quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 30)












Ego Kill Talent























Theo van der Loo (Guitarra/Baixo),Jonathan Correa (Vocal), Raphael Miranda (Bateria/Baixo/Guitarra) e Jean Dolabella (Bateria/Guitarra/Baixo), músicos experientes oriundos de bandas como Sepultura, Reação em Cadeia e Sayowa integram o EGO KILL TALENT.

O nome (redução da frase popular de autor desconhecido “too much ego will kill your talent”) propõe uma reflexão crítica sobre o ego que é um ingrediente sempre presente no universo artístico. Seguindo a ideia de desconstrução do ego os integrantes revezam-se nos instrumentos a cada música e assinam conjuntamente todas composições do grupo, buscando uma identidade coletiva no lugar dos talentos individuais de cada membro. O resultado sonoro do grupo é rock com peso que preenche os ouvidos, sem excessos os arranjos e a qualidade técnica das gravações e mixes são tratadas com atenção aos mínimos detalhes. As letras são compostas e cantadas em inglês.

Formado em dezembro de 2014 em são Paulo a banda tem como base o estúdio Family Mob onde gravou ao longo de 2015 o material lançado numa série de 3 EPs. Quem assina a produção é o Americano Steve Evett que já trabalhou com artistas como The Cure, Sepultura, The Dillinger Escape Plan entre outros. As mixes foram feitas no Omen Room (California) e a masterização no West Side Music (NY) por Alan Douches (Outkast, Sepultura, Motorhead, etc.). A música Sublimated antecipou o primeiro EP da série, também intitulado Sublimated que foi lançado em novembro de 2015 e é composto também das faixas The Searcher, Same Old Story, e uma “exposed version” da faixa título. O Segundo EP da série intitulado “Still Here” foi lançado em julho de 2016 e o terceiro EP será lançado em janeiro de 2017 completando o álbum de estreia do EGO KILL TALENT. Nos shows a banda executa músicas que integrarão os 3 EPs trazendo uma experiência diferente para o público que tem chance de conhecer antecipadamente canções inéditas. 2016 tem sido um ano bastante produtivo, o EKT foi uma das atrações do Lollapalooza Brasil, do Maximus Fest juntamente com Ramstein, Marilyn Manson e segue em turnê pelo Brasil para divulgação dos 3 Eps. internacionalmente a banda fechou representação com o agente internacional Ian Fintak e já planeja datas para os EUA e Europa para 2017. (Texto: Planeta Atlântida)

Discografia

Sublimated (2015) [EP]
























Ego Kill Talent (2017)








Dona Cislene



























O bom e velho rock and roll nunca deixará de se renovar e de movimentar milhares de jovens enquanto bandas como Dona Cislene estiverem pelos palcos.

Atenta na repercussão e no espaço que o quarteto brasiliense vem conquistando nos grandes palcos do Brasil, a agência de entretenimento Motor Records – “movida pela essência dos motores v8” – agregou a Dona Cislene ao seu casting artístico.

Em 2016, a Dona Cislene abriu o festival Rock Station, em São Paulo, que reuniu 8 mil pessoas e trouxe as lendas do punk/hardcore norte-americano Anti-Flag, Dead Kennedys e The Offspring. Outros grandes festivais como o MADA (RN) e João Rock (SP) também contaram com o quarteto.

A união de Bruno Alpino (vocalista), Guilherme de Bem (guitarrista), Pedro Piauí (baixista) e Paulo Sampaio (baterista) faz bastante barulho desde o lançamento do disco de estreia, Um Brinde aos Loucos (Independente, 2014), que foi financiado e bombado pelos fãs nas mídias sociais.

Os anseios de uma jovem banda de rock se refletem nas letras, cheias de responsabilidades, descobrimentos, reflexões, desilusões, amor... O discurso conectado com sua geração catapultou a Dona Cislene para todo o Brasil: já passaram por São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte...

O quarteto construiu sua fama no underground brasiliense e chamou a atenção dos conterrâneos veteranos. Hoje a Dona Cislene conta com o apoio de gente como Digão (Raimundos), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial) e da banda Natiruts.

Em 2015 a Dona Cislene lançou um single com a participação de Dinho e Digão. Firmando a troca de experiências entre gerações do rock calango, saiu a faixa “Ilha”.

Em 2016 foi a vez do clipe de “Multipersona”, dirigido por Luringa. A faixa polemizou ao satirizar os shows musicais e curiosamente, o clipe saiu na mesma semana em que estreou o X-Factor Brasil.

Sempre com muita positividade, a Dona Cislene está conseguindo gritar o mais alto que pode, colocando um sorriso no rosto de quem alcança.


Meninos e Leões

Quando meninos tornam-se leões? Quando a rotina de um garoto cheio de sonhos e medos passa a se transformar em uma luta por sobrevivência, persistência e força?

Esse álbum existe pra responder tais perguntas, em cada elemento de sua essência. Desde cada suspiro cantado aos timbres de cada instrumento gravado em nossa cidade natal, Brasília. "Meninos E Leões" é tudo aquilo que gostaríamos de gritar pro mundo inteiro ouvir.

É a nossa infância, nossa casa e todos aqueles que passaram e nos acompanharam muitas vezes de mãos dadas em nossa caminhada. É o nosso presente, cansativo mas sempre cheio de grandes surpresas que insistem em alimentar nossos corações de bondade e gratidão a tudo isso que rege o mundo. É o nosso futuro, exigindo cada vez mais de nós e cobrando sempre novas responsabilidades.

