações as dez possuem algo em comum: todas retratam a vida de meninos, de leões, de seres cheios de imperfeições e sonhos. Os mesmos sonhos que juntaram os quatro meninos cheios de energia, com um mundo nas mãos e uma mochila nas costas. Mochila que a cada viagem, a cada ano, a cada palco torna-se mais pesada e cheia de aprendizado. Assim, a cada dia de nossas vidas acordaremos meninos e adormeceremos leões. (Texto: Facebook & Site Oficial)

Discografia

Um Brinde Aos Loucos (2014)
























AudioArena Originals (2016)

























Meninos E Leões (2017)







































The Experience Nebula Room




























"Todo o turbilhão que habita a mente e a alma saindo através de acordes e ritmos hora doentios, hora angustiados, hora poderosos; como tudo o que se passa em nossas almas e mentes; e nada disso, ainda assim, explica o que flui de nossas mãos para os ouvidos do mundo. Só resta sentir..."

Criada em 2011, The Experience Nebula Room (TENR) é uma banda de rock instrumental que tem como principal influência o rock setentista, psicodelias e reverberações características dessa década aliadas ao peso e densidade dos anos 90.

O diferencial da TENR é que a banda possui dois exímios bateristas que se revezam entre baixo e bateria proporcionando climas, texturas e performance de palco diferentes ao ouvinte.

Em 2011, a banda gravou a demo „Ignition‟ com o produtor fonográfico Bruno Pires. A canção teve grande repercussão no cenário regional resultando em várias parcerias e shows.

Iniciado Junho de 2012, a banda lançou seu primeiro EP, gravado ao vivo e intitulado “Happiness is a live Experience”. O EP "Happiness is a Live Experience" atingiu grande repercussão no cenário nacional e obteve diversas resenhas em sites renomados. Destaca-se o TRAMA VIRTUAL, onde a banda figurou por mais de 2 semanas no primeiro lugar em todas as categorias, recebeu resenha de ninguém menos que o mestre Ricardo Tibiu e fez parte da Mixtape (2012 - #06 29/06/2012 - No relógio da playlist de junho marca 4:20!) ao lado de grandes nomes como: Macaco Bong, Júpiter Maçã, Karina Buhr, Hangovers, Mukeka di Rato, dentre outros.

No inicio de 2013 a banda gravou tardiamente, pós-festividades o Christmas Single 2012. O qual foi gravado com a principal intenção de agradecer, da forma mais descontraída possível, a todos que nos apoiam e acreditam na TENR. Gravadas em fita, prezando pelo analógico, as músicas presentes no Single foram registradas totalmente ao vivo, sem cortes ou edições.

Em Julho de 2013 a TENR lançou seu primeiro videoclipe para a canção "Ignition". Segundo Vitor Ferrari do Indie Shoe "A banda passa em vídeo o ambiente dos campos típicos de região sul do Brasil, que dão um ar de fuga, de saída da zona de conforto, como se o trio caminhasse por aí com seus instrumentos buscando através da música se encontrar - e tudo indica que se encontraram”. (Texto: Facebook)

Discografia

Christmas Single (2012) [EP]
























Happiness is a Live Experience (2012)
























Ouroborous (2017)









Molodoys

























Mistura quântica. Do ácido-terroso. Resultado volátil da fusão instável entre a improbabilidade do caos e a liberdade musical, exposto à mais alta temperatura da brasa dos trópicos distópicos. Tropi-caos. Sobre os males e mares do mundo moderno, sobre a vida e o universo, sobre a morte e a consciência, sobre este solo.

