quarta-feira, 1 de abril de 2015

O ROCK NÃO MORREU (16 BANDAS QUE PROVAM ISSO)



















Há muito tempo ouço por aí que o rock morreu, e de tempo em tempo cada vez mais, vejo bandas e mais bandas pipocando por aí. Digo, se o rock morreu, então como uma Fênix ressurgiu das cinzas e vem sendo assim desde sempre, ressurgem de forma mais independente, mas ressurgem. A industria de discos sim, é uma moribunda em estado de coma, resiste mas não como em outros tempos. 









Como um fã do gênero há muito tempo, sempre busco ouvir coisas novas mas, meus ouvidos parecem ter se desenvolvidos nas décadas de 60 e 70, sempre busco bandas de uma sonoridade mais vintage, que me lembre àquela época, amplificadores valvulados, guitarras e baixos clássicas Fender, Gibsons Les Paul, Orgão Roland e baterias Ludwig e etc. Muitas produções de discos hoje, tentam deixar esse som tão característico dos 60 e 70 registrados em cada um de seus lançamentos, não a toa discos de vinil vem sendo fabricados novamente. Um cara muito conhecido e que sempre foi fera em produzir seus discos com esta sonoridade é o Lenny kravitz.


Dentro e fora do Brasil eu venho notando que cada vez mais, as bandas buscam em suas influências essa essência do rock dos anos 60 e 70, que pareciam perdidas. Realmente foram nestas duas décadas que o gênero se solidificou. O Hard Rock desta época é meu preferido, muitas bandas desta época ditaram as fórmulas de todos outros subgêneros que existem hoje: Punk Rock, Heavy Metal, Pós Punk, Trash Metal e etc. Bandas e músicos consagrados que sempre beberam desta água como Black Crowes, Wolfmother e Jack White são grandes exemplos disso tudo, apesar da primeira ter anunciado o fim de suas atividades, uma pena. 










Fiz uma pequena lista de exemplos de bandas que produzem esse som vintage, uma lista de meus preferidos, nacionais e internacionais, sei que existem mais bandas, mas preferi deixar apenas aquelas que ando ouvindo mais. Apesar da sonoridade vintage essas bandas soam contemporâneas, conseguiram renovar também a linguagem, o visual e a atitude que é o principal elemento do Rock. E como diria Neil Young: 'Rock and roll will never die!'. 





1º Ape Machine












A banda Ape Machine, cujo nome é uma homenagem aos tempos da gravação em rolo, capta, no seu som, a mistura inebriante da agressão animal e a precisão técnica. 

Composta de ex-integrantes dos grupos Evening Episode, Minmae e Fenix TX, a missão da banda é a combinação de melodias fortes, riffs afiados e furiosas improvisações ao vivo. Se muitas bandas dependem meticulosamente dos ensaios, para tocarem exatamente como as músicas foram gravadas, a Ape Machine proporciona uma experiência ao vivo que é tão única como cada noite que a banda compartilha com o público. 

Cada membro da Ape Machine contribui para as composições e adiciona seus pontos fortes e idéias para os arranjos, os riffs e os estilos. O vocalista Caleb Heinze explica: "A música sabe onde ela vive e o nosso trabalho é ajudá-la a encontrar o seu caminho de casa. Podemos fazer isso por flertar com ela e ficarmos um pouco bêbedos... então é fácil". O guitarrista Ian Watt acrescenta:

"Muitas das nossas músicas foram escritas na pequena cozinha do Brian, nosso baixista, depois de várias cervejas e um baseado". 

Misturando partes iguais de Rock n' Roll, Blues, Stoner Rock e Psychedelia, a Ape Machine está botando pra derreter e pronta pra quebrar a apatia dos ouvintes enfadados, com um pesado rock n' roll de tons inéditos desde a época da Led Zeppelin ou da Blues Cheer (Texto de apresentação da banda, extraído da sua página no MySpace e vertido livremente do inglês). 

Integrantes.
Caleb Heinze (Vocais) 
Ian Watts (Guitarra) 
Brian verdade (Baixo) 
Jimi Miller (Guitarra) 

Damon Delapaz (Bateria)

Álbuns
This House Has Been Condemned (2010)
War to Head (2011)

Mangled by the Machine (2013)

Fonte: Roquebrio.





2º Blues Pills















Blues Pills é uma banda formada em dezembro de 2011 que vai na contramão da tendência musical contemporânea: presença constante de blues, soul e hard rock.

O quarteto americano-francês-sueco surpreendeu a cena underground com seu trabalho de estreia. Baixo e bateria bem característicos, combinado com solos matadores do guitarrista de apenas 18 anos, Dorian Sorriaux, harmonizados perfeitamente com a voz marcante de Elin Larsson. 

O sucesso do trabalho foi tão grande que a gravadora Nuclear Blast logo procurou a banda.
Devil Man foi um sucesso, atingindo o topo das paradas na Suíça. Elin Larsson começou a ser admirada não só pela sua beleza natural, mas também pela força de sua voz e presença de palco. 

O guitarrista Sorriaux foi eleito uma das maiores revelações da atualidade pela Guitar Magazine.

Line-up:
Elin Larsson - Vocalista
Dorian Sorriaux - Guitarra
Zack Anderson - Baixo
André Kvarnström - Bateria

Álbuns: Blues Pills

Fonte: Blues Pills: conheça o novo Led Zeppelin http://whiplash.net/materias/biografias/210791-bluespills.html#ixzz3W53PwuoK





3º Boogarins















Boogarins é uma banda brasileira de rock psicodélico formada no ano de 2012, em Goiânia, por Dinho Almeida (vocais e guitarra rítmica) e Benke Ferraz (guitarra solo). Para completar o quarteto, depois entraram Hans Castro (bateria) e Raphael Vaz (contrabaixo). Em 2014, Ynaiã Benthroldo entrou no lugar de Hans.

Boogarins foi formada por Benke e Dinho, dois amigos de infância, que se juntaram e gravaram o EP As Plantas Que Curam em casa. Depois do lançamento do EP, Boogarins chamou atenção da gravadora Other Music que assinou com o quarteto e em 2013 saiu o primeiro álbum da banda As Plantas Que Curam.

Discografia
As Plantas que Curam (2013)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.







4º California Breed
















California Breed foi uma banda de hard rock com sede em Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos. Formada em 2013, o grupo é composto pelo baixista e vocalista Glenn Hughes, pelo guitarrista e vocalista Andrew Watt, e pelo baterista Jason Bonham. 