Nosso novo trabalho é atemporal, não faz sentido com nenhuma época ou fase especifica, e sim com todas elas... As que passaram, a que estamos vivendo e as que ainda virão. É quase como um diário em forma de música. Cada uma delas retratando diferentes sentimentos em cada momento e singularidade.

Histórias inspiram músicas E músicas inspiram histórias. Histórias diferentes na imaginação de cada um de vocês que as escutarão. Em diferentes interpretações as dez possuem algo em comum: todas retratam a vida de meninos, de leões, de seres cheios de imperfeições e sonhos. Os mesmos sonhos que juntaram os quatro meninos cheios de energia, com um mundo nas mãos e uma mochila nas costas. Mochila que a cada viagem, a cada ano, a cada palco torna-se mais pesada e cheia de aprendizado. Assim, a cada dia de nossas vidas acordaremos meninos e adormeceremos leões. (Texto: Facebook & Site Oficial)

Discografia

Um Brinde Aos Loucos (2014)
























AudioArena Originals (2016)

























Meninos E Leões (2017)







































The Experience Nebula Room




























"Todo o turbilhão que habita a mente e a alma saindo através de acordes e ritmos hora doentios, hora angustiados, hora poderosos; como tudo o que se passa em nossas almas e mentes; e nada disso, ainda assim, explica o que flui de nossas mãos para os ouvidos do mundo. Só resta sentir..."

Criada em 2011, The Experience Nebula Room (TENR) é uma banda de rock instrumental que tem como principal influência o rock setentista, psicodelias e reverberações características dessa década aliadas ao peso e densidade dos anos 90.

O diferencial da TENR é que a banda possui dois exímios bateristas que se revezam entre baixo e bateria proporcionando climas, texturas e performance de palco diferentes ao ouvinte.

Em 2011, a banda gravou a demo „Ignition‟ com o produtor fonográfico Bruno Pires. A canção teve grande repercussão no cenário regional resultando em várias parcerias e shows.

Iniciado Junho de 2012, a banda lançou seu primeiro EP, gravado ao vivo e intitulado “Happiness is a live Experience”. O EP "Happiness is a Live Experience" atingiu grande repercussão no cenário nacional e obteve diversas resenhas em sites renomados. Destaca-se o TRAMA VIRTUAL, onde a banda figurou por mais de 2 semanas no primeiro lugar em todas as categorias, recebeu resenha de ninguém menos que o mestre Ricardo Tibiu e fez parte da Mixtape (2012 - #06 29/06/2012 - No relógio da playlist de junho marca 4:20!) ao lado de grandes nomes como: Macaco Bong, Júpiter Maçã, Karina Buhr, Hangovers, Mukeka di Rato, dentre outros.

No inicio de 2013 a banda gravou tardiamente, pós-festividades o Christmas Single 2012. O qual foi gravado com a principal intenção de agradecer, da forma mais descontraída possível, a todos que nos apoiam e acreditam na TENR. Gravadas em fita, prezando pelo analógico, as músicas presentes no Single foram registradas totalmente ao vivo, sem cortes ou edições.

Em Julho de 2013 a TENR lançou seu primeiro videoclipe para a canção "Ignition". Segundo Vitor Ferrari do Indie Shoe "A banda passa em vídeo o ambiente dos campos típicos de região sul do Brasil, que dão um ar de fuga, de saída da zona de conforto, como se o trio caminhasse por aí com seus instrumentos buscando através da música se encontrar - e tudo indica que se encontraram”. (Texto: Facebook)

Discografia

Christmas Single (2012) [EP]
























Happiness is a Live Experience (2012)
























Ouroborous (2017)









Molodoys

























Mistura quântica. Do ácido-terroso. Resultado volátil da fusão instável entre a improbabilidade do caos e a liberdade musical, exposto à mais alta temperatura da brasa dos trópicos distópicos. Tropi-caos. Sobre os males e mares do mundo moderno, sobre a vida e o universo, sobre a morte e a consciência, sobre este solo.

Projeto nascido em 2012, tem como proposta resgatar elementos da cultura brasileira e fundi-los a experimentações sonoras utilizando-se de diversas referências como a psicodelia sessentista, o vaporwave, a tropicália e o movimento manguebeat, para compor sua identidade. Sendo completada por letras lúdicas e ácidas cantadas pelo vocal rouco característico de Léo Fazio. Em Julho de 2014 a banda estreou com um EP - gravado no ano anterior - lançado com apoio da Revista NOIZE - gerando boa repercussão fazendo com que fossem convidados para participarem de programas no youtube como “Balcony TV São Paulo” e “Elefante Sessions”. Em Agosto do mesmo ano fizeram parte do tributo Live Forever, organizado pelo site Oasis News para o homenagear o álbum Definitely Maybe (Oasis), onde gravaram uma versão da b-side “D’yer Wanna Be a Spaceman?”.
Em 2015, antes de entrarem em turnê pelo sul do país, entraram para o casting do selo Miniestéreo da Contracultura e lançaram os singles “Blues do Cangaço” e “Ácido” – o primeiro chegou a receber elogios de Sergio Dias, guitarrista fundador d’Os Mutantes – gerando boas críticas e dando o ponta pé inicial para gravarem seu primeiro álbum. Recentemente foram convidados a participar do projeto Original’s Studio, organizado pela marca Levi’s, onde gravaram a faixa “Lira Dos Anos Vinte”.