Projeto nascido em 2012, tem como proposta resgatar elementos da cultura brasileira e fundi-los a experimentações sonoras utilizando-se de diversas referências como a psicodelia sessentista, o vaporwave, a tropicália e o movimento manguebeat, para compor sua identidade. Sendo completada por letras lúdicas e ácidas cantadas pelo vocal rouco característico de Léo Fazio. Em Julho de 2014 a banda estreou com um EP - gravado no ano anterior - lançado com apoio da Revista NOIZE - gerando boa repercussão fazendo com que fossem convidados para participarem de programas no youtube como “Balcony TV São Paulo” e “Elefante Sessions”. Em Agosto do mesmo ano fizeram parte do tributo Live Forever, organizado pelo site Oasis News para o homenagear o álbum Definitely Maybe (Oasis), onde gravaram uma versão da b-side “D’yer Wanna Be a Spaceman?”.
Em 2015, antes de entrarem em turnê pelo sul do país, entraram para o casting do selo Miniestéreo da Contracultura e lançaram os singles “Blues do Cangaço” e “Ácido” – o primeiro chegou a receber elogios de Sergio Dias, guitarrista fundador d’Os Mutantes – gerando boas críticas e dando o ponta pé inicial para gravarem seu primeiro álbum. Recentemente foram convidados a participar do projeto Original’s Studio, organizado pela marca Levi’s, onde gravaram a faixa “Lira Dos Anos Vinte”.

O grupo reside na capital paulista, por onde toca desde sua formação, além de outros lugares do Brasil. Atualmente a Molodoys prepara para lançar seu álbum de estreia, intitulado Tropicaos. Trazendo 12 faixas que resgatam o espírito da psicodelia e da tropicália em uma releitura moderna, o álbum teve seu instrumental gravado ao vivo nos estúdios Family Mob - como parte do projeto Converse Rubber Tracks - e Gerência, de Carol Zingler (Sexy Grove) e Tomás Oliveira (Mustache & Os Apaches). Os vocais e arranjos foram gravados no estúdio Abra Sounds, de Gustavo Coutinho, que assina a produção do disco, junto à própria banda.  (Texto: Facebook).

Discografia

Metamorphic Fragments (2014) [EP]
























D'Yer Wanna Be A Spaceman? (2014) [Single]
























Blues do Cangaço (2015) [Single]
























Ácido (2015) [Single]
























Tropicaos (2016)



































quarta-feira, 9 de agosto de 2017

FAR FROM ALASKA - UNLIKELY - O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 29) LANÇAMENTOS DO ANO






































Quando comecei essa série de posts dedicado ao rock independente em 2012, não imaginava que estaria escrevendo até hoje e conhecendo, cada dia mais, bandas e músicos sensacionais da cena atual brasileira. Uma das primeiras bandas que me chamou atenção foram os Far From Alaska, escrevi sobre eles na segunda edição da série em 2014: O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 2), até hoje uma de minhas preferidas e ouso dizer que são uma das melhores bandas que esse país já teve. Em uma das apresentações que vi da banda eu e minha irmã caçula em 2015, compramos o primeiro álbum direto das mãos do guitarrista Rafael Brasil e os tietamos um pouco, me comparando com o público já sou um tiozão (risos). Escrevi sobre essa apresentação no post: FAR FROM ALASKA NO CENTRO CULTURAL DA PENHA CCP.

A banda além de terem feito um show impecável, são jovens simples e atenciosos com seu público, uma característica boa do show business atual, é que no underground todos somos mais iguais, e uma ruim é que o rock não é mais tão popular como em outrora. Sem muita opção de casas de shows as bandas se apresentam onde podem, como em pequenos teatros, nos circuitos do SESC e alguns festivais Brasil afora. 


Mas deixemos de papo e vamos ao que interessa, falar sobre o segundo grande álbum da banda lançado agora em 2017: 'Unlikely'. 

Vou fazer aqui um faixa a faixa, espero que gostem. Uma curiosidade é que a maioria das músicas possuem no titulo nomes de animais, um álbum bem conceitual:

O álbum abre com Cobra, foi a primeira música divulgada pelo grupo, com uma levada característica da banda que alterna ritmos entre calmaria e porrada, a velha forma Zeppeliniana de usar a dinâmica em partes mais calmas e explosões sonoras entre base e refrões, a música começa com a boa cozinha de Edu Figueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria), já Emmily Barreto manteve a boa atuação vocal, com seus drives característicos dividindo os vocais com a voz suave da tecladista Cris Botarelli, formando novamente uma boa dupla de vozes. Já Rafael Brasil mantem o peso da sua guitarra na música, o riff é bem Tom Morello, a canção me lembrou coisas de Audioslave e Rage Against the Machine. Ótima abertura de álbum.