Após a dissolução da sua banda anterior, o Black Country Communion, no início de 2013, Hughes foi apresentado a Andrew Watt no final do mesmo ano e os dois formaram o California Breed, juntamente com o colega Jason Bonham, que também é ex-membro do Black Country Communion Jason Bonham. 

A banda gravou seu álbum de estreia "California Breed" no final de 2013. No dia 15.01.2015, a banda anunciou o seu fim, de forma prematura. 

Álbuns:

California Breed (2013)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





5º Far From Alaska















Far From Alaska (lit. "Longe do Alasca") é uma banda brasileira de stoner rock fundada em 2012 em Natal, Rio Grande do Norte.

Na época da fundação da banda, todos os integrantes moravam em Natal, mas apenas o guitarrista Rafael Brasil e a vocalista Emmily Barreto nasceram lá. A tecladista Cris Botarelli é de São Paulo, o baixista Edu Figueira é de Mossoró e o baterista Lauro Kirsch é de Cuiabá. Além disso, todos os membros vieram de experiências prévias com outros conjuntos antes de se juntarem em uma banda: Cris e Lauro tocaram juntos no Planant; ela também tocou com Emmily no Talma&Gadelha; Rafael já tocou no Calistoga e, juntamente a Edu e Lauro, tocou no Venice.

O Far From Alaska foi formado em 2012, inicialmente apenas como um projeto de Cris e Emily para a última cantar. Chamaram os outros três membros e consideravam a banda apenas um projeto paralelo. No mesmo ano, venceram o concurso Som Para Todos, que lhes garantiu o direito de abrir o Planeta Terra Festival.

O festival marcou o segundo show da carreira da banda, que foi elogiada dois meses depois por Shirley Manson, vocalista do Garbage. Segundo Cris, o nome da banda não tem nenhum significado especial; foi apenas uma sugestão da mãe de Emmily que acabou agradando os cinco integrantes, que não conseguiam chegar a um consenso. Na mesma ocasião, a integrante também explicou que a banda não vê problema em fazer letras em inglês e que isso tem boa aceitação no público potiguar. Em outra ocasião, ela disse que a decisão foi natural uma vez que a grande maioria das bandas que o grupo escuta cantam em inglês.

Em outubro de 2012 a banda lançou seu primeiro EP, Stereochrome, com quatro faixas. O EP foi pré-produzido em Natal, gravado no Estúdio Tambor no Rio de Janeiro com produção de Pedro Garcia e mixado por Chris Hanzsek no Hanzsek Audio em Seattle, Estados Unidos. Em maio de 2014, lançaram seu primeiro álbum pela Deckdisc, modeHuman, contendo 15 faixas, incluindo as quatro canções do EP regravadas. Uma das faixas, "Dino vs. Dino", foi lançada como single e recebeu um clipe, gravado nas Dunas do Rosado, em Porto do Mangue. Um segundo clipe está previsto para o segundo semestre de. A faixa "Thievery" também recebeu um vídeo promocional, e um clipe para "About Knifes" deverá ser lançado em 2015.

Integrantes
Emmily Barreto - vocal
Cris Botarelli - Sintetizador, lap steel e vocal
Rafael Brasil - guitarra
Edu Filgueira - baixo e backing vocal
Lauro Kirsch - bateria

Álbuns
modeHuman (2014)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.






6º Graveyard















Graveyard é uma banda de Hard rock, formada em 2006, em Gothenburg, Suécia.
Joakim Nilsson, Rikard Edlund, Axel Sjöberg, e Truls Morck formaram Graveyard em 2006. Quando a banda Norrsken foi dissolvida em 2000, o guitarrista Magnus Pelander passou a formar a banda Witchcraft e Nilsson e Edlund se juntaram na banda Albatros, um growly banda blues rock cuja participação também incluía Sjöberg na bateria. 

Inicialmente considerando a banda Albatros um hobby, depois de cinco anos, os membros começaram a tomar sua música mais a sério e tinha crescido insatisfeitos com a direção que o som deles tinha tomado. Quando Albatros se separou, Nilsson e Edlund decidiram que para a sua próxima aventura, eles iriam voltar para suas raízes como músicos e compositores. Nilsson explica: "Eu sou um cantor, mas em Albatros eu só tocava guitarra. Rikard tocava guitarra, mas ele é um tocador de baixo. Também queria um som de rock mais simples." 

Juntamente com Sjöberg e o guitarrista/cantor Truls Morck eles começaram com a banda. Após a sua formação inicial, Graveyard rapidamente gravou uma demo de duas faixas, fizeram um total de três shows, e começaram a planejar um álbum completo com o selo Transubstans Records. 

Enquanto isso, eles postaram uma demonstração de alguns dos seus materiais no MySpace. Seu auto-intitulado álbum de estréia foi gravado por Don Ahlsterberg e lançado no início de 2008. Após a conclusão das sessões de gravação, Truls Morck foi substituído pelo guitarrista Jonatan Ramm. O álbum de estréia recebeu críticas geralmente boas. Graveyard realizadou um show em 2008 no South by Southwest Music Festival. 

No Outono de 2008, Graveyard excursionou com a banda Witchcraft que era companheira da marca. Em 2009 fizeram uma turnê com a banda de rock CKY. Graveyard lançou seu segundo álbum, na primavera de 2011. Texto: Wikipédia.  Upload e montagem do post por: Alex Sala & João Lucas. 

Integrantes. 
Joakim Nilsson (Guitarra, Vocais) 
Jonatan Larocca-Ramm (Guitarra, Vocais) 
Rikard Edlund (Baixo) 
Axel Sjöberg (Bateria)

Ex-Integrante.
Truls Mörck (Guitarra, Vocais)

Álbuns.
Graveyard (2008)
Hisingen Blues (2011)

Lights Out (2012)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.






7º John The Conqueror















John the Conqueror é uma banda de blues rock americana, que acaba de lançar seu segundo álbum. The Good Life é blues em uma mistura com soul, baita álbum!
Fonte: http://www.euescuto.com.br/2014/11/21/john-the-conqueror-the-good-life-2014/

Não encontrei mais informações desta banda porém, no site oficial da banda você consegue mais informações, basta saber um pouco de inglês. O site oficial da banda: www.johntheconqueror.com/  






8º Orchid















Orchid é uma banda de doom metal, heavy metal e blues rock americana formada em São Francisco, Califórnia no ano de 2007.