O grupo reside na capital paulista, por onde toca desde sua formação, além de outros lugares do Brasil. Atualmente a Molodoys prepara para lançar seu álbum de estreia, intitulado Tropicaos. Trazendo 12 faixas que resgatam o espírito da psicodelia e da tropicália em uma releitura moderna, o álbum teve seu instrumental gravado ao vivo nos estúdios Family Mob - como parte do projeto Converse Rubber Tracks - e Gerência, de Carol Zingler (Sexy Grove) e Tomás Oliveira (Mustache & Os Apaches). Os vocais e arranjos foram gravados no estúdio Abra Sounds, de Gustavo Coutinho, que assina a produção do disco, junto à própria banda.  (Texto: Facebook).

Discografia

Metamorphic Fragments (2014) [EP]
























D'Yer Wanna Be A Spaceman? (2014) [Single]
























Blues do Cangaço (2015) [Single]
























Ácido (2015) [Single]
























Tropicaos (2016)



































quarta-feira, 9 de agosto de 2017

FAR FROM ALASKA - UNLIKELY - O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 29) LANÇAMENTOS DO ANO






































Quando comecei essa série de posts dedicado ao rock independente em 2012, não imaginava que estaria escrevendo até hoje e conhecendo, cada dia mais, bandas e músicos sensacionais da cena atual brasileira. Uma das primeiras bandas que me chamou atenção foram os Far From Alaska, escrevi sobre eles na segunda edição da série em 2014: O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 2), até hoje uma de minhas preferidas e ouso dizer que são uma das melhores bandas que esse país já teve. Em uma das apresentações que vi da banda eu e minha irmã caçula em 2015, compramos o primeiro álbum direto das mãos do guitarrista Rafael Brasil e os tietamos um pouco, me comparando com o público já sou um tiozão (risos). Escrevi sobre essa apresentação no post: FAR FROM ALASKA NO CENTRO CULTURAL DA PENHA CCP.

A banda além de terem feito um show impecável, são jovens simples e atenciosos com seu público, uma característica boa do show business atual, é que no underground todos somos mais iguais, e uma ruim é que o rock não é mais tão popular como em outrora. Sem muita opção de casas de shows as bandas se apresentam onde podem, como em pequenos teatros, nos circuitos do SESC e alguns festivais Brasil afora. 


Mas deixemos de papo e vamos ao que interessa, falar sobre o segundo grande álbum da banda lançado agora em 2017: 'Unlikely'. 

Vou fazer aqui um faixa a faixa, espero que gostem. Uma curiosidade é que a maioria das músicas possuem no titulo nomes de animais, um álbum bem conceitual:

O álbum abre com Cobra, foi a primeira música divulgada pelo grupo, com uma levada característica da banda que alterna ritmos entre calmaria e porrada, a velha forma Zeppeliniana de usar a dinâmica em partes mais calmas e explosões sonoras entre base e refrões, a música começa com a boa cozinha de Edu Figueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria), já Emmily Barreto manteve a boa atuação vocal, com seus drives característicos dividindo os vocais com a voz suave da tecladista Cris Botarelli, formando novamente uma boa dupla de vozes. Já Rafael Brasil mantem o peso da sua guitarra na música, o riff é bem Tom Morello, a canção me lembrou coisas de Audioslave e Rage Against the Machine. Ótima abertura de álbum.

A segunda canção Bear, começa com um riff sinistro, nítida a influência de Tony Iommi (Black Sabbath) na guitarra de Rafael Brasil, entrando depois uma base eletrônica, quebra um pouco o clima sabbatico por um momento, mas depois volta com tudo, como na primeira a música é curta e direta, gostei muito, aliás sou um grande fã de Iommi, e Rafael Brasil escolheu a escola certa, não é a toa que ele usa uma SG.

A terceira Flamingo, lembra mais coisas do primeiro álbum ModeHuman, talvez pelo uso dos sintetizadores de Cris Botarelli, mais uma vez a música é curta e direta, gosto dessa fórmula.

Pig, a quarta faixa começa com aquele clima Country rock com o uso do slide guitar da tecladista Cris Botarelli, também lembra coisas do primeiro álbum mas, dessa vez a banda soa mais americana do que nunca, apesar do peso, os refrões e os teclados dão um tom pop para a música. Quem diria numa primeira audição que essa banda, em sua maioria é composta por potiguares do Rio Grande do Norte?    

A quinta faixa e uma de minhas preferidas até agora, Elephant, com clima oriental, nessa o trabalho de Cris Botarelli nos teclados e sintetizadores é fundamental. Desta vez em tom de balada, Emmily Barreto canta no tom suave de Cris por alguns momentos, mas depois explode em gritos e peso. Destaque também para a bateria de Lauro Kirsch, ótima pegada.

Monkey, a sexta faixa eu dou destaque novamente para a ótima cozinha de Edu Figueira (baixo) e Lauro Kirsch (bateria), a linha de baixo gostei muito, a música é a mais swingada, inclusive a guitarra de Rafael Brasil que alternou entre o groove nas palhetadas e a distorção do seu riff pesado.

Pelican, a sétima mantém o groove principalmente do baixo e bateria, aqui a guitarra está mais para Hendrix do quê Iommi a não ser quando explode nos refrões, junto com os sintetizadores de Cris Botarelli, o estilo Far From Alaska é bem definido nessa faixa, já tornou-se redundante falar sobre os ótimos vocais de Emmily Barreto, então destaco aqui a fórmula pronta que vem desde ModeHuman.  