A segunda canção Bear, começa com um riff sinistro, nítida a influência de Tony Iommi (Black Sabbath) na guitarra de Rafael Brasil, entrando depois uma base eletrônica, quebra um pouco o clima sabbatico por um momento, mas depois volta com tudo, como na primeira a música é curta e direta, gostei muito, aliás sou um grande fã de Iommi, e Rafael Brasil escolheu a escola certa, não é a toa que ele usa uma SG.

A terceira Flamingo, lembra mais coisas do primeiro álbum ModeHuman, talvez pelo uso dos sintetizadores de Cris Botarelli, mais uma vez a música é curta e direta, gosto dessa fórmula.

Pig, a quarta faixa começa com aquele clima Country rock com o uso do slide guitar da tecladista Cris Botarelli, também lembra coisas do primeiro álbum mas, dessa vez a banda soa mais americana do que nunca, apesar do peso, os refrões e os teclados dão um tom pop para a música. Quem diria numa primeira audição que essa banda, em sua maioria é composta por potiguares do Rio Grande do Norte?    

A quinta faixa e uma de minhas preferidas até agora, Elephant, com clima oriental, nessa o trabalho de Cris Botarelli nos teclados e sintetizadores é fundamental. Desta vez em tom de balada, Emmily Barreto canta no tom suave de Cris por alguns momentos, mas depois explode em gritos e peso. Destaque também para a bateria de Lauro Kirsch, ótima pegada.

Monkey, a sexta faixa eu dou destaque novamente para a ótima cozinha de Edu Figueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria), a linha de baixo gostei muito, a música é a mais swingada, inclusive a guitarra de Rafael Brasil que alternou entre o groove nas palhetadas e a distorção do seu riff pesado.

Pelican, a sétima mantém o groove principalmente do baixo e bateria, aqui a guitarra está mais para Hendrix do quê Iommi a não ser quando explode nos refrões, junto com os sintetizadores de Cris Botarelli, o estilo Far From Alaska é bem definido nessa faixa, já tornou-se redundante falar sobre os ótimos vocais de Emmily Barreto, então destaco aqui a fórmula pronta que vem desde ModeHuman.  

A oitava Pizza, com um clima mais oitentista, um pouco pós punk e mais pop do que as demais até agora.
















Armadillo, a nona é bem climática mantendo o estilo da banda que alterna momentos calmos com porradaria, essa achei a mais setentista até agora, principalmente quando o ritmo acelera e recua, me agradou muito, enquanto Rafael Brasil mantem a base e os riffs, Cris Botarelli cuida dos solos com sua slide guitar.

Rhino, a décima faixa e minha segunda preferida até agora, pesada, novamente riffs certeiros de guitarra, um pouco mais de slide guitar, os vocais do refrão me lembrou coisas dos anos noventa como Dolores O'Riordan (The Cranberries) e Alanis Morissette.

A décima primeira faixa, Slug começa com uma guitarra limpa e dedilhada, o clima sabbatico volta forte, o estilo Stoner Rock é mais evidente nesse som, a momentos que me lembrou Alice Chains, os sintetizadores nesse som, deu uma pitada psicodélica no meio e principalmente no fim, distorção e ruídos fecham a canção. 

Fechando o álbum a música Coruja, minha terceira preferida, começa com uma introdução de baixo com efeito e distorção e com uma marcação no chimbal da bateria, segue com uma batida marcada e reta, a dinâmica entre peso e calmaria é mais sutil mas permanece como característica FFA de ser, assim termina o álbum.