Apesar de ser recente a banda lembra bastante as bandas dos anos 70 no estilo blues rock e heavy rock, possuem uma grande semelhança com o Black Sabbath por causa do seu lado obscuro.

Integrantes.
Theo Mindell (Vocais, Sintetizador, Percussão)
Mark Thomas Baker (Guitarras)
Keith Nickel (Baixo)
Carter Kennedy (Bateria) 

Álbuns
Capricorn (2011)
The Mouths of Madness (2013)

The Zodiac Sessions (Coletânea 2013)






9º Kadavar





















A princípio, olhando o visual retrô dos três alemães que integram o power-trio Kadavar, podemos dizer claramente que se trata de uma banda dos anos 70. A proximidade com este período, cada vez mais distante, não fica apenas restrito aos trajes, cortes de cabelo e barba de seus integrantes, a sonoridade da música executada por estes caras é essencialmente influenciada pelo clássico hard rock setentista, usando variações de bateria, riffs marcantes e melodias que destacam bem o vocal Christoph "Wolf" Lindermann. 

Em 2012 a banda debutou com um disco homônimo. Contando com apenas Seis faixas na versão simples (Sete na deluxe), "Kadavar" de cara me conquistou graças a sequência interrupta de ótimas composições enquanto executado, não existe uma faixa que tenha um nível menor que a outra, tudo está bem linear e nivelado por alto, mostrando a grande capacidade destes músicos em compor canções livres, que não se importam com o seu tempo de duração para se tornarem marcantes, já que a qualidade dos arranjos e as várias alternativas que a banda encontra bebendo de várias fontes dos anos 70 garante isso. 

Não precisa ter o ouvido muito aguçado para encontrar desde o tradicional e sempre valorizado como material bruto hard rock setentista na música do Kadavar, assim como no decorrer da audição de seu disco, a banda vai mostrando ao ouvinte já preparado mais que isso em elementos bem característicos das grandes bandas alemãs dos anos 70, como o kraut rock e o prog. 

É a partir daí que o Kadavar se difere um pouco de bandas que bebem da mesma fonte que eles, como o Witchcraft, Graveyard e Lonely Kamel por exemplo. Em 2013 lançaram o disco Abra Kadavar que segue a mesma linha do primeiro disco. Texto: Derochas. 

Integrantes.
Atuais.
Simon “Dragon” Bouteloup (Baixo) 
Christoph “Lupus” Lindemann (Vocais, Guitarra) 
Christoph “Tiger” Bartelt (Bateria)

Ex-Integrante.
Philipp "Mammut" Lippitz (Baixo)

Álbuns
Kadavar (2012)
Abra Kadavar (2013)

Fonte:: http://murodoclassicrock4.blogspot.com.br/search?q=Kadavar







10º Radio Moscow















Radio Moscow é uma banda de rock psicodélico, stoner rock, hard rock, blues rock, garage rock e acid rock norte-americana de Story City, Iowa. Formado em 2003 pelo vocalista e multi-instrumentista Parker Griggs, a banda é composta atualmente pelo baixista Anthony Meier e o baterista Paul Marrone. Assinou contrato com a Vivo Naturalsound Records, e já lançou cinco álbuns completos desde junho de 2014. 

História.
Antes da formação da banda, Parker Griggs tocava na Composal, apelido de Garbage Composal. Depois de terminar um álbum, Griggs se juntou ao baixista Serana Andersen para formar Radio Moscow, e a dupla mudou-se para Colorado. Na sequência de um show, Griggs tem uma demo nas mãos do vocalista Dan Auerbach, da The Black Keys, que depois ajudou a Radio Moscow assinando um contrato com Naturalsound Records.
Ao voltar para Iowa, Lucas McDuff foi contratado como o novo baixista do grupo. Griggs e McDuff então gravaram o álbum de estreia da banda em 2006. “Radio Moscow” foi lançado em fevereiro de 2007. Pouco depois do lançamento deste álbum, McDuff foi substituído por Zach Anderson. 

Desde 2007, a Radio Moscow visitou muitas regiões do mundo, com um número de bateristas ao vivo, incluindo Keith Rico, Todd Stevens e Paul Marrone. O seu segundo álbum “Brain Cycles” foi lançado em abril de 2009, desta vez autoproduzido pela banda. Radio Moscow mais tarde lançou seu terceiro álbum “The Great Escape of Leslie Magnafuzz” em outubro de 2011. Um álbum de inéditas intitulado “3 & 3 Quarters”, uma coleção de demos de 2003, antes da existência da banda e com apenas Griggs, foi lançado em abril de 2012. Zach Anderson e Cory Berry agora tocam no Blues Pills, na Suécia. 

Em seu site oficial Radio Moscow anunciou que planejava lançar seu quarto álbum de estúdio em algum momento de 2013. O baixista Billy Ellsworth deixou a banda em julho, e foi substituído por Anthony Meier. Em 15 de julho de 2013 a banda anunciou que eles estavam felizes com o progresso de seu novo álbum e planejando um “teste de estrada" na Europa. Em 11 de dezembro de 2013, foi anunciado que a banda iria começar a gravar seu mais recente álbum. O álbum foi concluído em 22 de Janeiro de 2014. Em fevereiro, no dia 11, a banda anunciou seu quarto álbum que seria chamado “Magical Dirt”. O álbum foi lançado no dia 17 de junho de 2014. 

Estilo Musical e Influências.
Radio Moscow é muitas vezes comparada com bandas de rock e blues dos anos 1960 e 1970, particularmente com os poderosos companheiros como Cream, The Jimi Hendrix Experience e Blue Cheer. Revendo o álbum auto-intitulado da banda para o site de música AllMusic, Greg Prato descreveu o som do grupo como “um regresso ao rock clássico dos anos 70”, comparando algumas músicas com artistas como Ram Jam, The Allman Brothers Band e The Jeff Beck Group. Após o lançamento de “Brain Cycles”, Rádio Moscou também tem sido citada como um exemplo do gênero stoner rock. Texto: Wikipédia
Integrantes.