A oitava Pizza, com um clima mais oitentista, um pouco pós punk e mais pop do que as demais até agora.
















Armadillo, a nona é bem climática mantendo o estilo da banda que alterna momentos calmos com porradaria, essa achei a mais setentista até agora, principalmente quando o ritmo acelera e recua, me agradou muito, enquanto Rafael Brasil mantem a base e os riffs, Cris Botarelli cuida dos solos com sua slide guitar.

Rhino, a décima faixa e minha segunda preferida até agora, pesada, novamente riffs certeiros de guitarra, um pouco mais de slide guitar, os vocais do refrão me lembrou coisas dos anos noventa como Dolores O'Riordan (The Cranberries) e Alanis Morissette.

A décima primeira faixa, Slug começa com uma guitarra limpa e dedilhada, o clima sabbatico volta forte, o estilo Stoner Rock é mais evidente nesse som, a momentos que me lembrou Alice Chains, os sintetizadores nesse som, deu uma pitada psicodélica no meio e principalmente no fim, distorção e ruídos fecham a canção. 

Fechando o álbum a música Coruja, minha terceira preferida, começa com uma introdução de baixo com efeito e distorção e com uma marcação no chimbal da bateria, segue com uma batida marcada e reta, a dinâmica entre peso e calmaria é mais sutil mas permanece como característica FFA de ser, assim termina o álbum.

Fiquei muito satisfeito com a audição do disco, alias muito bem produzido, ele é tão bom quanto o primeiro, mantendo a qualidade e explorando novos recursos o Far From Alaska não decepciona, para se ter uma ideia da qualidade da banda, seus álbuns agradam logo de cara, esse ainda mais, todas as músicas são curtas e diretas sem enrolação. Fico feliz de poder acompanhar uma banda jovem, criativa e contemporânea desde seu inicio, a última vez que acompanhei uma cena parecida foi com o Grunge nos anos noventa, o FFA tem potencial para ganhar o mundo e aqui no Brasil é uma forte representante da música underground, parabéns garotos e obrigado pelo som, desejo sucesso sempre!












terça-feira, 1 de agosto de 2017

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 28)









Vish Maria



























Vish Maria, uma mescla orgânica reciclada de gêneros, sabores e sons calçados pelas botas do rock, contudo, caminhando por terrenos estrangeiros.​

Vish Maria teve sua primeira formação oficial em 2012, dando partida nesta astronave em com o “show temático” em homenagem ao rock brasileiro dos anos 60 e 70, intitulado “Brazuca Em Tempo de  Rock”, o qual tiveram maravilhosa repercussão e feedback das plateias aonde se apresentaram, inclusive no FESTIVAL CANTO DA PRIMAVERA de 2013.

Em 2015 se iniciou o processo de gravação, mixagem e masterização chefiados pelo produtor Luis Calil (bandas Cambriana/Ara Macao).​

No ano seguinte, em maio 2016, seu primeiro album autoral é lançado através do selo Monstro Discos, um trabalho experimental e  sem qualquer rótulo ou gênero que possa afirmar o que seria seu estilo musical, sendo sua própria música o gênero que a possa definir. O mesmo teve tanta repercussão que conquistou fãs de São Paulo, Tocantins, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina; atravessou o oceano, até chegar aos ouvidos do público de Moscou e Amsterdam! A banda foi destaque também no site Recyclable Sounds da Russia e toca em uma das rádios de maior representatividade da Holanda. (Texto: Site Oficial)

Discografia

Vish Maria (2016)































The Dirty Boyz
























The Dirty Boyz, banda de rock alternativo paulistana, formada em 2014, depois de algumas mudanças de nome e formação se firmou em 2017. O som da banda tem influências diversas que vão do indie rock ao classic rock com elementos da cultura underground. Lançando 10 músicas no seu primeiro álbum vem tocando no circuito underground de São Paulo mostrando um som diferente e original.

Power Trio Formado em São Paulo, tocamos rock em português autentico, sincero, com guitarras vintage e baixos pesados. Primeiro álbum já disponível lançado em 7 de Agosto de 2016. 
Fonte: A própria banda

Formação

Breno Rissardo - Guitarrista e Vocalista
Bruno Petcov - Baixista
Victor Sheen - Baterista

Discografia

The Dirty Boys Rollercoaster (2016)











Árvora Di Carlla























Banda do Espírito Santo de rock progressivo lançou em 2010 seu primeiro álbum totalmente independente. No site além do álbum, tem breve informações sobre o grupo e novidades.

Teclados, num clima orchestral prog sinfônico mesclada a uma atmosfera jazz.... Prepare-se para ouvir um excelente disco de uma banda Brasileira com forte influência Europeia. Instrumentistas competentes, musicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profando se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, cheios de misterios. Adorei o álbum! Altamente recomendado!

Sobre o disco fala Gustavo Caverzan: Uma ponderação interessante sobre o nosso disco é que as sete faixas, na verdade, compõem uma única música. Se reparar o início de uma faixa se entrelaça com o término da faixa que a antecede. Um detalhe conceitual importante para a compreensão do todo da obra.