Fiquei muito satisfeito com a audição do disco, alias muito bem produzido, ele é tão bom quanto o primeiro, mantendo a qualidade e explorando novos recursos o Far From Alaska não decepciona, para se ter uma ideia da qualidade da banda, seus álbuns agradam logo de cara, esse ainda mais, todas as músicas são curtas e diretas sem enrolação. Fico feliz de poder acompanhar uma banda jovem, criativa e contemporânea desde seu inicio, a última vez que acompanhei uma cena parecida foi com o Grunge nos anos noventa, o FFA tem potencial para ganhar o mundo e aqui no Brasil é uma forte representante da música underground, parabéns garotos e obrigado pelo som, desejo sucesso sempre!












terça-feira, 1 de agosto de 2017

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 28)









Vish Maria



























Vish Maria, uma mescla orgânica reciclada de gêneros, sabores e sons calçados pelas botas do rock, contudo, caminhando por terrenos estrangeiros.​

Vish Maria teve sua primeira formação oficial em 2012, dando partida nesta astronave em com o “show temático” em homenagem ao rock brasileiro dos anos 60 e 70, intitulado “Brazuca Em Tempo de  Rock”, o qual tiveram maravilhosa repercussão e feedback das plateias aonde se apresentaram, inclusive no FESTIVAL CANTO DA PRIMAVERA de 2013.

Em 2015 se iniciou o processo de gravação, mixagem e masterização chefiados pelo produtor Luis Calil (bandas Cambriana/Ara Macao).​

No ano seguinte, em maio 2016, seu primeiro album autoral é lançado através do selo Monstro Discos, um trabalho experimental e  sem qualquer rótulo ou gênero que possa afirmar o que seria seu estilo musical, sendo sua própria música o gênero que a possa definir. O mesmo teve tanta repercussão que conquistou fãs de São Paulo, Tocantins, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina; atravessou o oceano, até chegar aos ouvidos do público de Moscou e Amsterdam! A banda foi destaque também no site Recyclable Sounds da Russia e toca em uma das rádios de maior representatividade da Holanda. (Texto: Site Oficial)

Discografia

Vish Maria (2016)































The Dirty Boyz
























The Dirty Boyz, banda de rock alternativo paulistana, formada em 2014, depois de algumas mudanças de nome e formação se firmou em 2017. O som da banda tem influências diversas que vão do indie rock ao classic rock com elementos da cultura underground. Lançando 10 músicas no seu primeiro álbum vem tocando no circuito underground de São Paulo mostrando um som diferente e original.

Power Trio Formado em São Paulo, tocamos rock em português autentico, sincero, com guitarras vintage e baixos pesados. Primeiro álbum já disponível lançado em 7 de Agosto de 2016. 
Fonte: A própria banda

Formação

Breno Rissardo - Guitarrista e Vocalista
Bruno Petcov - Baixista
Victor Sheen - Baterista

Discografia

The Dirty Boys Rollercoaster (2016)











Árvora Di Carlla























Banda do Espírito Santo de rock progressivo lançou em 2010 seu primeiro álbum totalmente independente. No site além do álbum, tem breve informações sobre o grupo e novidades.

Teclados, num clima orchestral prog sinfônico mesclada a uma atmosfera jazz.... Prepare-se para ouvir um excelente disco de uma banda Brasileira com forte influência Europeia. Instrumentistas competentes, musicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profando se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, cheios de misterios. Adorei o álbum! Altamente recomendado!

Sobre o disco fala Gustavo Caverzan: Uma ponderação interessante sobre o nosso disco é que as sete faixas, na verdade, compõem uma única música. Se reparar o início de uma faixa se entrelaça com o término da faixa que a antecede. Um detalhe conceitual importante para a compreensão do todo da obra.