Atuais.
Parker Griggs (Vocais, Guitarras, Bateria, Percussão, desde 2003)
Anthony Meier (Baixo, desde 2013)
Paul Marrone (Bateria, desde 2013) 
Lonnie Blanton (Bateria ao vivo, desde 2012)
Paul Marrone (Bateria ao vivo, 2010, desde 2012)

Ex-Integrantes.
Serana Rose (Baixo, 2003-2006)
Lucas Mcduff (Baixo, 2006-2007)
Billy Ellsworth (Baixo, 2012-2013)
Zach Anderson (Baixo, 2007-2012)
Cory Berry (Bateria ao vivo, 2007, 2009-2010, 2010-2012)
Keith Rico (Bateria ao vivo, 2007-2008)
Todd Stevens (Bateria ao vivo, 2007-2008)

Álbuns
Radio Moscow (2007)
Brain Cycles (2009)
The Great Escape of Leslie Magnafuzz (2011)
3 & 3 Quarters, 2003 (2012)
Magical Dirt (2014)

 




11º Anjo Gabriel















Recife psicodélico. Conhecida por plantar sementes fundamentais em todos os campos da música brasileira dos últimos 20 anos, a capital de Pernambuco expandiu de tal forma seu leque musical a ponto de hoje não responder mais por apenas um rótulo ou uma fórmula. Exemplo disso é o Anjo Gabriel.

O Quarteto atualiza o obscuro hippismo “udigrudi” do nordeste setentista de artistas como Ave Sangria e Lula Côrtes. 

O Culto Secreto do Anjo Gabriel , estréia fonográfica do grupo, foi totalmente gravado em sistema analógico. O disco destila a psicodelia viajante da banda, com os pés um pouco em Londres um pouco no Recife, mas, seja onde for, longes do chão. 

Com a prensagem inicial de 500 cópias em black vinyl 140g esgotada em menos de 6 meses, a banda lança a segunda prensagem do "O Culto Secreto do Anjo Gabriel" limitada a 300 cópias coloridas em 180g. 

Já esta disponível no soundcloud da banda as edições promo do próximo disco que será lançado em setembro. São trechos escolhidos para a divulgação do disco "Lucifer Rising" que consiste em uma música de 30 minutos dividida em dois lados. 

Integrantes.
André Sette (Teclados, Theremim, Flauta)
Marco da Lata (Baixo) 
Cris Rás (Guitarra) 
CH Malves (Bateria) 

Álbuns.
O Culto Secreto do Anjo Gabriel (2011)
Lucifer Rising (2013)
Fonte: http://murodoclassicrock4.blogspot.com.br/search?q=Anjo+Gabriel






12º Rinoceronte 















Banda de Santa Maria, Rio Grande do Sul, que nos remete à esse Hard setentista pegado de três músicos.

A banda é formada por Paulo Noronha (voz e guitarra), Vinicius Brum (baixo e voz) e ‘Alemão’ Luis Henrique (na bateria). Formada em 2007, já lançaram dois discos completos (Nasceu -2010 e O Instinto-2013) e rodaram o Brasil em muitos festivais independentes.

Possui uma sonoridade coesa, pesada, com flertes a stoner, e uma performance empolgante. Letras inteligentes e em português. Rinoceronte não é mais promessa. É uma das melhores bandas do modo power-trio do país. Os caras arrebentam com tudo! Pra quem gosta de rock com tutano é indispensável.

Saiba mais em: www.rinoceronterock.com

Álbuns
Nasceu (2010)

O Instinto (2013)







13º Rival Sons























Com origem em Los Angeles - Califórnia, formada por Jay Buchanan (Vocal), Scott Holiday (Guitarra), Robin Everhart (Baixo), Miley (Bateria). 

Considerado por muitos – inclusive pelo jornal The Guardian, um dos mais respeitados da Inglaterra – como adepto do estilo blues rock retrô, o quarteto do Rival Sons possui fortes influências de ídolos como Led Zepellin, The Animals e Jeff Beck. Juntos desde 2008, eles lançaram no ano seguinte seu primeiro álbum, Before The Fire, que teve grande repercussão por trazer de volta a psicodelia de artistas dos anos 70. 

O lançamento da vez foi escrito, gravado e mixado em apenas 20 dias, e já é um estrondoso sucesso de crítica nos Estados Unidos e na Europa, especialmente na Inglaterra. A carreira, ainda curta, também parece caminhar a passos rápidos: o grupo já abriu shows de AC/DC, Alice Cooper, Kid Rock e Ace Frehley (guitarrista do Kiss) e Judas Priest. 

Em 2012, a banda chegou ao seu terceiro álbum de estúdio, exatamente em 17 de setembro, com o álbum Head Down, a critica o elogiou bastante, nota-se, a influencia de bandas como: the who, The Doors, Stones, Bad Company, Free, The Who e até Lynyrd Skynyrd, mas diferente dos álbuns antigos, a banda não deixou isso transparecer demais, e que torna esse álbum, algo mais original e som característico da banda.Gravado em Nashville, produzido por Dave Cobb e mixado por Vance Powell (White Stripes, Kings of Leon), “Head Down” é um disco variado e maduro. Há o hard rock que chamou a atenção para a banda, mas há também espaço para aventuras por terrenos até então desconhecidos, como o groove contagiante de “Wild Animal”. O Rival Sons foi corajoso ao explorar outras sonoridades, indo muito além do peso cru e direto de seus dois primeiros discos. Em 2014 lançaram o álbum Great Western Valkyrie. Texto: Last FM.

Integrantes.

Atuais.

Jay Buchanan - Vocais, Gaita (Desde 2009) 
Scott Holliday - Guitarra (Desde 2009) 
Mike Miley - Bateria (Desde 2009) 
David Beste - Baixo (Desde 2013)

Ex-Integrante.

Robin Everhart - Baixo (2009-2013)

Álbuns.
Before the Fire (2009)
Pressure and Time (2011)
Head Down (2012)
Great Western Valkyrie (2014)





14º The Baggios













The Baggios é uma banda brasileira de blues-rock, formada em São Cristóvão no ano de 2004. A banda é formada por dois integrantes: atualmente Julio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria). Mistura ritmos tradicionais, como o blues, passando pelo rock sessentista e ao garage rock.

The Baggios foi formado em 2004 por dois amigos de infância: Lucas Goo, na bateria, e Julio Andrade, na guitarra e voz. Essa formação durou até março de 2006, quando Lucas deixou a banda para estudar na Suiça, sendo substituído por Elvis Boamorte. Em 2008 a bateria passa por mudanças mais uma vez e Gabriel Carvalho é convidado a entrar na banda, assumindo o posto de baterista desde então.

O nome da banda surgiu em homenagem a um músico andarilho da cidade histórica de São Cristóvão; um artista que influenciou uma geração inteira de jovens locais e que ficou conhecido como Baggio, depois de sucumbir à loucura.[carece de fontes]

Já fizeram sete turnês nacionais e apresentações em mais de 25 cidades do país, além de terem participado de festivais como a Virada Cultural de São Paulo, em 2013), e terem aberto shows de bandas como Os Paralamas do Sucesso, O Rappa, Marcelo D2, Otto, Vanguart e Manu Chao.