Ainda: comunico que, em seu conjunto, este nosso primeiro disco, terá um desdobramento temático a se permitir à continuidade na representação do nosso segundo disco. Informo que o segundo disco do Ávora Di Carlla está em fase de produção e gravação, tendo uma previsão para ser lançado no ano de 2013. (Texto: Contramão Prog Rock)

Discografia

O Velho, a Carne e a Psicodélica Árvore do Imaculado Ventre da Terra (2010)
























Volume II (2011) [EP]


































domingo, 9 de julho de 2017

VELUDO - PERDIDOS NO BAÚ DA HISTÓRIA (PARTE 18)


A história da banda carioca Veludo, surgida no inicio dos anos 70, é tão obscura quanto a de qualquer outra banda daquela época - como Módulo 1000, A Bolha, Vímana , Peso e Scaladacida. Era um tempo onde a juventude queria ir além do Tropicalismo, que era mais acessível, e beber das fontes importadas de bandas como Yes, ELP e King Crimson. Enquanto no Brasil, os únicos grupos que tinham um certo reconhecimento, como Mutantes e Terço, só se apresentavam mais pelo interior do estado, haviam também outros que ganhavam muito dinheiro cantando em inglês e se apresentando na TV e nas capitais, como o Pholhas e Menphis, seguindo a linha de Morris Albert (cantor de Fellings).
























Em contrapartida, surgiria em 1974, o Veludo, sob a liderança do tecladisda e compositor Elias Mizrahi. Tinha ainda em sua formação o guitar-hero Paulo de Castro e o ex-Bolha, considerado por muitos como o melhor baterista carioca, Gustavo Schoeter (que depois tocaria na Cor do Som) e, no baixo, Pedro Jaguaribe. Antes disso se chamava Veludo Elétrico e chegou a ter entre seus integrantes: Lulu Santos e Fernando Gama (que saíram para formar o lendário Vímana), Rui Motta, Tulio Mourão e Luciano Alvez (que passaram pelos Mutantes, liderado por Serginho Dias). Fernando Gama integraria depois o Boca Livre, Tulio Mourão tocaria com Milton Nascimento entre outros, e Luciano Alvez nos primeiros discos de Pepeu Gomes.





















O som do grupo nessa época era basicamente calcado no hard-rock, talvez com toques de Deep Purple, e muito improvisado. Muitas vezes pareciam que tocavam tão alucinados que iriam se perder no meio dos temas.

Natural, pois o Veludo Elétrico fez muitos shows pelo Rio de Janeiro tocando Rolling Stones, mas a proposta do agora "Veludo" já se distanciava bastante da original. Contudo, a fama da banda se espalhava com enorme repercussão. Diversas eram as dificuldades naqueles anos (1974-1975), pois nenhuma gravadora estava disposta a levá-los para o estúdio e investir; o som era muito mais experimental. Aliás, de experimental no Brasil, só o Hermeto Pascoal conseguiu alguma coisa, mesmo assim teve que sair do país. Por causa disso, alguns fãs levavam gravadores para as apresentações afim de obter registros das músicas e assim, no início dos anos 90, surge o disco 'Veludo ao Vivo' (1975), fruto da atitude de um fã que teve a coragem de prensar 2000 cópias e, dessa forma, prestar uma valiosa contribuição para a história do rock nacional. (Nota do editor: este fã foi o precursor do Crowdfunding, grande a atitude dele, o áudio é ótimo se levarmos em consideração a forma como foi gravado).

O disco foi gravado da apresentação da banda no projeto Banana Progressiva, impulsionado pelo multimídia Nelson Motta. Uma raridade imperdível, apesar da baixa qualidade técnica da gravação - o que é perfeitamente compreensível. 
Texto: Brazilian Progressive Rock.


O Veludo mesmo foi formado a partir da banda de apoio que Zé Rodrix estava recrutando para seu novo show, no fim de 1973. Foi ali que Elias Mizhrai, tecladista, compositor e arranjador, trava encontro com o já rodado guitarrista paulista Paul de Castro (com passagens pel’O Bando e também pelo Veludo Elétrico, já no Rio). Elias tinha uma outra banda progressiva chamada Antena Coletiva, na qual já desenvolvia o som que viria a adotar para o Veludo. Junto com Pedro Jaguaribe (outro ex-Veludo Elétrico) e Gustavo Schroetter (que era baterista da Bolha) estreiam com muito sucesso no reveillon de 1973 no Teatro João Caetano (há um pequeno trecho em super 8 desse concerto, veja aqui), junto com outra estreante, o Vímana. Curiosamente, ambas tem o Veludo Elétrico em sua árvore genealógica. O som do Veludo era um rock progressivo de alto impacto, saindo da linha contemplativa de muitos grupos influenciados pelo Pink Floyd, rasgando-se entre violentas interações de guitarra e teclados e chocando-se com uma sólida cozinha de bateria e baixo, abusando de convenções e mudanças de andamento em suas longas suítes. Se o público se amarrava no som dos caras, as gravadoras tinham uma visão restritiva quanto ao tipo de música praticada; consideravam aquilo como um som para um nicho específico e pequeno, apenas. A despeito da grande repercussão na época, a banda não conseguiu nenhum contrato para gravar um disco. Em um show, inclusive, contaram com uma canja do ex-tecladista do Yes, Patrick Moraz, que estava se radicando no Brasil. Contudo, nem só de louros se conta a trajetória da banda. Ezequiel Neves, um notório detrator do rock progressivo, os detonava sem dó:

“O grupo do guitarrista Paul de Castro desaprendeu de forma chocante sua eficaz receita de rock-blues. Agora o Veludo entrou para o rol do som bolo de noiva, marca registrada do Terço, Mutantes, etc… Tudo de uma chatice sem limites. A competência instrumental a serviço da bobagem. Temas fantásticos totalmente jogados fora, sufocados por improvisações totalmente desprezíveis. O fato do Veludo, o Terço e os Mutantes estarem conscientemente batendo com a cabeça na parede, me deixa com pena é da parede”

Elias Mizhrai, tecladista, vocalista e fundador do Veludo


No fim de 1974, Nelsinho Laranjeiras substitui Pedro Jaguaribe no baixo e em 1975, após o festival Banana Progressiva, em São Paulo, Gustavo Schroetter também se manda para ocupações mais rentáveis (entrou para a banda de Jorge Ben, tocou com Raul Seixas e depois formou o A Cor do Som no fim da década).  No lugar de Gustavo, o guitarrista Ari Mendes (que já tocara alguns anos antes com Nelsinho Laranjeiras) assume o posto de baterista de forma improvisada.




