Ainda: comunico que, em seu conjunto, este nosso primeiro disco, terá um desdobramento temático a se permitir à continuidade na representação do nosso segundo disco. Informo que o segundo disco do Ávora Di Carlla está em fase de produção e gravação, tendo uma previsão para ser lançado no ano de 2013. (Texto: Contramão Prog Rock)

Discografia

O Velho, a Carne e a Psicodélica Árvore do Imaculado Ventre da Terra (2010)
























Volume II (2011) [EP]


































domingo, 9 de julho de 2017

VELUDO - PERDIDOS NO BAÚ DA HISTÓRIA (PARTE 18)


A história da banda carioca Veludo, surgida no inicio dos anos 70, é tão obscura quanto a de qualquer outra banda daquela época - como Módulo 1000, A Bolha, Vímana , Peso e Scaladacida. Era um tempo onde a juventude queria ir além do Tropicalismo, que era mais acessível, e beber das fontes importadas de bandas como Yes, ELP e King Crimson. Enquanto no Brasil, os únicos grupos que tinham um certo reconhecimento, como Mutantes e Terço, só se apresentavam mais pelo interior do estado, haviam também outros que ganhavam muito dinheiro cantando em inglês e se apresentando na TV e nas capitais, como o Pholhas e Menphis, seguindo a linha de Morris Albert (cantor de Fellings).
























Em contrapartida, surgiria em 1974, o Veludo, sob a liderança do tecladisda e compositor Elias Mizrahi. Tinha ainda em sua formação o guitar-hero Paulo de Castro e o ex-Bolha, considerado por muitos como o melhor baterista carioca, Gustavo Schoeter (que depois tocaria na Cor do Som) e, no baixo, Pedro Jaguaribe. Antes disso se chamava Veludo Elétrico e chegou a ter entre seus integrantes: Lulu Santos e Fernando Gama (que saíram para formar o lendário Vímana), Rui Motta, Tulio Mourão e Luciano Alvez (que passaram pelos Mutantes, liderado por Serginho Dias). Fernando Gama integraria depois o Boca Livre, Tulio Mourão tocaria com Milton Nascimento entre outros, e Luciano Alvez nos primeiros discos de Pepeu Gomes.





















O som do grupo nessa época era basicamente calcado no hard-rock, talvez com toques de Deep Purple, e muito improvisado. Muitas vezes pareciam que tocavam tão alucinados que iriam se perder no meio dos temas.

Natural, pois o Veludo Elétrico fez muitos shows pelo Rio de Janeiro tocando Rolling Stones, mas a proposta do agora "Veludo" já se distanciava bastante da original. Contudo, a fama da banda se espalhava com enorme repercussão. Diversas eram as dificuldades naqueles anos (1974-1975), pois nenhuma gravadora estava disposta a levá-los para o estúdio e investir; o som era muito mais experimental. Aliás, de experimental no Brasil, só o Hermeto Pascoal conseguiu alguma coisa, mesmo assim teve que sair do país. Por causa disso, alguns fãs levavam gravadores para as apresentações afim de obter registros das músicas e assim, no início dos anos 90, surge o disco 'Veludo ao Vivo' (1975), fruto da atitude de um fã que teve a coragem de prensar 2000 cópias e, dessa forma, prestar uma valiosa contribuição para a história do rock nacional. (Nota do editor: este fã foi o precursor do Crowdfunding, grande a atitude dele, o áudio é ótimo se levarmos em consideração a forma como foi gravado).

O disco foi gravado da apresentação da banda no projeto Banana Progressiva, impulsionado pelo multimídia Nelson Motta. Uma raridade imperdível, apesar da baixa qualidade técnica da gravação - o que é perfeitamente compreensível. 
Texto: Brazilian Progressive Rock.