Tiveram três clipes veiculados nos canais VH1, MTV, Multishow, e concorreram ao Prêmio Dynamite na categoria "Melhor Álbum de Rock".[carece de fontes]

A banda foi pré-selecionada para o Edital de Seleção Artística 2011/20122 do Conexão Vivo A música transforma

Formação atual
Júlio Andrade - vocal, guitarra solo (2004 – presente)
Gabriel Carvalho - bateria (2008 – presente)

Ex-integrantes
Lucas Goo - bateria (2004 – 2006)
Elvis Boamorte - bateria (2006 – 2008)

Álbuns
The Baggios (2011) (Gravadora Vigilante)
Sina (2013)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.









15º O Terno
















O Terno é uma banda paulista de rock fundada em 2009, quando começou a fazendo covers de bandas como Os Mutantes, The Beatles e The Kinks. É uma das referências da música independente nos dias de hoje, sendo uma das principais fundadoras do selo coletivo Risco.

O Terno é uma banda de rock de São Paulo. Lançou em junho de 2012 seu primeiro disco, "66", de forma independente. Desde seu lançamento, em show lotado no Auditório Ibirapuera em São Paulo, o disco foi considerado pelo jornal O Globo como "um dos mais impressionantes discos de estreia de uma banda brasileira" e colocado entre os 25 melhores álbuns brasileiros de 2012 pela revista Rolling Stone Brasil. O disco contêm músicas autorais e 5 músicas escritas por Maurício Pereira, com arranjos do trio.

A faixa-título, "66", rendeu o primeiro clipe da banda, . O vídeo foi premiado na categoria Clipe do Ano do Prêmio Multishow 2012 e a banda como Aposta MTV no VMB 2012.

Ainda em 2012, O Terno foi banda base para o especial de final de ano da TV Cultura, no programa Cultura Livre. No Prêmio Multishow do mesmo ano, se apresentou com Nando Reis e Arnaldo Antunes, além da participação do Som Brasil Tropicália da rede Globo.

Em 2013, o trio gravou duas músicas para o EP de Tom Zé, "Tribunal do Feicebuqui". Ainda nesse ano, a banda concorreu ao Prêmio Multishow 2013 na categoria "Melhor Canção" com a música"Harmonium", do single "TicTac-Harmonium", lançado com 3 músicas, nas quais uma delas, TicTac, teve o seu videoclipe feito.

Formaram, em 2014, o selo coletivo Risco, junto com outras 7 bandas, como Charlie e os Marretas e Memórias de um Caramujo. Em Agosto desse mesmo ano, através de financiamento coletivo no Catarse, lançaram o segundo álbum O Terno, que contêm as 12 músicas escritas de própria autoria dos membros da banda.

Em março de 2015, a banda mudou de formação: Gabriel Basile substituiu Victor Chaves na bateria.

Integrantes
Tim Bernardes - guitarra, vocal, piano.
Guilherme D'Alemida ("Peixe") - baixo
Gabriel Basile - bateria

Álbuns
66 (2012)
O Terno (2014)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.






16º Cherry Choke 





















Cherry Choke é uma banda de garage/psychedelic/hard/blues rock do Reino Unido, formada em 2007. Fundada por Josiah/The Kings Of Frog e o homem de frente Mathew Bethancourt. 

Em 2009 estreiam, lançando o álbum "Cherry Choke"(Elektrohasch 2009) que contou com Bethancourt (guitarra e vocal), o baixista  Gregg Hunt e o baterista Daniel Lockton, ambos ex-The Dérailleurs. A banda começou com apresentações em todo o Reino Unido e Europa. Depois lançaram o segundo álbum do grupo, "“A night in the arms of Venus” (Elektrohasch 2011), gravado nos estúdios Amphibia II com Mark Buteux.


















O ex-baixista Josias Simon Beasley se juntou ao grupo em 2013 para gravar o terceiro álbum da Cherry Choke "Raising the Waters" (Elektrohasch 2015). Raising The Waters foi gravado e produzido por Stefan Koglek (Colour Haze) no Colour Haze Studio, Munique, Alemanha com a ajuda de Super Mario Man.

"Sexy, extático, sujo, groovy, lisérgico e construído sobre padrões e estruturas simples; apenas a maneira do verdadeiro Rock que originalmente foi destinado a ser. "

Álbuns:   
Cherry Choke (2009)
A Night in the Arms of Venus (2011)
Raising the Waters (2015)



terça-feira, 10 de março de 2015

O POEMA DA SERVENTIA

O alimento para a poesia
é a leitura
a música é a sobremesa
o amor é o tempero
que dependendo da dose
apimenta ou azeda

A paixão serve à poesia
mas é a palavra que é poética
A poesia se serve após um prato 
de entrada:
uma salada filosófica
que não se aquieta

A poesia serve à literatura
e a literatura serve ao poeta!

Igor Motta
2015


domingo, 1 de março de 2015

O CÚMULO DA SOLIDÃO

O cúmulo da solidão
é o de sentir falta da fossa 
daquele estado deplorável
que sentimos após uma separação

O cúmulo da solidão
é de sentir-se frio por dentro
mas sempre com a esperança
de alguma faísca de paixão

O cúmulo da solidão
é passar horas e horas
dialogando com o inconsciente
para ver se aflora uma boa lembrança 

O cúmulo da solidão
é sonhar em ser novamente
uma criança,
correndo entre sorrisos inocentes 

O cúmulo da solidão
é pensar tão alto, imaginando,
que seus pensamentos  
poderão alcançar longas distâncias:

gritos silenciosos
estes são o cumulo da solidão
supor uma telepatia
que nos leve à uma época boa da vida

O cúmulo da solidão
é repartir suas queixas
com qualquer estranho
de qualquer fila, de qualquer repartição!

O cúmulo da solidão
é preparar um prato de comida
preferida, da pessoa que se foi,
com a esperança de sentir uma mesma sensação!

O cúmulo da solidão
é jogar xadrez sozinho
é o de dormir agarrado ao travesseiro
é o de sentir saudade de um cheiro

O cúmulo da solidão
é a de andar nas ruas
falando sozinho
é a de enxugar uma garrafa inteira daquele vinho:

que duas bebiam juntas,
este é cúmulo da solidão
embriagar-se sozinho
voltando a ter medo da escuridão 

O cúmulo da solidão
é o medo de não sentir mais nada:
carinho, saudade, 
amor ou tesão.