Elias Mizhrai, fundador do grupo, também buscou uma carreira solo e foi trabalhar com Ney Matogrosso, deixando momentaneamente a banda. Também Paul de Castro, por convite de Sergio Dias (um admirador confesso do grupo) assume o baixo nos Mutantes, no lugar de Antonio Pedro Fortuna. Nelsinho reestrutura totalmente o som do grupo, tornando o mais eclético e agregando elementos mais presentes de música brasileira e latina. A banda entrou em um vaivém de músicos (até o próprio Elias retornou por um tempo nessa nova fase do grupo) e prosseguiu com essa fusão de estilos até sua dissolução em 1978.




















No fim da década de 1990, surge um registro gravado da platéia do show da banda no festival Banana Progressiva, em 1975, no teatro da Fundação Getúlio Vargas, que pode dar uma idéia da qualidade do grupo e do calibre de sua possante fórmula musical (ouça aqui). Nos anos 2000, Elias Mizhrai reativa brevemente a banda e lança o disco A Re-volta; já Nelsinho Laranjeiras revive a segunda fase da banda, lançando em 2016 o álbum Penetrando por todo o caminho sem fraquejar, contando com a participação de alguns dos músicos que integraram a segunda fase da banda, relendo o repertório da época. Atualmente, os dois músicos buscam revitalizar o repertório do grupo separadamente.
Fonte: Web




















Integrantes: 

Nelsinho Laranjeiras (Baixo)
Elias Mizrahi (Tclados)
Paul de Castro (Guitarra)
Gustavo Schroeter (Bateria)
























Discografia

Veludo Ao Vivo (1975)
























01. Veludeando
02. Egoismo
03. Antenoriun II
04. A Chama Da Vida
05. A Única
06. As X Fases (Do Homem Comum)










terça-feira, 4 de julho de 2017

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 27)









Sopro Difuso 

Formada em meados de 2001 na cidade de Curitiba- PR. Suas composições misturam elementos do rock progressivo e música popular (valsa, baião, frevo, jongo, flamenco, ...)

Ao longo de 9 anos, o Sopro Difuso conquistou um espaço de respeito e admiração. Letra e música fundem-se de maneira ora sutil e cativante ora ácida e contundente, tanto nas líricas quanto nas de critica social, com clara intenção de sensibilizar, emocionar e transformar a realidade.




A Banda tem passagem por eventos e locais importantes como Festival Psicodália (2002 a 2009), Festival da UFPR (2005 a 2007), Umbigo (2003), Enfoque (2007),Teatro Dide Brandão (SC), Teatro do Paiol(2004 a 2006), Prasbandas (2005, 2006), Fundaçao cultural de Curitiba, Canal da Música, Festa do São Lourenço, Empório São Francisco, John Bull, Porão do Rock, Jockers Pub, Memorial de Curitiba, Era só o que faltava, etc.

Entre shows e festivais, o grupo esteve ao lado de artistas e bandas importantes como Sérgio Dias, Patrulha do Espaço, Casa das Máquinas, O Som Nosso de Cada Dia, Blindagem.

Jacir Antunes ( voz- violões ) Érico Viensci ( voz- guitarra ) Dênis Naressi ( flauta transversal ) Ênio Naressi ( Baixo ) André Nigro ( bateria) formam o Sopro Difuso.(Texto: Tapete Musical)

Discografia

Sopro Difuso (2010)
























01. Loucura Lúcida
02. Eclipse
03. Quimera
04. Sinal Fechado
05. Sem Saída
06. Torto
07. A Queda
08. Mutação
09. Na Sua
10. Estelar









Overfuzz


























A Overfuzz é um power trio que faz um rock bem trabalhado, sem rótulos e sem pudor. Uma banda de forte energia e sintonia nas apresentações, que sabe tocar alto, muito alto!  
  
Formada em 2010 por três moleques frequentadores da famosa cena goiana de rock independente, tudo se desenvolveu de uma forma bem despretensiosa: bebendo cerveja e fazendo um som. Desde então a banda vem conquistando e consolidando um público bastante fiel e apaixonado por rock ‘n’ roll. 
  
A banda possui 2 EPs lançados (“Overfuzz”, de 2013, e "You Die Tonight", de 2014), um compacto em vinil 7" (“Split It Up!”, 2015) e o álbum "Bastard Sons Of Rock 'n' Roll", com 12 faixas, lançado no final de 2015. Todos estes trabalhos foram gravados por Gustavo Vazquez (produtor de premiados álbuns de bandas como MQN, Black Drawing Chalks, Macaco Bong, Hellbenders...) no estúdio Rocklab Produções Fonográficas, em Pirenópolis (GO). 
  