O Veludo mesmo foi formado a partir da banda de apoio que Zé Rodrix estava recrutando para seu novo show, no fim de 1973. Foi ali que Elias Mizhrai, tecladista, compositor e arranjador, trava encontro com o já rodado guitarrista paulista Paul de Castro (com passagens pel’O Bando e também pelo Veludo Elétrico, já no Rio). Elias tinha uma outra banda progressiva chamada Antena Coletiva, na qual já desenvolvia o som que viria a adotar para o Veludo. Junto com Pedro Jaguaribe (outro ex-Veludo Elétrico) e Gustavo Schroetter (que era baterista da Bolha) estreiam com muito sucesso no reveillon de 1973 no Teatro João Caetano (há um pequeno trecho em super 8 desse concerto, veja aqui), junto com outra estreante, o Vímana. Curiosamente, ambas tem o Veludo Elétrico em sua árvore genealógica. O som do Veludo era um rock progressivo de alto impacto, saindo da linha contemplativa de muitos grupos influenciados pelo Pink Floyd, rasgando-se entre violentas interações de guitarra e teclados e chocando-se com uma sólida cozinha de bateria e baixo, abusando de convenções e mudanças de andamento em suas longas suítes. Se o público se amarrava no som dos caras, as gravadoras tinham uma visão restritiva quanto ao tipo de música praticada; consideravam aquilo como um som para um nicho específico e pequeno, apenas. A despeito da grande repercussão na época, a banda não conseguiu nenhum contrato para gravar um disco. Em um show, inclusive, contaram com uma canja do ex-tecladista do Yes, Patrick Moraz, que estava se radicando no Brasil. Contudo, nem só de louros se conta a trajetória da banda. Ezequiel Neves, um notório detrator do rock progressivo, os detonava sem dó:

“O grupo do guitarrista Paul de Castro desaprendeu de forma chocante sua eficaz receita de rock-blues. Agora o Veludo entrou para o rol do som bolo de noiva, marca registrada do Terço, Mutantes, etc… Tudo de uma chatice sem limites. A competência instrumental a serviço da bobagem. Temas fantásticos totalmente jogados fora, sufocados por improvisações totalmente desprezíveis. O fato do Veludo, o Terço e os Mutantes estarem conscientemente batendo com a cabeça na parede, me deixa com pena é da parede”

Elias Mizhrai, tecladista, vocalista e fundador do Veludo


No fim de 1974, Nelsinho Laranjeiras substitui Pedro Jaguaribe no baixo e em 1975, após o festival Banana Progressiva, em São Paulo, Gustavo Schroetter também se manda para ocupações mais rentáveis (entrou para a banda de Jorge Ben, tocou com Raul Seixas e depois formou o A Cor do Som no fim da década).  No lugar de Gustavo, o guitarrista Ari Mendes (que já tocara alguns anos antes com Nelsinho Laranjeiras) assume o posto de baterista de forma improvisada.




















Elias Mizhrai, fundador do grupo, também buscou uma carreira solo e foi trabalhar com Ney Matogrosso, deixando momentaneamente a banda. Também Paul de Castro, por convite de Sergio Dias (um admirador confesso do grupo) assume o baixo nos Mutantes, no lugar de Antonio Pedro Fortuna. Nelsinho reestrutura totalmente o som do grupo, tornando o mais eclético e agregando elementos mais presentes de música brasileira e latina. A banda entrou em um vaivém de músicos (até o próprio Elias retornou por um tempo nessa nova fase do grupo) e prosseguiu com essa fusão de estilos até sua dissolução em 1978.




















No fim da década de 1990, surge um registro gravado da platéia do show da banda no festival Banana Progressiva, em 1975, no teatro da Fundação Getúlio Vargas, que pode dar uma idéia da qualidade do grupo e do calibre de sua possante fórmula musical (ouça aqui). Nos anos 2000, Elias Mizhrai reativa brevemente a banda e lança o disco A Re-volta; já Nelsinho Laranjeiras revive a segunda fase da banda, lançando em 2016 o álbum Penetrando por todo o caminho sem fraquejar, contando com a participação de alguns dos músicos que integraram a segunda fase da banda, relendo o repertório da época. Atualmente, os dois músicos buscam revitalizar o repertório do grupo separadamente.
Fonte: Web




















Integrantes: 

Nelsinho Laranjeiras (Baixo)
Elias Mizrahi (Tclados)
Paul de Castro (Guitarra)
Gustavo Schroeter (Bateria)
























Discografia

Veludo Ao Vivo (1975)
























01. Veludeando
02. Egoismo
03. Antenoriun II
04. A Chama Da Vida
05. A Única
06. As X Fases (Do Homem Comum)