Igor Motta
2015
















quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CBGB - O BERÇO DO PUNK ROCK (DICA DE CINEMA)



Filme produzido e lançado em 2013, em 19 de janeiro de 2015, ele foi direto para televisão e conta a história do clube CBGB, que dominou o cenário musical de punk-rock em Nova York. 

Hilly Kristal oferecia o palco do seu clube para bandas, como os Ramones, tocarem suas músicas originais. Em 1974, o grupo Television tocou pela primeira vez no CBGB, fazendo shows todos domingos até a gravação do seu álbum "Marquee Moon". O clube fechou em 2006. 

O filme conta com a atuação dos britânicos Alan Sidney Patrick Rickman e Rupert Grint, conhecidos pela franquia de filmes de Harry Potter e mais um grande elenco. Dirigido por Randall Miller, relata a origem da casa noturna que abriu as portas do punk rock.

Gostei do filme, da reconstituição de época, das atuações, achei engraçado, o ator que interpreta David Byrne ficou idêntico. Só não gostei de uma coisa: as bandas fictícias que se apresentaram no palco do CBGB cinematográfico, todas faziam dublagem das músicas. Usaram músicas originais dos álbuns das respectivas bandas, sem se preocuparem em parecer artificiais, o que lógico ficou parecendo, se pelo menos usassem gravações ao vivo mas, usaram gravações de estúdio para simularem shows, ficou ridículo.Já vi muitos filmes bons sobre música e na maioria os atores até cantavam de verdade. 

Tirando este deslize, eu recomendo o filme, por retratar uma casa tão importante para a história do rock e da música, muitas bandas passaram por lá. 
Na Wikipédia você encontra além da história da casa e de seu dono uma lista enorme de bandas que se apresentaram no CBGB, inclusive bandas brasileiras como o Ratos de Porão e o Planet Hemp. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

THE PUNK SYNDROME - QUANDO O PUNK ROCK TRANSFORMA VIDAS


Está semana eu li uma notícia na página virgula.uol.com.br do site UOL, que me deixou bastante curioso. A notícia era que a banda com integrantes autistas e com síndrome de Down, a Pertti Kurikan Nimipaivat, ira participar da competição televisiva mais popular da Europa, o Eurovision. 

A banda punk finlandesa, que foi tema do documentário The Punk Syndrome, de 2012, foi criada há seis anos após uma oficina musical para adultos com deficiência. 

O filme está disponível no Youtube e eu o inseri no fim da matéria. Assisti ao documentário e ele é maravilhoso, acompanhando a vida de seus componentes na estrada e em suas vidas particulares o filme emociona e também faz rir, principalmente nas inocentes brigas entre seus integrantes:  Pertti Kurikka (guitarra), Kari Aalto (vocais), Sami Helle (baixo) e Toni Välitalo (bateria). 

Conferi o som dos caras e é muito bom, tendo acesso as letras para acompanhar é melhor ainda.

Abaixo deixo um texto escrito por David Arioch que eu copiei da página do autor:

Pertti Kurikan Nimipäivät é uma banda finlandesa de punk-rock old school formada em 2009 por quatro homens com mais de 40 anos que sofrem de síndrome de down e autismo. Apesar das dificuldades e adversidades que tiveram de enfrentar para se tornarem músicos, perseveraram e lançaram em 2010 o split Ei yhteiskunta yhtä miestä kaipaa em parceria com a banda Kakka-hätä 77.
Na sequência, gravaram o single Päättäjä on pettäjä e os EPs em vinil Osaa eläimetkin pieree, de 2011, que faz parte da coletânea Punk & Pillu (da Mauski Records), e Asuntolaelämää, de 2012, ano em que lançaram também o primeiro álbum, intitulado Kuus kuppia kahvia ja yks kokis. Após a duradoura parceria com as gravadoras Airiston Punk-Levy e Hikinauhat Records, o Pertti Kurikan Nimipäivät assinou um contrato com a Sony Music e lançou no dia 13 de janeiro o single Aina mun pitää.

Distante das novas tendências do rock, o Pertti Kurikan Nimipäivät tem como principais influências alguns grupos do cenário underground que entraram para a história do punk-rock finlandês há 30 anos ou mais. Exemplos são as bandas Karanteeni, Kollaa kestää, Ratsia, Sensuuri, Eppu Normaali, Ypö-Viis e Pelle Miljoona ym.

Banda é tema do documentário The Punk Syndrome, de 2009.

Mesmo trabalhando com uma proposta pessoal e diferenciada de conscientização sobre a síndrome de down e o autismo, a banda que usa a música como forma de manifesto só começou a ganhar boa visibilidade na Europa em 2012, quando os documentaristas Jukka Kärkkäinen, J-P Passi e Sami Jahnukainen lançaram o filme The Punk Syndrome.

Inspirado no cinema-verdade, o documentário não recorre a comentários e posicionamentos de especialistas para despertar a conscientização sobre os problemas dos integrantes. Muito menos tenciona ser um baluarte institucional ou a favor de alguma organização não-governamental. É um filme que surpreende pela simplicidade e maneira bem-humorada de destacar que a música pode ser o principal combustível motivador na vida das pessoas.

Nesse contexto, a célebre frase de Nietzsche que dizia que a vida sem música seria um erro se aplica ao gênero punk-rock no universo pessoal e coletivo de Pertti Kurikka (guitarrista e compositor), Kari Aalto (vocalista e letrista), Sami Helle (baixista) e Toni Välitalo (baterista).
Desde o lançamento do documentário, a popularidade da banda tem aumentado. 

Ao mesmo tempo que é revelador, The Punk Syndrome consegue ser dúbio, enigmático e subjetivo. Não há explicações para muitas das situações registradas no filme justamente porque os autores preferem deixar aos espectadores à livre interpretação. No documentário, o punk-rock é uma entrada e uma saída. A entrada para um mundo de liberdades e de manifestações sensoriais longe de regras e padrões. É também uma saída de um mundo de pré-conceitos, privações, limitações inconclusivas e diagnoses obtusas.

A banda cresce ao longo do filme e ganha luz numa grande projeção de entendimento e esclarecimento. Há uma gradação do princípio da obscuridade para um reencontro com a luminância. O que ratifica a ideia é o momento em que Pertti, Kari, Sami e Toni começam a se apresentar fora da Finlândia, sua terra natal.