O álbum ficou com a 15ª colocação na lista dos 50 melhores lançamentos nacionais de 2015 (segundo o site especializado em música Tenho Mais Discos Que Amigos) e vem sempre recebendo críticas bastante favoráveis. Neste trabalho o trio demonstra uma face madura e versátil, que carrega referências dos anos 70, 80 e 90 sem perder a sua identidade própria, sem parecer mais um genérico. Segundo Eduardo Ribeiro, repórter da Noisey (setor de música da revista Vice): “Bastard Sons... traz como novidade um mergulho profundo no peso dos anos 1970, às vezes até escapando para climas mais ousados, tipo Rush e Alice in Chains. A pegada é sempre aquela vibe chapação, entre o Motörhead e o Black Sabbath. E esse tipo de música é foda porque não dá brecha para meio termo. Quando é bom, é muito bom. Quando é ruim, é genérico demais, fica intragável. Arriscando-se nessa linha tênue, o Overfuzz demonstra total capacidade em talhar uma identidade própria a despeito das referências clássicas”. (Texto: Site Oficial) 

Discografia

Bastard Sons of Rock 'n' Roll (2015)
























01. Bastard Sons of Rock 'n' Roll
02. Turning Your Beauty Into a Sickness
03. Purple Skin
04. Best Mistake
05. Seeking Blood
06. Fuzz in a Breeze
07. No Bliss
08. You Die Tonight
09. Demon Eyes
10. Brizola
11. Evil Desires
12. Possum








Juna





















Inspirador. Foi a palavra que me veio na primeira audição de Marina Goes to Moon, EP do duo gaúcho, Juna, que acaba de sair pela Crooked Tree Records. As cinco músicas, gravadas no verão deste ano em São Leopoldo, RS, são bem produzidas e encadeadas de uma maneira agradável, provocando (talvez de forma intencional) essa sensação de imersão, onde a cada faixa um aspecto novo é colocado, em doses homeopáticas, para o ouvinte.

A banda é formada por Victória Appollo (guitarra, violões, teclados e vocais) e Thomas Almeida (bateria, guitarra, contra-baixo e vocais). Para a gravação houve ainda as participações de Daniel Rosemberg e Clandio De Bem.

Prologue, a primeira música do EP, dá o tom do que virá. Música cativante e acompanhada do belo jogo de vozes cheias de personalidade feito por Victória Appollo e Thomas Almeida.

Marina Goes to Moon, faixa título, traz um belo refrão capaz de grudar na sua mente durante o dia inteiro (acredite rs). Há um quê de pop rock, mas delicioso de se ouvir no refrão “I don’t want to be be be be be yours anymore”. O solo de guitarra demonstra a capacidade da banda em unir arranjos de fácil degustação, com técnica elaborada.

Em Aniram é possível perceber o cuidadoso trabalho de mixagem, que produziu uma atmosfera sonora única. Digno de nota são as camadas de guitarras cheias de delay, as quais ressoam de um lado a outro em excelentes divisões que preenchem os espaços na medida certa, sem soar exagerado ou fora de propósito.

Drop the Satellites dá continuidade e liga ao EP e surpreende com outra faceta da banda. Nesta faixa a dupla investe em uma canção com pegada mais pesada, no entanto, sem perder a característica psicodélica das guitarras. A mudança de andamento (e clima) na metade final da música é outra boa sacada.

O EP fecha com a faixa Reprise/Two times, a qual remete, nos minutos iniciais, a uma versão mais lenta de prologue e termina com uma balada lo-fi voz e violão.

É possível observar muitas influências que delineiam o som da Juna que vão desde o space rock, new wave e progressivo até o post-punk. De maneira geral o EP é muito bem produzido, tem conceito bem amarrado e desperta curiosidade sobre o que mais vem por aí.

A capa, de Maria Bitencourt, possivelmente inspirada num dos primeiros filmes da história, o La Voyage Dans La Lune é outro ponto forte. Tanto no filme, quanto no EP há um aspecto de busca e de descobrimento que transcende à época em que foram concebidos. Outra banda que bebeu desta mesma fonte foi o Smashing Punpkins em Tonight, Tonight, que é um clássico para dizer o mínimo. Não sei dizer se Marina Goes to Moon será um clássico tal qual as referências que usou, mas com certeza já nasce grande e bem promissor. No mínimo a arte consegue imprimir não apenas o conceito do disco em si, como também o da banda como um todo.

O ouvinte receberá um singelo convite para além do mundo da lua, mas sim para o mundo de Juna. Boa viagem! (Texto: Crooked Tree Records)

Discografia

Marina Goes To Moon (2017) [EP]
























01. Prologue
02. Marina Goes To Moon
03. Aniram
04. Drop The Satellites
05. Reprise / Two Times














Kingargoolas

























Em 2006, na cidade de Guarapuava/PR, que os integrantes do Kingargoolas colocaram em prática sua música : Rock instrumental, inspirado principalmente pela surf music, sem descartar o que já traziam de influências, como punk rock, quadrinhos, country, trilhas de filmes, garage rock, desenhos animados, rockabilly, etc.

Entre outras apresentações, tocaram em festivais como “Primeiro Campeonato Mineiro de Surfe” em Belo Horizonte-MG”, “Red Foot Stomp” em Londrina-PR, “Curitiba Rock Carnival/ Psycho Carnival” em Curitiba-PR e “Virada Cultural Paraná 2013”. Em dezembro de 2012, a banda participou do CD-coletânea “Mercosurf – La surf music latinoamericana” com a música “Hipotalamos Reverse”. Este CD fez parte do primeiro número da revista “Sonata Magazine”, publicação especializada em Surf Music e distribuída em toda a América Latina.