Há que se ponderar também o fato de que ainda é gritante a diferença entre como um autista ou portador de síndrome de down se vê e como nós os vemos. Talvez ainda nos falte a sensibilidade de enxergar as suas potencialidades de forma mais justa, honesta e menos piedosa.

The Punk Syndrome foi premiado na Finlândia, Suíça, Estados Unidos e Ucrânia. Recebeu elogios de revistas como Variety e Empire, além do jornal britânico The Observer. Por enquanto, a meta do Pertti Kurikan Nimipäivät é se apresentar no EuroVision, um dos maiores festivais de música da Europa. A banda disputa uma das vagas com outros 17 classificados.

Fonte: https://davidarioch.wordpress.com

Assistam ao filme:

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A BANDA VETERANA SUBEXISTÊNCIA LANÇA O MELHOR ÁLBUM DE PUNK ROCK DO BRASIL DOS ÚLTIMOS TEMPOS



2013 foi um ano marcado por uma série de protestos que ficaram conhecidos como Manifestações dos 20 centavos, Manifestações de Junho ou Jornadas de junho, foram várias manifestações populares por todo o país que inicialmente surgiram para contestar os aumentos nas tarifas de transporte público, principalmente nas principais capitais. Foram as maiores mobilizações no país desde as manifestações pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello em 1992.

2013 foi também um ano de muitos lançamentos na música, do Hip Hop ao Rock. E falando em rock aqui no Brasil não foi diferente, apesar de sempre contarmos com o mais dos mesmos como Capital Inical, Charlie Brown Jr, Nasi, Dado Vila Lobos, Arnaldo Antunes e Humberto Gessinger, que lançaram novos trabalhos neste ano, muitos outros novos artistas independentes também lançaram seus primeiros registros, como é o caso das bandas: a psicodélica Boogarins e a banda paulistana Vespas Mandarinas.

Mas gostaria de destacar aqui uma categoria dentro do rock que anda esquecido no meio mainstream, falo do Punk Rock. Que estilo musical combina mais com protestos e com críticas sociais do que o velho e bom Punk Rock? Nenhum.


Mas como o Punk Rock nasceu e sempre pertenceu ao underground ele apenas retornou ao seu posto há muito conquistado, que é o da música independente. Neste ano de 2013 tivemos um lançamento de peso, vindos "Do Kaos à Utopia", título do mais novo lançamento da veterana banda Punk, o SubExistência. Comemorando seus mais de 25 anos representando a cena da Zona Leste de São Paulo, o SubExistência mostra para a geração mais nova, como uma banda legítima de Punk Rock deve soar e tocar. Com certeza dentro da categoria Punk Rock este foi o melhor lançamento do ano de 2013. 

Músicas como "Fogo Cruzado", "Dekadênciamania", "Direito à Razão" e "Terceiro Mundo", são exemplos de como fazer música de Protesto com P maiúsculo. Enquanto "Vida de Garagem" enaltece o cenário underground do rock nacional, "Explorado e Explorador" presta tributo a clássica banda Cólera, fechando assim este grande disco de uma grande banda brasileira.

Recentemente a banda liberou gratuitamente o Download do álbum em sua página oficial: www.subexistencia.bandcamp.com

Confiram também o mais novo clip da banda:

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O ROCK INDEPENDENTE BRASILEIRO (PARTE 5)



Carapuça

Neste fim de semana no aniversário de 461 anos da cidade de São Paulo no festival Rock na Cidade, organizado pela rádio rock 89 FM e pela prefeitura de São Paulo, foi onde conheci a banda Carapuça, quando eu e meu amigo fomos abordados no show de encerramento do evento, onde tocava a banda veterana Ira!, por uma figura de cabelo raspado, sem camisa e com o rosto pintado de vermelho sangue, distribuindo um cartão de visita divulgando sua banda, seu nome artístico Annimal Carapuça, vocalista da banda. 

Achei a sua atitude bacana, não vi a apresentação da banda mas fiquei curioso para conhecer seu som, chegando em casa entrei no site da banda e baixei seu primeiro cd "A verdade doa a quem doer", que a banda disponibilizou gratuitamente para download. O som é pesado uma mistura de hardcore, metal e rock nacional, letras diretas que abordam assuntos sérios mas com uma pitada de ironia, a banda é muito competente e os arranjos são ótimos, a produção também é muito boa mas, o destaque além das ótimas letras, são os vocais de Annimal, assim como ele teve a atitude de sair entre a multidão se apresentando pessoalmente e divulgando sua banda, ele também passa essa atitude em sua voz, uma forma de cantar com coração a cada grito e melodia. Há muito tempo não vejo tamanha entrega por parte de vocalistas de bandas de rock, tanto nacional como internacional.

Ao abrir minha página do facebook hoje tive a surpresa da solicitação de amizade de Annimal e achei mais uma vez sua atitude muito bacana, mas só decidi escrever sobre a banda após a audição do seu cd e já posso adiantar que vale muito a pena, pelo que eu li sobre a banda a atitude não para só por aqui, mas também em sua grande presença de palco. Parabéns à toda a banda e em especial ao Annimal e espero que eu contribua com essa publicação para divulgação de mais uma grande banda nacional.



A presença de palco marcante, um som carregado de energia e letras que remetem a assuntos polêmicos são os diferenciais do Carapuça. Dependendo da música ela é transmitida com seriedade ou humor, mas nunca escondendo sua verdadeira intenção: dizer a verdade doa a quem doer. Por onde passa a banda causa forte impressão somando cada vez mais aliados que curtem a ousadia da banda.

As músicas agradam vários tipos de roqueiros, tanto os que gostavam de um som pesado e trabalhado, quanto os que preferiam um som mais agitado e simples.

Um rock nacional forte era o ideal do vocalista e fundador da banda, Animal. Ele queria dizer a verdade nas letras, mas não nas "entrelinhas". Uma mensagem em português que pudesse ser entendida por qualquer um, independente da classe social.

Animal começou cantando covers de bandas famosas do Metal, Grunge, Newmetal entre outros estilos de rock. Com sua experiência decidiu por criar seu próprio som e letras. Trabalhando nisso, procurou por músicos. E foi junto com o guitarrista André (Chamuska - o Bárbaro), o baixista Danilo (Piadista - o Mago), o guitarrista Gustavo (Red - O Sedutor) e o baterista Sérgio Rodrigues (Bazooka - O Dono da banda) que eles alcançaram o objetivo.