O primeiro CD full foi lançado em novembro de 2013, composto por 13 músicas, todas de autoria da banda. Em 2014, dentre outras apresentações, os Kingargoolas fizeram uma turnê de 9 shows em 10 dias, pelo Estado de São Paulo, tocando em SESCs e casas de show da região. Além da produção autoral, a banda intercala em seu setlist algumas versões de clássicos da surf music, assim como diversos temas de filmes.

Em 2015 foi lançado o Segundo disco, chamado “Tales From the Instro Zone” nas versões vinil e cd, que apresenta 12 novas composições autorais da banda. Também em 2015 os Kingargoolas participaram na coletânea em vinil “Weirdo Fervo – Garage Surf Rock Compilation” com uma música inédita e na coletânea em cd encartado na revista dos EUA “Continental Magazine”, publicação especializada em Surf Music.

Também em 2015 lançaram o album virtual “Kingargoolas – Ao Vivo na Rádio Cadillacs” , apresentação tocando ao vivo no studio da Web Rádio Cadillacs que está disponível no Bandcamp (link abaixo) e também foi gravado em fitas K7, em edição limitada e numerada.

A intenção do Kingargoolas é cada vez mais produzir e divulgar seu trabalho. Fica aqui o convite para conhecer o som destes mascarados! (Texto: Facebook)

Discografia

Kingargoolas (2013)
























01. Enia, Puxe o Freio!
02. Lambreta Sunburst
03. Lemequifoá
04. Corra Carlos, Corra!
05. Solobonite
06. Power Caçamba Combo
07. O Cadafalso
08. Hipotálamos Reverse
09. Watusi's Boogie
10. Ampolis Cacildis
11. Dança Famigerada do Viking Engessado
12. Acme Speed Dynamite
13. Trinity y las Chicas del Can Can

Ao Vivo na Rádio Cadillacs (2015)
























01. Intro "Cadillacs on the Beach"
02. Tits a Go-Go
03. Agent Miroslov
04. Munsters Theme (Jack Marshall Cover)
05. Corra Carlos, Corra!
06. Watusi's Boogie
07. Tequila (The Champs Cover)
08. Enia, Puxe o Freio!
09. Lambreta Sunburst
10. Tantra Wave
11. Squad Car (Eddie & the Showmen Cover)
12. 36-24-36 (The Shadows Cover)
13. Pullover Tom Pastel
14. Wipe Out (The Surfaris Cover)
15. O Cadafalso
16. Pipeline (The Chantays Cover)
17. Solobonite
18. House of the Rising Sun (The Animals Cover)
19. Acme Speed Dynamite
20. Break Beach (The Mullet Monster Mafia Cover)

Tales From The Instro Zone (2015)
























01. Tits A Go-Go
02. Pullover Tom Pastel
03. Saturn Safari
04. CHT 90'
05. Agent Miroslov
06. Tantra Wave
07. Crazy Cuckoo Clock
08. Mata Hari
09. De Olhos Bem Fechados
10. Continuum 4
11. Nóvisfora Zero
12. Tarantella Tarantinesca
13. Fórceps Poseidon








Doris Encrenqueira





















Doris Encrenqueira é uma banda de rock n roll de Porto Alegre, que lança seu álbum de estreia esse ano.

Banda gaúcha Doris Encrenqueira fala língua do rock no primeiro álbum
Domingo, 02/07/2017, às 19:32, por Mauro Ferreira

A capa do primeiro álbum da banda gaúcha Doris Encrenqueira destoa do som ouvido nas dez músicas alocadas no disco ora lançado pelo selo 180. O próprio nome do quarteto formado em Porto Alegre (RS) em 2014 – por Pedro Lipatin (guitarra e voz), Henrique Cabreira (guitarra e vocal), Eduardo Hollywood (baixo e vocal) e Eduardo Schuler (bateria e vocal) – também parece fora do tom por fazer supor se tratar de um grupo de som calcado no humor. Mas o fato é que o álbum Doris Encrenqueira reverbera esse tal de rock'n'roll sem fazer graça. É um rock geralmente pesado, feito pelos jovens e cabeludos guris com pegada e riffs afiados.

Gravado em janeiro de 2016, com produção assinada pela banda com Sebastian Carsin e com Fabio Jardim, o álbum chega ao mercado fonográfico um ano e meio após a gravação, em edição digital e em CD com direito a encarte com as letras das dez músicas e um pôster da banda.

A edição do álbum foi precedida, em abril, pelo lançamento do clipe de Fazer o que (Eu gosto), rock que versa sobre a insatisfação profissional e que sobressai em repertório que também destaca Egoísta (com solos incandescentes das guitarras de Pedro Lipatin e Henrique Cabreira) e Cai fora. Encorpadas pela marcações cerradas do baixo de Eduardo Hollywood e da bateria de Eduardo Schuler, músicas como Nome na lista e Cidade zumbi mostram que Doris Encrenqueira tem o que dizer na língua básica do rock.
Fonte: http://g1.globo.com

Discografia

Doris Encrenqueira (2017)
























Cai Fora
Acabe Bem
Fazer o Quê (Eu Gosto)
Sempre Quero Mais
Marra É Doença
Egoísta
Hoje eu não posso
Nome na Lista
Cidade Zumbi
A Outra