O vocal pensou em um nome em português que traduziria a banda, surgiu então "Carapuça". O maior objetivo da banda é levar sua mensagem de Norte a Sul do país e não vai parar de lutar por isso.

Junte-se ao exército Carapuça.

"Eles" podem tentar, mas se depender de nós, a energia do Rock não morre nunca.

Fonte: http://centralrocknet.com.br/
Site oficial da banda: http://www.carapuca.com/





Madalena Moog


Madalena Moog surgiu no início de 2001 e, desde então, vem construindo uma identidade que pretende-se própria, dançando entre o experimental europeu e a música brasileira, que é privilegiada. Guitarras, metais e sintetizadores, principalmente, marcam os sambas, as bossas e as marchinhas que, temperados pelo rock and roll, se fundem numa musicalidade que procura por novidades, sempre. Madalena Moog é: Patativa (voz, guitarra e sintetizadores), Jansen Carvalho (baixo e back-vocal), Valter Pedrosa (guitarras) e Emerson Pimenta (Bateria).

DISCOGRAFIA

* Madalena Moog (EP 2003)
* Stronic Up! (EP 2006.1)
* Júpiter & Seus Satélites (EP 2006.2)
* Universal Park (CD 2009)
* Samba pro seu dia (CD 2010)

Fonte: http://madalenamoog.tnb.art.br/





Os Haxixins


Da Zona LOST de São Paulo para o mundo. Lendo assim, parece a eclosão de mais um grupo de rap para a cena musical. Mas esse seria o último rótulo que você daria a uma banda como Os Haxixins.

Garage punk e rock psicodélico são as grandes influências dos integrantes Alexandre “Alôpra” Romera (órgão), Sir Uly (vocal/bateria), Fabio Fiuza (guitarra/vocal) e Edu Osmédio (baixo), que começaram com a banda por volta de 2003 inspirados pelo livro “Clube dos Haxixins” – obra que fala sobre as loucuras de um grupo de fumantes do alucinógeno, entre eles Charles Baudelaire.

E, convenhamos, o som dos Haxixins tem tudo a ver com lisergia. Você acaba se sentindo nos anos 60, em meio àquela montoeira de ácidos onde o órgão e o barulho das guitarras são os grandes destaques.

Os músicos fazem questão de carregar seus equipamentos antigos por onde vão, seja no Bar do Aranha na Vila Formosa ou em alguns pubs europeus, onde o grupo tem mais reconhecimento. O que vale é recriar o ambiente sessentista, não importa qual seja o público. Isso já acabou se revelando um entrave; eles quase desistiram de gravar um álbum por sentirem-se rejeitados às gravadoras e aos patrocinadores. Felizmente conseguiram assinar em 2007 com o Berlin Estúdio graças aos esforços de Jonas Serodio, que providenciou gravadores de rolo, amplificadores valvulados e instrumentos dos anos 60.

Em 2010, os Haxixins lançaram seu quarto EP, Under The Stones. As faixas têm menos de três minutos e são urgentes, o que reflete a influência punk e garageira do grupo. Algo como misturar The Kinks e The Clash, Country Joe & The Fish e Ramones, Mutantes e Ratos de Porão.

As canções têm letras em inglês e português, com títulos psicotrópicos como “Eu Vou de Novo”, “A Beira da Loucura”, “Pó da Estrada” e “Debaixo das Pedras”. Mas não é a viajeira que se destaca; o som é divertido, anima qualquer festa de época e tem letras bem trabalhadas. Os órgãos são muito bem pontuados, assim como o baixo, proporcionando um verdadeiro clima de festa coletiva – algo que está carente em nossa música pós-anos 2000.

Ao contrário da região perdida de onde vieram, eles se encontraram na música da mesma forma que o hippie muito louco se identifica com o ácido lisérgico. 
Fonte: http://namiradogroove.com.br/





Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta


Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, quarteto formado por Ronei Jorge (voz e guitarra), Edson Rosa (guitarra e vocal), Sérgio Kopinski (baixo e vocal) e Maurício Pedrão (bateria), são representantes da nova safra de artistas baianos que vêm ganhando destaque nacionalmente pela qualidade e originalidade do trabalho. O som da banda combina elementos da música popular brasileira (principalmente samba) ao rock, guardando preocupação poética e temática das letras, arranjos bem cuidados e melodias cativantes, em canções curtas e diretas de Ronei Jorge, que assina todas as composições da discografia (algumas delas, em parceria com Edson Rosa). 

Formado em 2003, o grupo tem seu trabalho desenvolvido de forma independente, trilhando uma história com iniciativas que possibilitam o fortalecimento de sua produção no cenário que está fora da grande indústria fonográfica comercial, com distribuição democrática e liberdade na criação da proposta musical. Neste sentido, a banda já gravou disco, EP e single com recursos próprios e fez dois inusitados lançamentos na internet: versões de músicas gravadas ao vivo em show em São Paulo foram disponibilizadas com exclusividade no MySpace e a canção inédita Vidinha foi apresentada unicamente em formato audiovisual no mesmo site. Foi assim que eles conquistaram respeito da crítica e um público fiel, tendo marcado presença em diversos projetos e festivais de destaque nacional e sido ganhadora de diversos prêmios especializados.

Para o segundo CD, Ronei Jorge e Os Ladrões de Bicicleta contaram com o precioso patrocínio do programa Petrobras Cultural, conquistado através de seleção em edital que reconheceu o valor de sua obra.
http://www.roneijorgeeosladroesdebicicleta.com/

Seu novo CD Frascos Comprimidos Compressas está disponível gratuitamente no site da banda:
http://www.roneijorgeeosladroesdebicicleta.com/




Carne Doce












Goianos fazem estreia sólida na seara da sonoridade pós-punk. "QUE É QUE FIZEMOS HOJE DE GENIAL?", questiona a vocalista Salma Jô logo na primeira faixa, "Idéia" (com acento proposital), do disco autointitulado do Carne Doce. O debute da banda goiana pode não ser genial, mas revela uma busca por arranjos pouco convencionais e misturas instigantes de gêneros. Nos pontos altos - "Fruta Elétrica", "Sertão Urbano" e "Preto Negro" -, camadas de guitarras encontram-se com batidas ecléticas e letras prosaicas, dando uma atmosfera orgânica e regional às influências do pós-punk.

O álbum ainda escorrega nos exageros e maneirismos vocais de Salma, mas não perde a característica de ser uma das estreias promissoras do Centro-Oeste.

Fonte: Revista RollingStone Nº 101 JANEIRO 2015